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há mar em mim

1. Às quintas viajamos...

Aqui está a grande novidade! Inauguro hoje, no Há mar em mim, uma rubrica que chegará pontualmente todas as quintas feiras.

(Imagem aqui)

Com toda a certeza que pelo título já perceberam que vamos falar de viagens. É um tema que adoro, não que já tenha viajado muito, mas as viagens que já fiz permitiram-me compreender que é algo viciante, que nos torna mais tolerantes, mais conhecedores, mais cultos e mais capazes de compreender os outros. Se me querem ver concentradíssima falem-me de viagens e de todas as peripécias que elas nos proporcionam.

Estamos naquela época do ano em que todos já só pensam nas férias de verão e eu lembrei-me, após escrever um post na semana passada, que seria giro trocar experiências com os amigos virtuais que me visitam. E assim nasceu a rubrica Às quintas viajamos. Quem sabe se com as histórias que aqui serão partilhadas não crescerá a inspiração para a vossa próxima viagem. Essa é a minha vontade.

 

(Imagem aqui)

A minha primeira convidada é super simpática e contagia-nos com a sua felicidade diariamente, ou não fosse ela a autora do blog Happiness is Everywhere. No seu blog viajamos sempre um pouco, pois ela partilha connosco, habitualmente, fotos dos sítios por onde já andou. Não me vou alongar mais e vou deixar que a Happy nos conte a sua fabulosa viagem:

 

As minhas férias favoritas, entre todas as favoritas que tenho, foram seguramente uma surpresa. Um cruzeiro pelas ilhas gregas. Antes de mais, porque os cruzeiros estão associados a uma certa faixa etária, preconceito que felizmente já se está a esbater, e cada vez mais se vê famílias inteiras a optar por este tipo de férias.
Nós adorámos. Foi uma experiência super enriquecedora, de relaxamento absoluto e onde tudo está tratado e nos sentimos como verdadeiros reis.

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Saímos de Atenas em direcção a Mykonos, para seguirem o sentido do percurso. Adorámos todas as ilhas, mas em especial Mykonos, Heraklio, Rodhes, e Santorini. Foi um sonho.
As vantagens de um cruzeiro são imensas:
Toda a alimentação está incluída, e se for essa a opção, também as bebidas. Há inúmeros restaurantes à disposição, sendo que a selecção de restaurantes exclusivos e portanto pagos à parte, são menores, mas para quem pretenda uma refeição mais privada, essa poderá ser a opção.
Se escolhermos um navio com muitas actividades, a forma de como ocupar os tempos livres são infinitos: golfe, escalada, karting, piscina e jacuzzi nas cobertas, spa, espectáculos musicais e outros, bingo, workshops vários, dança, enfim… há para todos os gostos.
Viajamos de noite, deixando as visitas em terra para o dia. Assim nenhum tempo é desperdiçado. Foi talvez isso o que mais me agradou. Visitamos uma cidade ou ilha, passamos lá o dia, experimentamos a gastronomia se não quisermos comer a bordo e ao final do dia regressamos ao navio. Viajamos de noite e na madrugada do dia seguinte, estamos a atracar no porto seguinte.
Estabelecemos contactos, e ainda que possamos tomar as refeições sozinhos, o normal é as pessoas se agruparem por interesses, por língua, etc.
Ficamos literalmente desligados do mundo, já que em alto mar, não temos rede. Esse é um aspecto positivo quando o que se pretende é mesmo descansar.
Todas as noites é colocada na nossa cabine, uma folha com as actividades do dia seguinte: tipo de actividade, hora, deck e duração. Caso não goste de sair do navio e queira ficar sempre a bordo, actividades não faltam. A dificuldade por vezes é mesmo escolher…

As desvantagens não são assim tantas:
Há muitos passageiros, mas distribuídos por 10 ou 15 decks, com 7 ou 10 elevadores, nem se sente. Parece uma cidade pequena. E com um quarto da população sendo funcionários, e muito solícitos, é muito agradável.
Pode existir dress-code em alguns dos jantares, no casino, etc.
As excursões em terra podem ser pagas à parte e organizadas pelo pessoal, o que pode encarecer a viagem, mas também podemos ir de forma independente.
Ao sairmos do navio, somos informados da hora do levantar da âncora. Recebemos um cartão para sair do navio – não podemos perdê-lo. E se falharmos a hora do recolher ao navio, ficamos para trás. Mesmo. Isso é o pior.

Se vou repetir este tipo de viagem? Certamente que sim. E adoraria fazer o Cruzeiro Fiordes da Noruega. Outro sonho a concretizar brevemente.

 

Gostaram? Eu adorei. Quando li o texto que a Happy me enviou não conseguia parar de sorrir, pois um cruzeiro foi a viagem que fiz na minha lua de mel. Eu e o A. adorámos e queremos repetir a experiência, precisamente nas ilhas gregas. Não é maravilhosa a coincidência?  Tudo aquilo que a Happy aponta como fatores positivos eu subscrevo e digo-vos que o cruzeiro que eu fiz estava cheio de malta nova e muito animada. Esqueçam a ideia de que os cruzeiros são só para uma determinada faixa etária.

 

Beijocas para todos e um beijinho especial à Happy que prontamente aceitou o meu convite.

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