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Há mar em mim

Este é um blog onde cabe um pouco de tudo. Imenso como o mar. Haverá opiniões, ideias, fotografias, textos rabiscados, será uma extensão de mim. Se chegou até aqui, detenha-se e sinta-se bem-vind@.

Há mar em mim

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A culpa é da Primavera

O fim de semana está à porta (yupiiiiiii...) e parece que vai trazer o sol com ele e como já estamos na Primavera e até já temos dias maiores começamos, realmente, a querer sair do estado de hibernação, não é?

Eu já ando a ansiar por temperaturas um pouquinho mais altas, não só para começar a vestir menos roupa, colocar os braços ao léu, mas também para mudar a aparência do meu quarto. É algo que gosto muito de fazer no início das estações, mas na Primavera ainda gosto mais. Venham as cores claras. Venha muita luz natural. Venham as colchas mais leves.

Eu já tenho andado pelo Pinterest, sempre a minha fonte de inspiração, a espreitar o que por lá anda e já decidi que vou apostar em tons clarinhos, para dar um ar harmonioso e leve ao quarto.

Assim, decidi vir aqui deixar-vos algumas das coisas que encontrei no Pinterest e de que mais gostei, talvez vocês também gostem e aproveitem o fim de semana para pensar nestas mudanças ou passar mesmo à ação e ir fazer já algumas comprinhas.

 

Aqui ficam as minhas sugestões:

 

 

Boa sexta feira e bom fim de semana. Beijocas

O meu cabelo e as aventuras que ele já me proporcionou

Esta semana a Chic'Ana escreveu um post sobre uma aventura que teve no cabeleireiro. E eu, que gosto sempre de ler as suas histórias, adorei e lembrei-me imediatamente de uma história bem, bem antiga que me aconteceu e que hoje me dá vontade de rir, mas na altura foi uma verdadeira descida aos infernos.

Fiquei com vontade de partilhá-la convosco. Mas primeiro precisam de uma ligeira contextualização para entenderam bem o drama do qual vos vou falar.

Vamos fazer um exercício, olhem bem para estas duas fotos abaixo.

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(Imagem aqui)

 

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 (Imagem aqui)

 

Já o fizeram? Ok. Digamos que o meu cabelo será algo parecido a estes que aqui vos apresento, um intermédio dos dois.

O meu cabelo sempre foi a minha imagem de marca, digamos assim. Não o digo com vaidade, digo-vos porque graças a ele é muito fácil ser reconhecida e qualquer pessoa que fale comigo tem mais facilidade em se lembrar de mim da próxima vez que nos cruzarmos.

Para que entendam, uma vez fui ver o Benfica ao estádio da Luz (ainda era o antigo) e, ao que parece, durante o intervalo apareci por breves segundos na bancada, pois no outro dia toda a gente me dizia que me tinha visto, que o meu cabelo era inconfundível.

Avancemos. Ou melhor, recuemos, que nesta história aqui a C.S. deveria ter uns 7 aninhos.

 

7 anos. A C.S. vai ao cabeleireiro com a mãe, num género de tarde só de raparigas, onde só a minha mãe teve direito a lavar, cortar e pentear os seus cabelos e a C.S., como menina bem comportada que era, observava aquilo tudo e ia folheando revistas de penteados e cortes, tão habituais nestes estabelecimentos. Não havia uma única pessoa naquelas revistas que tivesse cabelo encaracolado. Mas eu comentei nada.

Despachada a mãe e vendo que ela já se encaminhava para o pagamento pedi-lhe, (pois também eu queria aquele tratamento a que nunca tinha tido direito, já que quem me cortava os meus caracolitos era a mãe em casa), pedi-lhe, baixinho, que me deixasse fazer, nada mais nada menos, que uma franja. Sim, leram bem, franja. Parece que se usava, toda a gente ostentava uma e as revistas que tinha passado a tarde a ver também estavam recheadas delas. Portanto, era mesmo, mesmo, mesmo isso que eu queria. A minha mãe riu-se, ela que tinha o cabelo liso (os caracóis vêm da família paterna) lá me explicou que uma franja não era indicado para o meu cabelo, que ela nunca me iria cobrir a testa e ficar lisinha como aquelas que eu vira, etc., etc., etc.

Tudo desculpas, pensava eu. E aí, eu que não era muito de pedir coisas, parece que usei todo o meu poder de argumentação, que é como quem diz, chateei tanto a minha mãe que às tantas ela disse algo do género: "Seja feito à sua vontade". E eu feliz. E a cabeleireira a torcer o nariz. E eu radiante. E a cabeleireira a imaginar mais dinheiro a entrar na caixa. E pumba, pumba, pumba...caracolinhos no chão, a C.S. ganhou uma franja.

Ansiedade, chegara a hora de ver o meu maravilhoso novo penteado e...O QUE É ISTO? ISTO NÃO FOI O QUE EU PEDI! OH MÃEEEEEEEE...

Escusado será dizer que o meu cabelo, que seca muito rápido num instante, encolheu. Resultado: a C.S. queria uma franja e ganhou um tufo na testa. E chorou, chorou, chorou...que queria o cabelo de volta, que voltassem a colar, que não sabia que ia ficar assim...

E a mãe: "agora já sabes, para a próxima não me chateias e fazes o que eu digo...". E lá fui eu para casa, num desgosto profundo e morta de vergonha a perguntar quanto tempo o cabelo ia demorar a crescer.

Ficamos por aqui, sim? Penso que será humilhação suficiente. Outro dia conto-vos outras histórias (não tão terríveis) em torno do meu cabelo.  

 

 

Pela quarta vez (nos destaques do Sapinho)

É verdade, esta é a quarta vez que o Há mar em mim vai para os destaques e ainda nem completou três meses de vida, portanto julgo que o saldo é positivo. 

Resta-me agradecer ao Sapo e a todos vocês que andam por aqui. Gosto muito da vossa companhia e este blog, que é o meu primeiro, tem sido uma ótima aventura. Obrigada. 

 

(Imagem aqui)

 

 

 

Os bordados invadiram a primavera

Já repararam?

É verdade, os bordados vieram para ficar, estão um pouco por todo o lado, que é como quem diz, um pouco por todas as lojas.

Eu, pessoalmente, gosto muito desta tendência, aliás, gosto demasiado. Por isso tenho lutado comigo própria para não ir fazer compras por impulso.

Espreitem esta seleção que fiz para partilhar convosco e digam-me se sou a única a sentir vontade de adquirir trapinhos novos.

 

O que aqui vos apresento foi retirado das coleções das lojas que mais gosto de visitar: Desigual, Promod, Springfield, Mango, Zara e Massimo Dutti.

 

Gostaram?

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