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há mar em mim

A chegada ao Ensino Superior

Ontem foi dia de muitos jovens fazerem a sua candidatura ao ensino superior. Um momento fulcral na vida de muitos, um traçar de caminho, a aposta num sonho...

Lembro-me bem do dia em que fui fazer a minha candidatura. Ia, essencialmente, insegura. Porquê? Porque quis ser muita coisa, ao longo dos anos, mas com o decorrer do tempo fui tendo cada vez menos certezas.

As Humanidades eram a minha praia. Gostava do contacto com os outros, de literatura e, sobretudo, da ideia de me formar.

Hesitei. Na noite anterior ao dia da candidatura ainda não sabia se seguiria um caminho ou outro, se me afastava do ninho dos pais, ou conquistava maior independência, (mas sempre tive presente que esta última opção iria condicionar muito as finanças familiares e creio que este foi um sério critério a pesar na minha decisão final).

Candidatei-me. Um pouco ao sabor do vento e da inspiração do momento. Não me arrependo. Ser professora, apesar de tudo, tem sido uma experiência muito enriquecedora. Não sei o que o futuro me reserva, mas sei o que já não me pode tirar.

Os tempos de universidade, para mim, são os melhores que o ensino nos pode proporcionar. Adorei cada momento e recordo-os, sempre, com saudade e alguma melancolia à mistura.

 

(Imagem aqui)

 

 

Vou-vos contar o que se tem andado a passar...

Para além do cansaço e de ter que dar atenção à minha pequena B., desde o fim-de-semana que tenho familiares em casa, de visita e vindos de longe, facto que, como sabem, condiciona toda a nossa rotina.

Ontem pensava eu que teria tempo para passar por cá, mas mais uma vez o malandro escapou-me.

Mas não faz mal, o que importa é que tudo está bem e que eu sei que posso contar com a vossa compreensão à minha ausência. Certo?

Vou-vos dizer que com toda esta azáfama também Às quintas viajamos... acabou por ficar afetada. Paciência. Sem ovos não se faz limonada.

 

Tenham uma ótima quinta-feira!

Beijinhos repenicados

Voltei! Bom dia... :)

(Imagem aqui)

 

Na sexta-feira confessei-vos que as notícias me andavam a pesar e, sem saber que o faria, aquele post ajudou-me a afastar-me um pouco.

Aproveitei para estar com a família e tirar um pouco o pé do acelerador. E soube-me bem. Imagino o que as férias farão por mim...

Mas tive saudades vossas, acreditam? Senti falta das nossas partilhas e deste meu cantinho.

23. Coisas maravilhosas que o meu (pouco) dinheiro não pode pagar

Bom dia e um ótimo domingo!

 

Como estão?

Ontem não andei por cá, mas hoje vim trazer-vos as coisinhas maravilhosas do costume. Vamos lá a isto...

 

Desejo n.º 1: Mala Fendi

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 Desejo n.º 2: Sapatos Miguel Vieira

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Desejo n.º 3: Jumpsuit Pedro del Hierro

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Alguma peça preferida? Contem-me tudo!

Se quiserem ver o início desta rubrica vão aqui.  

Aproveitem bem este domingo solarengo.

 

Simples desabafos

(Imagem aqui)

 

Tenho a desagradável sensação de que nos últimos tempos temos saltado de desgraça em desgraça, de polémica em polémica, de ódios novos em ódios novos. 

Parece-vos repetitivo? Pois... A mim também. 

Sinto-me cansada, neste momento, mais psicologicamente que fisicamente, e creio que isto só indica que preciso desesperadamente de férias, de desligar. 

 

O facto de esta semana ter contado com a presença da B. ajudou. É incrível a capacidade que as crianças têm para simplificar tudo. As amizades, os problemas, os pequenos contra-tempos do dia a dia... Aos olhos deles tudo é mais simples e fazem-nos compreender que às vezes parecemos ridículos ao fazer um drama de algo que não o é, de todo. 

 

Ultimamente sinto que o mundo anda a girar a um ritmo mais alto do que deveria, ou a um ritmo que não consigo acompanhar. 

É cansativo preocuparmo-nos todos os dias com os lunáticos do costume, (Trump, kim jong un, Putin, ISIS...), e esforçarmo-nos para que notícias desnecessárias não nos cheguem (para que quero uma saber se a namorada de CR7 está ou não está grávida?) ou ainda tentar filtrar a opinião pública e desvendar quem terá razão, (são os agentes da PSP racistas ou são os jovens da Cova da Moura verdadeiramente problemáticos?), não esquecendo que o Ártico está a derreter e...

Não sentem que precisavam de uma pausa em toda esta loucura? Não gostavam de colocar o mundo em stand-by?

 

Pois eu digo-vos que gostava de passar o meu fim-de-semana assim: 

(Imagem aqui)

 

Ou assim: 

(Imagem aqui)

11. Às quintas viajamos...

Devemos estar num dos meses do ano em que mais se viaja e só por isso já deveriamos adorar o mês de julho. Não concordam?

(Imagem aqui)

 

Espero que tenham uma ótima quinta-feira e que disfrutem da viagem de hoje.

Julgo que todos conhecem a convidada de hoje, ou não fosse ela uma das pessoas mais acarinhadas aqui da blogosfera e tudo graças à sua enorme simpatia. Já adivinharam de quem se trata?

Dou-vos mais umas pistas: o seu blog oferece-nos sempre histórias hilariantes do seu quotidiano e, neste momento, também histórias sobre a gravidez da sua autora.

Claro que é a Chic'Ana.

 

Em primeiro lugar quero agradecer muito à C.S por este convite. Acredita que estive a ver e a rever as minhas viagens, todas elas marcantes por diversos motivos, mas como só podia escolher uma, tinha de escolher a Madeira.

Foi a minha viagem de Lua de Mel, a primeira grande viagem que fizemos a dois, e como tal, marcou-nos pela positiva e só pensamos em regressar.

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Desde o clima, sempre estável todo o ano, com temperaturas que nos permitiram aproveitar para passear, mas também para apreciar as belas praias Madeirenses, à comida, fantástica, o bolo do caco é para mim uma perdição, o peixe espada confecionado de todas as formas possíveis e imaginárias, a bela da espetada em pau de louro.. As paisagens são de cortar a respiração e todo o atendimento, a simpatia sempre presente de um povo com um sorriso no rosto.. Adorei, palavras para quê!?

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Peripécias não podiam faltar: desde ficarmos fechados num parque de estacionamento, que pensávamos ser do centro comercial, mas afinal era de um complexo turístico, ao sermos confundidos com estrangeiros, ao apanharmos uma tromba de água que caía de tal forma, que estávamos a uns metros do Hotel e chegámos lá a escorrer por todo o lado (após o toldo do local onde estávamos abrigados se ter desmoronado com a pressão da água)…

Foi uma viagem perfeita e que guardo com muito carinho no meu coração! Se estiverem indecisos sobre o destino ideal, não deixem nunca de considerar a Madeira.

 

O que me dizem? Gostaram?

Conhecem a Madeira ou, tal como eu, ainda não viajaram até lá?

Definitivamente que é um dos locais que tenho mesmo de conhecer.

Ana, obrigada por poder contar com a tua presença aqui. Gosto muito de ti e de partilhar esta aventura contigo, foste uma das primriras pessoas a fazer sentir-me acarinhada aqui no SapoBlogs, obrigada por isso. Beijinhos

3. Coisas parvas (que eu penso)

- Acho estranho que um dos blogs mais seguidos aqui da zona tenha como principal função armazenar.

- Armazenar?

- Sim, armazenar receitas alheias. Dizem mais ou menos isto:

 

Bolo de chocolate absolutamente maravilhoso e inigualável, apenas com 1,5 ingredientes e com pouquíssimas calorias.

 (Imagem aqui)

 

Leva isto e meio aquilo. Mas se querem saber mais vejam aqui (que nós não queremos ou não podemos divulgar mais e sim, está escrita em inglês).

 

E é esta a receita para o sucesso e para editar livros e tudo e tudo e tudo...

Fui ao cinema com a B. :)

Esta tarde fomos ver o Gru O Maldisposto, a B. delirou e eu e o A. também nos divertimos muito. Ela adora ir ao cinema e comporta-se muito bem, ainda estão nos anúncios e já ela está a pedir silêncio.

Eu sou fã de filmes de animação e acho que cada vez mais eles são indicados para toda a família, pois divertem os miúdos e contém referências para adultos. É o caso deste filme em concreto, que nos presenteia com um vilão fanático dos anos 80.

Para os mais pequenos este personagem é o mau da história, com um aspeto um pouco louco, porém, para os mais crescidos ele não é só divertido, é a personificação de alguma da loucura dos anos 80, tornando-o hilariante.

Se querem passar um bom bocado aconselho-vos a ir ver este filme, levando os mais novos da família convosco, claro está.

 

 

A Vila

A vila é igual a tantas outras. Não tem nada de singular, isto se não contarmos com o marreco, que todos conhecem, mas que ninguém sabe o seu verdadeiro nome.

A vila é devota, isto se não contarmos com os pecados que todos por lá cometem, mas dos quais ninguém gosta de falar.

É prendada, todos os anos, com fenómenos naturais que estragam as colheitas e que requerem subsídios exteriores, isto se não contarmos com as vinhas, que de ano para ano estão mais rentáveis.

Na vila há muita gente desempregada, isto se não contarmos com os que passam os dias no café, a beber minis, matando a sede, preferindo o desemprego ao cabo da enxada.

Todos são felizes na vila, isto se não contarmos com os vários funerais a que todos vão assistir, com pompa e circunstância.

Não há festas melhores que as da vila, isto se não contarmos com todas as outras que se fazem nos arredores.

A vida na vila é mais calma, isto se não contarmos com as discussões geradas pelo futebol.

Na vila o ar que se respira é mais puro, isto se não contarmos com o aterro sanitário que se encontra a 12 km de distância e cujo cheiro, às vezes, o vento teima em trazer.

Aqui na vila a vizinhança é mais unida, isto se não contarmos com a cobiça da mulher alheia.

Cá na vila os animais são mais felizes, isto se não contarmos com as matanças e as touradas que se fazem em honra de nossa Senhora.

Na vila as mulheres preocupam-se muito com a família, isto se esquecermos as chineladas que os miúdos levam quando se atrasam para o jantar.

Aqui na vila as crianças brincam mais na rua, isto se esquecermos as horas em que veem televisão ou jogam no telemóvel.

A vila tem os melhores políticos, isto se apenas pensarmos nas excursões que a junta de freguesia organiza.

Na vila todos são mais saudáveis, isto justifica-se porque o médico só aparece uma vez por mês e não há tempo para se ficar doente.

A verdade é que na vila vive-se melhor que em qualquer outra parte, isto se não pensarmos que já todos desejaram sair, mas que lhes faltou a coragem.

´(Imagem aqui)

 

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