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há mar em mim

O Halloween veio mesmo para ficar...

É verdade... Hoje o Halloween está por todo o lado e é incrível o quanto esta festa cresceu por cá, pois há 15/18 anos, quando eu ainda andava na escola, na condição de aluna, não havia comemorações desta data. Apenas os professores de inglês se referiam a ela. 

Hoje temos miúdos que vêm para a escola, por sua iniciativa, maquilhados de forma assustadora, temos meninas a usar bandoletes de corninhos, de morcegos e de sei lá mais o quê, temos abóboras e esqueletos por todo o lado e o preto é a cor dominante... 

E eu, para que possa sentir que isto se instalou mesmo à séria, tive direito a uma aluna a vomitar na sala de aula. Hoje. Logo pela manhã. Numa sala apertadinha para trinta alunos... E ela que parecia uma torneira. E os outros que gritavam entre o espanto, a preocupação e a coincidência com a data. 

É a loucura!

Não tive direito a escolher treat, calhou-me logo  trick e ainda o dia não vai a meio... Desejem-me sorte. 

 

(Imagem aqui)

Nuvens

O despertador toca cedo. Não quero... Só mais cinco minutos!

Volta a tocar passados 10min. Oh-oh...

Rotina matinal feita à pressa. Pequeno-almoço rápido.

Trabalhar!

Trabalhar!

Trabalhar!

Almoço a correr...

Trabalhar!

Trabalhar!

Caraças...não meti nada a descongelar para o jantar!

Trabalhar!

E trabalhar!

Ir para casa já fora de horas.

E ele não está em casa. Sai ainda mais tarde.

E o jantar? Caramba!

Inventa-se...

 

8 espargos picados

3 latas de atum

queijo ralado

6 ovos

1 pacote de natas frescas

sal q.b.

pimenta q.b.

 

Mete-se tudo em formas de queques e vai ao forno.

Uma boa salada a acompanhar e está desenrascado o jantar.

Fazem-se figas para que saiba bem...

E sabe! E são fofos e suculentos.

Parecem pequenas nuvens!

Às vezes inventa-se com o que se tem e não sai nada mal.

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(deu para cerca de seis 10 destes)

Isto aconteceu-me na terça ou quarta-feira da semana passada e como hoje é segunda, e às vezes a inspiração falha neste dia da semana, decidi partilhar convosco.

 

Tenham uma ótima semana!

 

Não quero outros!

Bom dia!

 

Como estão? Tenho a certeza que hoje o vosso humor está em alta, afinal é sexta-feira. Ahahahah!

 

Vocês já me conhecem um pouco, por isso sabem que não vos falo muito de produtos aqui no Há mar em mim, a não ser que goste mesmo, mesmo, mesmo deles. Nesse caso falo e divulgo, porque acho que poderei estar a ajudar alguém desse lado.

 

Vamos falar de calças?

 

Como já vos confidenciei (aqui) eu tenho formas e quando digo que tenho forma falo disto:

(Imagem aqui)

 

Tenho anca e rabo que se veem bem. Mas mesmo bem!  

 

Comprar calças sempre foi para mim um problema, pois nem sempre assentam bem. Às vezes não passam na anca, às vezes parece que ficam boas, mas depois ficam largas na zona lombar... Um drama! E quando veio a moda das calças muito justinhas na perna a questão agravou-se e encontrar um par de calças em condições passou a ser uma tarefa equivalente a encontrar um copo de água no deserto.

 

Felizmente esses dias já pertencem ao passado. Porquê? Porque encontrei as Push In Secret da Salsa. E posso dizer-vos que estou completamente rendida e apaixonada! Nunca me senti tão confortável. E o drama agora passou a ser escolher, pois a oferta é, afortunadamente, muita! Bom...e há sempre o drama económico, mas não falemos de coisas tristes...

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 (Todas as imagens foram retiradas do site oficial da marca)

 

Não se deixem enganar pelo corpo esbelto das modelos, eu garanto-vos que este modelo fica mesmo bem em mulheres que, como eu, são aquilo a que se chama plus size.

Foi graças a este modelo da Salsa que pela primeira vez, em 31 anos de vida que tenho, vesti umas calças brancas. É que ficam mesmo bem! E o melhor é que ajudam a que a nossa autoestima cresça. E a marca, tal como vocês devem saber, tem a vantagem de ser portuguesa, facto que eu também valorizo bastante.

 

Agora quero juntar uns trocos para comprar as novíssimas Push In Secret Glamour.

(Imagem aqui)

A C.S.

Eu sou do Alentejo.

As planícies alentejanas serão para sempre uma paisagem à qual não consigo ficar indiferente. Tenho 31 anos, 7 dos quais passados no Algarve. O mar sempre fez parte de mim, ainda antes de tê-lo diariamente.

Provenho de uma família humilde. Os meus pais têm a 4.ª classe, como antigamente se dizia. São jovens. Estão ambos abaixo dos 55 anos. Foram eles que me ensinaram muito do que sei. Foram eles que me incutiram os valores que considero essenciais. Foram eles que me proporcionaram muitas das coisas que tenho.

A minha irmã partilha comigo muitos interesses, mas na generalidade somos muito distintas. Fomos o cão e o gato. Agora já somos mais a unha e a carne.

Sempre fui sociável e as pessoas reconhecem-me com facilidade por dois motivos: o sorriso e o cabelo. Tenho o choro fácil e a gargalhada mais fácil ainda.

Adoro a vida e todos os dias alimento novos sonhos. Sou genuinamente otimista, porque creio que viver com medo do que possa acontecer é uma tremenda perda de tempo. Mas tenho medos, como toda a gente.

Tive uma adolescência feliz. Conheci o amor na escola, mas só anos mais tarde é que o descobri verdadeiramente.

Casei e casava-me novamente, porque foi incrível e porque creio que o tempo nunca andou tão rápido como naquele dia 20.

Tenho amigas e tenho saudades delas. Vivem longe e estamos demasiado tempo sem nos ver.

Gosto de programas caseiros, mas nada me faz mais feliz que fazer a mala para ir a um lugar onde nunca estive.

Fascina-me o desconhecido e a surpresa da descoberta. O contacto com as pessoas e as suas vivências.

Não gosto de pensar que os melhores anos da minha vida foram os que já passaram.

Adoro gestos simples e pequenos momentos que se agarram à nossa memória para sempre.

Tenho mais respostas agora do que tinha há 10 anos, mas também tenho muito mais perguntas para as quais ainda não encontrei resposta. E está tudo bem.

(Imagem aqui)

 

...

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Temos um sonho.

É por ele que vamos.

Acreditamos.

Trabalhamos.

Batalhamos.

Amamos.

Caímos. Levantamos.

Retomamos.

Avançamos.

Chegamos.

Respiramos.

Abraçamos a vida. 

Cada dia repetimos.

Em busca da simplicidade.

De um sorriso.

De uma brisa.

De um gesto amigo.

Conforto.

Silêncio e paz. 

E que falta que faz ao reboliço dos dias.

Senhor juiz, como disse?!

Neto de Moura. É este o nome de que se fala. Trata-se dum juiz do Tribunal da Relação do Porto que decidiu justificar a manutenção da aplicação de pena suspensa a dois homens, que agrediram violentamente uma mulher, com recurso a citações bíblicas e a legislação do séc. XIX.

Atentem nesta argumentação:

Este caso está longe de ter a gravidade com que, geralmente, se apresentam os casos de maus tratos no quadro da violência doméstica.
Por outro lado, a conduta do arguido ocorreu num contexto de adultério praticado pela assistente.
Ora, o adultério da mulher é um gravíssimo atentado à honra e dignidade do homem.
Sociedades existem em que a mulher adúltera é alvo de lapidação até à morte.
Na Bíblia, podemos ler que a mulher adúltera deve ser punida com a morte.
Ainda não foi há muito tempo que a lei penal (Código Penal de 1886, artigo 372.º) punia com uma pena pouco mais que simbólica o homem que, achando sua mulher em adultério, nesse acto a matasse.
Com estas referências pretende-se, apenas, acentuar que o adultério da mulher é
uma conduta que a sociedade sempre condenou e condena fortemente (e são as mulheres
honestas as primeiras a estigmatizar as adúlteras) e por isso vê com alguma compreensão
a violência exercida pelo homem traído, vexado e humilhado pela mulher. (retirado daqui)
 
Acho incrível que um juiz pertencente a um país da União Europeia, em pleno ano de 2017, faça uso de tal argumentação. Há algo que justifique a violência? Do seu ponto de vista, sim. O adultério.
Estamos a falar de uma senhora que teve uma relação extra-conjugal e que, à posteriori, terminou com o casamento e com a relação com o amante, sendo depois perseguida por ambos. Até que houve um dia em que se juntam os dois e a maltratam conjuntamente. E o senhor juiz acha que isto até é compreensível, pois a senhora teve uma conduta imprópria. Haja paciência!
 
- Senhor juiz, pode ter as crenças que quiser, reger-se em sua casa por as leis que bem entender, mas no exercício da sua profissão só tem de respeitar a lei vigente. Apenas isso. Ninguém defende a infedelidade, mas não é com recurso à violência que a questão se resolve, certamente. O senhor tem um cargo demasiado importante na nossa sociedade, portanto, não pode fazer simplesmente o que lhe dá na cabeça.

Uma sugestão para o dia de hoje - The Book of Henry

Bom dia!

Bom domingo!

 

Mais alguém por aí que esteja com espirros frequentes, dor de garganta, olhos a lacrimejar, tosse de cão e dores no corpo? Não?Espero que não... Espero que estejam a aproveitar melhor o vosso fim-de-semana. 

Já eu estou de quarentena, digamos assim, auto imposta, na tentativa de que amanhã já possa retomar a minha rotina, que é como quem diz, ir trabalhar. 

Ontem sentia-me pior, tinha testes para fazer, mas a vontade de trabalhar era zero, por isso ficaram para hoje. Lucky girl, sem dúvida. 

Mas houve algo que fiz no dia de ontem que valeu a pena e é isso que venho partilhar convosco. 

 

Já ouviram falar no filme The book of Henry

(imagem aqui)

 

Conta-nos a história de um menino sobredotado,Henry, que vive com a mãe e o irmão, e da menina da casa ao lado, que é sua colega de turma. 

 

Henry, para além de ser sobredotado, demonstra ter uma maturidade invulgar para os seus 11 anos e muitas vezes compreendemos que é ele que assume a responsabilidade por todas as decisões que acontecem na sua casa.

 

A mãe, interpretada por Naomi Watts, é amorosa para com os filhos, mas um tanto ao quanto negligente, na minha opinião, pois delega demasiado num miúdo que ainda nem entrou na adolescência e este facto irritou-me um pouco. Logicamente que este lado da personagem de Naomi torna-a mais humana, pois não há pais perfeitos. No entanto, o abuso do álcool em frente aos filhos, o uso recorrente de palavrões, a incapacidade de tomar decisões e o gosto por jogos violentos fez-me duvidar das capacidades dela enquanto mãe.

 

Mas a história dá uma volta e dá-nos um murro no estômago. E é a partir daqui que a mãe terá de revelar-se à altura dessa função e apesar de haver uma transformação na personagem, não me convenceu totalmente. 

 

Últimas palavras para os jovens atores deste filme que têm interpretações incríveis, sobretudo os dois rapazes, que desempenham os papéis de irmãos. Talvez dos irmãos mais amorosos que vi no cinema, pelo menos nos últimos tempos. 

 

Deixo-vos o trailer:

 

 

Follow Friday de outubro

Hoje é sexta-feira. Hoje é dia de Follow Friday.

Hoje trago-vos a sugestão de um blog que não conheço há muito tempo, mas que rapidamente me conquistou. Pelo humor. Pelos assuntos mais sérios. Pelo enorme coração que a pessoa que o escreve revela ter. Pela escrita em si. E porque quer ser 20% mais feliz.

Triptofano, espero que consigas ser 200% mais feliz. Que sejas tão feliz que vejas arco-íris e unicórnios em todo o lado. Ahahahahah...

Vão lá... Contribuam para a felicidade dele.

 

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