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há mar em mim

8 de março, Dia da Mulher

Este dia não é sobre jantaradas, gargalhadas, presentinhos ou festarolas.

Este dia é sobre assuntos mais importantes.

Igualdade.

Liberdade.

Feminilidade.

Igualdade de direitos e deveres. Eu acredito que as mulheres não são nem mais, nem menos que os homens, somos igualmente capazes se nos forem dadas as mesmas condições. Não vejo as mulheres como um super ser humano, vejo-as com qualidades e defeitos como qualquer um. Capaz de acertar e errar na mesma medida.

Liberdade para se expressar. As mulheres precisam de se sentir livres para fazerem o que quiserem das duas vidas. Precisam de saber que as únicas que podem controlar aquilo que fazem são elas próprias, porque durante demasiado tempo andámos a ser enganadas. Fomos levadas a acreditar que a nossa vida pertence a outros, a figuras masculinas que pensam que nos podem guiar, mas só nós temos a capacidade de decidir o nosso destino. Não quer dizer que todas façamos as melhores escolhas. Não quer dizer que não existam mulheres más. Quer simplesmente dizer que a mulher tem de conhecer a sua individualidade e ser capaz de usar todas as palavras, incluindo "não", "basta", "chega", "eu sei" e "eu sou capaz".

Feminilidade para poder assumir quem é e o que é inteiramente. Sem medos, sem dúvidas, sem olhar a quem. Jamais sentir vergonha de quem é e de como se comporta. A mulher deve orgulhar-se de ser mulher.

 

Eu adoro ser mulher. Mas dói-me pensar que ainda vivemos num mundo tão desigual. Cabe-nos a cada uma de nós fazer com que as nossas ações sejam devidamente vistas e valorizadas. Não queremos muito, apenas queremos que o nosso lugar na sociedade seja equilibrado, pois qualquer ecossistema só funciona se houver harmonia.

 

 

 (imagem aqui)

 

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