Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Há mar em mim

Este é um blog onde cabe um pouco de tudo. Imenso como o mar. Haverá opiniões, ideias, fotografias, textos rabiscados, será uma extensão de mim. Se chegou até aqui, detenha-se e sinta-se bem-vind@.

Há mar em mim

Este é um blog onde cabe um pouco de tudo. Imenso como o mar. Haverá opiniões, ideias, fotografias, textos rabiscados, será uma extensão de mim. Se chegou até aqui, detenha-se e sinta-se bem-vind@.

Depois do glamour um banho de realidade...

Tal como vos havia confidenciado no final da semana passada, aproveitei estes dias para carregar baterias, relaxar, fazer atividades ao ar livre e namorar muito com o meu mais que tudo. Entre este meu plano de relaxamento e a tão falada noite de Óscares que passou e à qual estive atenta não li, nem vi muitas notícias, às vezes sinto que necessito de desligar do mundo para manter a sanidade mental.

E não é que assim que me procuro informar fico a saber que um fadista português decidiu partilhar com o mundo que é racista e homofóbico?! As redes sociais são ótimas, mas quando não existiam estas pessoas diziam disparates apenas no café da esquina a quem se dispunha a ouvi-las, hoje temos os seus pensamento propagados como uma praga.

Mais uma passagem de olhos pelas informações do dia e eis que embato numa notícia que me entristece profundamente e me dá vontade de desejar que o planeta terra seja colonizado por uns E.T. que tenham como missão espalhar a paz e o amor, qual misse universo, qual quê!

Em pleno ano 2017 continuam a ser recorrentes as notícias sobre escravatura. Podem ver aqui àquilo a que me refiro.

Como pode um ser humano achar-se superior a outro ao ponto do explorar. Como pode alguém ter coragem de usar crianças? Como é que é possível existir tanta riqueza neste nosso mundo e permitir-se que situações destas aconteçam?

Tantas perguntas e por mais respostas que se dessem nenhuma poderia justificar o injustificável. O ser humano é atroz. Capaz do pior. Preferia ter ido dormir na ignorância, pelo menos iria demorar menos a adormecer. Estes banhos de realidade fazem-me estremecer.

7 comentários

Comentar post