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há mar em mim

Lanzarote...uma pedra no Oceano (III)

Bom dia!

Hoje trago-vos o terceiro e último post sobre a ilha Canária de Lanzarote e venho falar-vos do Parque Nacional Timanfaya. 

Lanzarote é uma ilha vulcânica e a última vez que um vulcão entrou em erupção na ilha foi em pleno século XIX. Este acontecimento devastou a vila de Timanfaya e hoje o que temos nessa área, outrora habitada, é um enorme "museu" a céu aberto de rochas vulcânicas.

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Chegar ao Parque Nacional Timanfaya é muito fácil, pois está muito bem sinalizado e quando entramos nas imediações do parque compreendemos a dedicação que os ilhéus têm para com este território e o esforço que fazem para o preservar.

Timanfaya só pode ser visitado mediante o pagamento de um bilhete que, por sua vez, nos permite fazer uma viagem de autocarro, com cerca de 50 minutos de duração. Ao longo desta viagem vamos tendo explicações sobre a área, mas sobretudo vamos sendo invadidos por um misto de sensações, despoletadas por a espantosa paisagem que nos rodeia.

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Em Timanfaya tive a sensação de que é necessário tempo. Tempo para contemplar e apreciar. Deixar que aquele deserto que nos circunda nos preencha e nos faça sentir pequenos, compreendendo que há sempre algo maior que nós.

Creio que a beleza daquele local é essa mesmo, permite-nos compreender que a beleza pode estar nas coisas mais singelas, que uma pedra pode ser tão merecedora de contemplação como um jardim.

 

 

Deixo-vos um conselho, se pretendem visitar o parque façam-no cedo, já que é um dos sítios mais visitados de toda a ilha e a afluência é enorme. Nós chegámos pouco depois das 9 horas, que é a hora de abertura do parque, e graças a essa decisão evitámos estar em fila de espera.

 

Caso queiram espreitar os posts anteriores sobre lanzarote vão aqui.

 

 

 

 

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