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há mar em mim

O início das férias

Vamos recuar um pouco no tempo. Voltemos ao início de agosto. Eu e o A. estávamos ansiosos por estas férias e com muita razão, principalmente por dois grandes motivos: 1.º os nossos trabalhos são um pouco incompatíveis no que toca à marcação de férias, pois eu não tenho grande escolha e o mês de agosto é sempre aquele que me calha e ele tem uma tremenda dificuldade em marcar férias em época alta, mas este ano os astros lá se uniram e conseguimos as tão ansiadas férias conjuntas; 2.º neste ano de 2017 mal tínhamos colocado o pé fora de casa em passeio.

 

Marcámos uma semana para um destino que não vos vou já revelar, (fui eu quem tratou de tudo, eu sou a minha própria agência de viagens e cada vez estou mais convencida de que resulta muito bem), mas antes dessa semana tivemos uns dias em que estivemos com amigos que não víamos há meses, fomos às nossas praias, limpámos e organizámos as coisas em casa e eu terminei as sessões de fisioterapia.

 

Na manhã do dia 8 de agosto, após a fisioterapia apanhei um susto de morte. Ao sair da clínica, em plena luz do dia, num local com algum movimento (para além da clínica há também por ali uma farmácia) um sujeito, ao aproximar-se de mim, grita um "Bom dia" bem alto, acompanhado de uma gargalhada sinistra, olho para ele e rapidamente desvio o olhar ao ver que numa das mãos segura, nada mais, nada menos, que uma faca enorme. O meu sangue gelou, mas senti que o doido estaria à espera de uma reação minha e, sem nunca ter parado, respondi-lhe "Bom dia", nisto ele ri cada vez mais alarvemente e coloca-se em movimento, felizmente no sentido oposto ao meu, e eu entrei logo na farmácia.

 

Não foi o caso, mas se por acaso estivesse para ir para um destino turístico mal afamado em termos de segurança, esta teria sido a prova de não estamos seguros em sítio nenhum (como se não tivesse constantemente provas suficientes!) e mais um incentivo para ir.

 

Dia 9 colocámos as malas no carro e rumámos ao aeroporto de Sevilha, não uma, não duas, mas três vezes! Sim, porque nós esquecemo-nos sempre de alguma coisinha em casa, o que vale é que íamos com tempo.

Quando chegámos a Sevilha constatámos que ainda tínhamos tempo de ir lanchar junto ao rio Guadalquivir, namorar e tirar uma bonitas fotos. Sevilha tem mesmo uma cor especial!

 

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