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há mar em mim

há mar em mim

Adoro o Pinterest e vocês?

03.02.17 | C.S.

Ok.

Eu confesso, eu abro o pinterest e sou capaz de perder um bom par de horas a apreciar. A apreciar o quê, C.S., perguntam vocês. Pois eu garanto-vos que é um pouco de tudo. Vestidos, sapatos, malas, outfits completos, comida saudável, comida não tão saudável, decoração de todos os espaços da casa, bolos de aniversário, sugestões de exercícios físicos...tudo! O pinterest mostra-nos um mundo lindo e maravilhoso para nos prender durante horas, ficamos ali de olhos colados ao ecrã e só com um grande esforço é que conseguimos desligar.

Mas nem tudo é mau. Com tanta coisa linda, há umas que me ficam mesmo no olho e, sobretudo ao nível da decoração, inspiram-me para tornar a minha casa (ainda) mais bonita. Ahahah...

A última vontade súbita que tive contribuiu para dar um pouco de cor verde à minha sala. Fiz um terrário, onde tenho uma suculenta e um cacto, e também plantei dois cactos em canecas. Fácil, barato e o resultado final é muito giro. Se quiserem saber como fazer um, podem ver aqui.

 

O resultado foi este:

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Viagem ao Porto

02.02.17 | C.S.

Eu adoro viajar, acho que ainda não vos tinha confessado esse facto, mas é verdade. Considero que comecei a viajar tarde, por motivos que não vale a pena agora esmiuçar, mas, por essa razão, eu talvez sinta que tenho de recuperar o tempo perdido. Viajar dá-me sempre a sensação de liberdade e quando aterro num destino novo penso sempre: Eu podia viver aqui, se quisesse. É verdade que não é só querer, mas viajar dá-me a reconfortável sensação de que eu posso fazer o que quiser com a minha vida.

Em 2016 fiz três viagens, comecei por visitar o Porto, que conhecia muito mal, apenas de passagem. Visitei a ilha de São Miguel, nos Açores e, já próximo do final do ano, fiz uma escapadinha em Londres. A seu tempo falarei de cada um destes destinos.

Hoje vou falar do Porto. Há muito que desejava visitar o Porto, já lá tinha estado, mas praticamente só de passagem. Queria caminhar a pé por aquelas ruas, passear junto ao Douro e absorver a vivacidade da cidade. Fui ao Porto em janeiro e tive uma sorte tremenda com o tempo, dias de sol e a temperatura a rondar os 20 graus, parecia primavera. A cidade não me desiludiu em nada. É simplesmente linda, tem recantos com vistas soberbas e o que eu mais adorei no Porto foi descer a pé da Sé até ao rio. Que maravilha! Que ruas deliciosas! Tive a sensação que todo o encanto do Porto estava escondido e concentrado naquelas ruas estreitas, perfeitas para namorar, parar, fotografar e apreciar.

Fui ao Majestic, visitei uma cave de vinho do Porto, almocei na zona ribeirinha, fui até à foz, maravilhei-me com a ponte D. Luiz, comi uma inigualável francesinha, fui a um concerto no Coliseu, subi à torre dos Clérigos e comprei livros na livraria Lello. Tudo isto em dois dias e meio e ainda deu tempo de tomar café com um amigo dos tempos de escola e visitar o jardim do Palácio de Cristal. Foi um fim de semana que me cansou, mas que me deixou de coração cheio, porque não há nada como a sensação de conhecer o desconhecido e experienciar o melhor que isso nos pode oferecer. Deixo-vos algumas fotos que tirei, não foram poucas, porque outra das minhas minhas paixões é a fotografia.

 

Para 2017 ainda não planeei qualquer viagem, mas seguramente que alguma há-de acontecer, já ando (quer dizer, eu ando sempre...ahahah...) a estudar possíveis destinos, mas ainda está tudo em aberto.

Um dia destes hei-de falar-vos da inigualável ilha de S. Miguel.

Notícias que nos entristecem

01.02.17 | C.S.

Portugal, país do Sul da Europa, pode gabar-se de ter mais sol que a maioria dos países europeus. Certo? Concordam comigo?

 

Agora preparem-se para a parte trágica, digo eu, de um país que tem tanto de belo quanto de capacidade para nós deixar de boca aberta pelos piores motivos. Parece que Portugal ocupa o segundo lugar no que toca a mortes por frio. Leram bem, por frio. E a que se deve isto se temos tanto sol e são poucas as regiões onde neva? Deve-se, essencialmente, a dois factores: má construção das casas e o preço da eletricidade e do gás.

 

Em Portugal as casas não estão pensadas para temperaturas extremas, quer sejam altas, quer sejam baixas, o isolamento é insuficiente ou inexistente e, para aquecer uma casa, gastamos tanto em eletricidade e gás quanto um país do Norte da Europa, onde, como todos sabemos, os salários em nada se podem comparar aos portugueses.

 

Estas notícias deixam-me sempre com um nó no estômago e uma tristeza vai-se apoderando de mim. Como pode isto acontecer? Em plena segunda década do século XXI, como podem os nossos governantes permitir que sejamos destacados, constantemente, por situações tão negativas, tão desajustadas deste tempo global e tecnológico em que vivemos.

 

Apetece-me perguntar, de que adianta ser campeão europeu de futebol e entregar condecorações se os portugueses andam a morrer de frio e fome?! Podem ver a reportagem aqui

aqui

 

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