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há mar em mim

há mar em mim

Gente estúpida deveria pagar um imposto elevado, muito elevado mesmo...

21.12.17 | C.S.

Há pessoas que podem nadar em rios de dinheiro, mas não é isso que fará com que deixem de ser uns pobres de espírito. Pelo contrário...

Gente que não interessa a ninguém, mas que pela fortuna que possui dasse-lhes tempo de antena.
É o que acontece com a Sô Dona Bobone, que é, na verdade, uma aberração, mas que volta e meia dá sinais de vida.
Leiam este artigo da Sábado e constatem como ainda há mentes tão retrógradas e dementes.

Não suporto gente que julga estar acima dos outros...

O artigo está excelente.

O Delito de Opinião agora em livro

21.12.17 | C.S.

Acredito que todos os que vêm aqui conhecem o Delito de Opinião. Verdade? 

E já sabem que agora podem ter e/ou oferecer o livro do Delito? É verdade! Está tudo explicado aqui

 

Posso dizer-vos que o Há mar em mim está prestes a cumprir um ano de existência e um dos pontos altos deste primeiro ano foi, sem qualquer dúvida, o convite que recebi (e li várias vezes) para escrever no Delito. Por momentos achei que se tinham equivocado. Mas parece que não. E no dia 1 de dezembro o Há mar em mim foi ao Delito opinar. Podem ler o texto aqui

Creio que este convite demonstra bem como o Delito, que é um blogue feito por e de gente ilustre, é um local aberto a todos e onde reina a liberdade de expressão. É isso mesmo que estou à espera de encontrar também no livro, que já comprei pela módica quantia de 12,50€. Se não quiserem comprar, passem a palavra, pois isso não custa nada. 

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Eu tenho que desabafar sobre isto...

20.12.17 | C.S.

Como vão os vossos planos para a Passagem de Ano? Tudo a andar?

Eu e o A. queríamos sair, já há dois ou três anos que ficamos em casa e este ano queríamos fazer algo diferente. Mas acontece que está tudo mais do que 80% marcado. Isto não está fácil...

 

Pensámos em ir para o Porto, mas fiquei a saber quem irá atuar nos Aliados - Aurea e Amor Electro - e, como não gostamos, achamos que não vale a viagem. Ainda que o Porto valha sempre a pena, mas para isso vamos noutra altura em que os alojamentos não estejam tão caros. 

 

Pensámos em ir para o sul de Espanha, mas daquilo que tenho pesquisado, a Nochevieja faz-se, sobretudo, em festas privadas e não nas ruas, como nós gostaríamos. Queríamos algo estilo Puerta del Sol sem ter que ir a Madrid, estão a ver?

 

Por fim, pensámos em ir até à capital. Aproveitar para passear por Lisboa, ver alguma exposição, jantar num bom restaurante... Vocês sabem, não é?

Vai daí vou para o booking procurar alojamento. Não sobra muita coisa. Sobra o caro, o caríssimo e o que tem casas-de-banho partilhadas. Não me dou por vencida, continuo à procura até que vejo isto... 

 

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Pronto, desisto, não vale a pena... Está tudo louco!!!

Gosto particularmente da parte que diz: "Pequeno-almoço disponível, pague no alojamento.". Caríssimos amigos, se calhar é melhor fazerem essa refeição fora, porque uns 400€ são capaz de não chegar... 

Se calhar ficamos em casa... Outra vez!

 

#1 Uma música de Natal por noite (até dia 25)

19.12.17 | C.S.

Ontem, mais ou menos a esta hora, partilhei convosco a música de Natal d' Os Azeitonas e gostei de fazê-lo, por isso decidi que até dia 25 de dezembro virei partilhar convosco algumas das minhas músicas de Natal preferidas. Mais ou menos a esta hora...

 

Esta é a de hoje...

 

 

A montanha entre nós (talvez com um bocadinho de spoiler)

19.12.17 | C.S.

No fim-de-semana vi A montanha entre nós. Gostei. Mas devo dizer-vos que não é um filme surpreendente. Mesmo o final é algo previsível. 

(Imagem aqui)

Mas a história consegue prender-nos e sofremos com a angústia dos personagens interpretados por Kate Winslet e Idris Elba. É uma luta pela sobrevivência e leva-nos a pensar o que faríamos se nos acontecesse algo do género. 

Eu sei bem o que faria. Morria de frio, sem dúvida. 

Tenho de vos confessar que a certa altura pensei que finalmente veria o meu querido Jack, de Titanic, vingado, (jamais esquecerei que a Kate poderia ter partilhado a porta... ), mas ainda não foi desta. 

O que mais gostei do filme foram as paisagens maravilhosas. A natureza é mesmo extraordinária. 

 

Fica a sugestão... 

 

Beijocas 

Uma prenda de Natal antecipada

18.12.17 | C.S.

1998

5.º e 6.º anos passados numa escola. Agora o 3.º ciclo. Nova fase. Decido mudar de escola, com a bênção dos pais, já que a nova seria mais próxima de casa. Mas na adolescência, sobretudo nos anos 90, os verões eram longos e davam que pensar. Arrependi-me.

 

- Mãe, afinal já não quero ir para a escola nova.

- Mas porquê, C.S.?

- Porque todos os meus amigos ficaram na escola antiga. Podemos ir mudar a matrícula outra vez?

- Se é o que queres... Seja.

 

E foi. Mas em setembro uma triste surpresa. Escola antiga e já bem conhecida, mas turma nova. 

Fiquei triste. Andei triste uma semana. Passava os intervalos sozinha e as horas de almoço também. 

Foi numa hora de almoço que a minha professora de matemática do 5.º e 6.º anos reparou na minha tristeza. Perguntou-me o que se passava e eu expliquei-lhe. Tive a sorte de ela ser a vice-presidente do conselho executivo da escola, (creio que na altura chamava assim), e de simpatizar comigo. Nessa mesma tarde voltei para a turma que conhecia e onde estavam os meus amigos.

Mas as aulas já tinham arrancado. Os colegas de mesa já tinham sido escolhidos. Nada nem ninguém tinha esperado por mim. Mas não fazia mal, era ali que queria estar.

No dia seguinte, na aula de Português, aquela que duraria cinco horas se fosse eu a mandar, chega a aluna n.º 1, a miúda que ainda ninguém conhecia porque tinha andado a faltar, e senta-se ao meu lado, pois era o único lugar disponível na sala. 

 

O que se passou a seguir não me lembro. Mas sei que desde esse dia não parámos de falar. De nos entregar. De nos conhecer mais e melhor. Ela ensinou-me a gostar de Hip-Hop e eu ensinei-lhe que um pouco de lamechice não faz mal a ninguém.

 

Crescemos juntas.

 

Ficámos juntas até ao 12.º ano. Depois cada uma foi atrás do seu sonho. Ela mudou-se para Lisboa e eu para o Algarve. Mas nunca nos perdemos.

 

Em 2018 faz vinte anos que nos conhecemos e na semana passada ela convidou-me para ser madrinha do bebé dela. E eu não podia ter ficado mais feliz. 

Que bela prenda de Natal!

 

 (Imagem aqui)