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há mar em mim

25 perguntas aleatórias

Bom dia! 

Bem dispostos? Como vai essa saúde? 

Agora que já fizemos os devidos cumprimentos vamos lá a isto... 

A queridíssima Mimi gosta muito de me colocar em desafios e, por isso, aqui me têm a responder a esta enxurrada de perguntas. 

 

1. Sais de casa sem...?
Normalmente, sem maquilhagem, mas com creme hidratante, que é para a bandalheira não ser total. 

2. Alguma marca de maquilhagem preferida?
Bonito... Leram a minha primeira resposta? Conseguem adivinhar o que vou dizer? Não tenho. Geralmente peço ajuda às moças da loja e são elas que me orientam na coisa. 


3. Flor/Planta preferidas?
Gosto muito daqueles arranjos de flores campestres, mas a rosa é talvez a minha flor favorita. 

4. Loja de roupa favorita?

Adoro a Salsa. É cara como tudo, mas nenhuma outra marca tem calças que fiquem tão bem. É aproveitar os saldos...


5. Saltos [altos] ou baixos?
Baixos. Eu diria mesmo rasos. 

6. Cor favorita?
Não sou esquisita no que toca a cores, mas os azuis transmitem-nos muita positividade, acho eu... 

7. Bebida preferida?
Água sempre. Adoro café. Mas também gosto de um bom suminho natural, que seja mesmo espremido na hora. 

8. Hidratante favorito?
Neste momento o meu hidratante preferido para o rosto é da Clarins, o Hydra-Matte. 

9. Pretendes casar?
Já casei. E foi um dia memorável. Já vos falei dele aqui. 

10. Irritas-te facilmente?

Tento ser calma, mas estaria a mentir se dissesse que de vez em quando não me salta a tampa. 

11. Róis as unhas?
Já o fiz. Já ultrapassei isso há uns anos. Agora tenho as unhas sempre lindas. 

12. Já desmaiaste?

Felizmente...não. 


13. Onde estavas há 3 horas?
(21:22) Há três horas atrás estava a ver o mar. Saí da escola e apetecia-me ir ver o mar, não sentir paredes. 

14. Estás apaixonada?
Sim! 

15. Qual foi a última vez que foste a um Centro Comercial?
Há uma semana e meia, creio. 

16. Assististe a um filme nos últimos 5 dias? Qual?
Vi o Coco, da Disney, e quero-vos falar sobre ele. 

17. Como estás vestida agora?
Pijaminha. 

18. Qual foi o último alimento que comeste?
Uns 4 ou 5 cajus ao natural. 

19. Qual o teu animal favorito?

O cão. 

20. Como seriam as tuas férias de sonho?
Quero conhecer tantos sítios...

As minhas férias de sonho seriam de pelo menos um mês pela América do Sul ou pelo Sudoeste Asiático. 

21. Quais são os planos para hoje à noite?
Dormir! A noite passada (não sei porque raio!) tive uma insónia e dormir super mal e não mais que um par de horas. 

22. O que estás a ouvir agora?
O A. a fazer barulho na cozinha., penso que foi assaltar a gaveta onde tem os chocolates.

23. Colecionas alguma coisa?

O que eu gostava de colecionar era o número de cidades/ilhas/países visitados. 

 

24. Comes fastfood?
Tento não comer e normalmente sou bem sucedida. 

25. ........................................? (Vocês têm de adivinhar a pergunta...)

Dizem que sou feliz, mas que quero mais da vida. Quero sempre mais. Quero viver e não simplesmente existir. 

Adivinharam a pergunta?

 

Quem quiser responder ao desafio sinta-se, por favor, nomeado por mim, sim? 

 

Tenham um ótimo dia! 

Ainda não será desta...

Às vezes acho que na minha adolescência não vivi no Alentejo, mas sim numa bolha.

Em certos aspetos...

Já lá chego. 

Sei que isto não é uma questão de geografia. Provavelmente está mais relacionado com a humildade da família de onde provenho. 

Ir a Lisboa era algo raro.

Se o motivo fosse ir um concerto, a uma peça de teatro ou a um museu... Então, não era um motivo. Na medida em que nunca aconteceu. 

Este tipo de espetáculos não despertavam interesse lá por casa. Ouvia-se música, claro, mas não se ponderava ir à capital assistir a um concerto.

Parecia distante e caro.

Hoje escrevo-vos isto e parece-me algo estranhíssimo, mas é a mais pura verdade. 

Tenho 31 anos e nunca fui a um festival de verão.

Acreditam? Um festival daqueles que juntam muita gente e bandas de renome, sabem? Um daqueles onde toda a gente já foi?

Eu não fui.

Nos últimos anos tenho desejado ir, mas ainda não se proporcionou. 

Achei que este ano é que era. 

2018 seria o ano em que a C.S. iria a um festival de verão. 

E depois disseram que os Pearl Jam viriam ao NOS Alive. 

Ouro sobre azul.

Grande estreia.

É desta que vou!...

E depois pestanejei e todos os bilhetes tinham esgotado. 

Parece que fico em casa mais uma vez. 

Não tenho mesmo experiência em comprar bilhetes para estes grandiosos eventos...

(Imagem aqui)

 

(Eu sei que os bilhetes já esgotaram há imenso tempo, não sou assim tão ingénua. Não pensem que fui à procura de bilhetes ontem. Mas ontem é que me apeteceu escrever sobre o assunto.)

 

#6 Banalidades

Bom dia! 

 

Como estão? Devo dizer-vos que não tenho praticamente nada (ou nada mesmo) de interessante para vos contar. 

O meu fim-de-semana foi tremendamente aborrecido. Não viajei, não fui a "brunchs", não organizei o armário por cores, não corri 5km... Já perceberam onde quero chegar? A minha vida não é a mais interessante do mundo... 

Limitei-me a ficar em casa à base de chás, lenços de papel, sprays nasais e um ou outro paracetamol. Tentei não quebrar a dieta e devorei a Teoria do Big Bang como se não houvesse amanhã. Nem me apeteceu corrigir testes... Mas convenhamos, mesmo sem estar ranhosa e sem sentir dores no corpo todo, nunca me apetece, sobretudo, ao fim-de-semana. 

É triste a vida de uma professora mal paga que contrai vírus com extrema facilidade. 

(Imagem aqui)

 

Boa semana, sim? 

Notícias que entristecem: O Tejo

Estou a ver as notícias e acabo de ver imagens penosas do Tejo.

O rio está poluído e o problema já não é de agora. Mas parece que é agora que está a atingir níveis de poluição elevadíssimos. 

É o habitat de tantas espécies que é destruído, a população que sai afetada também e tradições que são destruídas. Os pescadores do Tejo já não pescam lampreia. Dizem que a água não está em condições e que ninguém pega no peixe. 

É triste chegar a este ponto. É lamentável que os sucessivos governos nunca se tenham ocupado de tal problema. Logo o Tejo, que não é um rio qualquer. Logo o Tejo, que banha a cidade europeia da moda...

(Imagem aqui)

Aproveitem a sexta-feira e bom fim-de-semana

Bom dia!

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(Imagem retirada do Pinterest)

 

Como estão por aí?

A pensar no fim-de-semana? A conversar com o colega do lado sobre o frio que se faz sentir? A sonhar com o verão?

 

Eu estou a preparar-me psicologicamente para me ir sentar na cadeira do dentista daqui a uma horinha... 😱

 

Vou entrar no fim-de-semana com um sorriso mais bonito! 😊😋😉😋

E ainda estou a pensar na forma como o episódio de ontem de This is Us terminou... Não se faz... Queria mais!!! Apesar de saber da tragédia que aí vem... 

 

 

 

Beijocas 😘

Lucky, o filme que me fez comprar um livro

Lucky é um filme tocante. Oferece-nos como personagem principal um homem de 90 anos, que vive na sua pacata cidadezinha desértica, dos E.U.A.. Todos os dias cumpre a sua rotina, sem grandes inquietações. Contudo, uma inesperada queda na sua cozinha fá-lo refletir sobre a sua vida e o que o rodeia. São as inquietações de quem sente que está a chegar ao fim da linha. 

Creio que é impossível ver este filme e não refletir sobre a nossa própria existência. De onde vimos e para onde vamos. Como queremos chegar. 

Lucky é um filme sobre uma pessoa comum, que encontra prazer nas pequenas coisas do seu quotidiano. E a certeza de que o fim está próximo deixa-nos uma angústia latente, que compartilhamos com Harry Dean Stanton, o ator que dá vida a este filme, que serviu para Stanton se despedir do público. 

Lucky é ateu, mas alguns fragmentos do filme remetem-nos para a cultura Budista. Por isso, fiquei uns dias a digerir o filme e depois fui comprar este livro:

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 Já o comecei a ler. Creio que é um livro que me deixará mais perguntas que respostas, mas refletir é preciso. Certo? 

 

Tenham uma ótima quinta-feira! 

Olá! Olá!... Novidades.

Como estão?

Tenho saudades vossas, saudades deste cantinho. 

 

Venho desabafar convosco, posso?

 (Imagem aqui)

No final de agosto, (alguém se lembra?), propus-me a experimentar um novo estilo de vida, intimamente relacionado com a comida, do qual vos falei aqui e aqui. Entretanto, calei-me bem caladinha e nunca mais vos falei do assunto. 

 

Alguém consegue adivinhar porquê? Pois...

(Imagem aqui)

 

No que toca a mudanças na alimentação e nas nossas rotinas, creio que todos estamos de acordo em admitir que elas nunca são fáceis, certo? 

Agora acrescentem à minha fragilidade, da altura, o facto de deparar-me com um artigo, creio que da Visão, a deitar completamente por terra a ideia da dieta paleo. Eu que andava desesperada por um belo pedaço de pão e a habituar-me ao novo local de trabalho, tive muita facilidade em cair em tentação. E a partir do momento em que caí em tentação foi uma bola de neve a rolar pela montanha descontroladamente. 

Resultado? Estou exatamente onde comecei, ou seja, onde estava em agosto. Sinto-me igualmente inchada e com vontade de mudar. Por isso, ontem voltei a controlar aquilo que como. 

Passaram 24h e sinto-me bem. Gostava que desta vez é que fosse a sério. Gostava que desta vez fosse para sempre. 

 

Beijinhos

#5 Banalidades

Bom dia! 

 

Como estão? 

 

(Imagem aqui)

 

- Sair da cama, no inverno, é um verdadeiro terror. Pelo menos para mim. Todos os dias sofro imenso enquanto o despertador vai tocando uma e outra e outra vez. Sim, só salto da cama à terceira.  E depois ando a arranjar-me à pressa... Pareço um ciclista a fazer um contra-relógio na Volta a Portugal. 

 

- Janeiro tem má fama, mas este até não está a ser mau, diria que até está a passar relativamente rápido. Posso estar a alucinar ou andar a apreciar demasiado o pôr-do-sol... Não sei. Julguem vocês... 

 

- Ontem vi um filme daqueles que dura em nós mais tempo do que a sua verdadeira duração. A seu tempo falarei dele. Hoje estou a digeri-lo. 

 

- Vi aquele programa polémico da SIC. Impressões com que fiquei:

1. não é preciso um programa de tv vir dizer-nos que a culpa do mau comportamento dos miúdos é da educação (ou falta dela) que os pais lhe dão;

2. acredito que para as crianças terem uma equipa de televisão a filmá-las no seu pior não seja fácil e que são colocadas num stress acrescido;

3. penso que quem recorre ao programa esteja desesperado;

4. acho positivo que este programa coloque toda a gente a falar de educação e a pensar sobre ela;

5. acredito que muita gente desligou a tv para não ver as suas falhas espelhadas em horário nobre. 

 

Um pôr-do-sol motivado por vocês

Ontem partilhei convosco uma fotografia do pôr-do-sol de anteontem. 

O pôr-do-sol estava fantástico, a foto é que não. Foi tirada com o telemóvel, porque tinha ido caminhar e, claro, não levei a minha Canonzinha. Arrependi-me.

Depois, todos vocês, na vossa imensa simpatia e bondade, disseram-me nos comentários que a foto estava gira. E eu peguei no meu arrependimento e fui passar o final de tarde na praia. Um dos meus lugares felizes. 

Coloquei a Canon em modo Manual e fomos felizes juntas. 

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 Estão longe da perfeição, mas cada vez gosto mais de fotografar e estas fotos deixaram-me feliz. 

Jungle e The Glass Castle

Jungle 

Este filme é baseado em factos verídicos e conta-nos a história de um jovem, de espírito aventureiro, que viaja até La Paz, na Bolívia, em busca de vivências autênticas e inesquecíveis. Em La Paz conhece outros dois jovens que o acompanharão numa incursão pela selva, guiados por um homem mais velho que é, na verdade, o impulsionador da perigosa aventura. 

Eu gostei bastante do filme e do desempenho de Daniel Radcliffe, que nos leva a viver momento angustiantes devido à situação difícil em que se mete. Uma verdadeira luta pela sobrevivência.

Será que todos conseguem sair da selva com vida?

 

The Glass Castle 

Este é um filme que mexe com as nossas emoções e foi por isso mesmo que gostei tanto dele. 

Conta-nos a história de uma família pouco convencional constituída por os pais e quatro filhos - três raparigas e um rapaz. A ação divide-se entre o tempo presente e o passado, permitindo-nos saber que os quatros irmãos tiveram uma vida de carências e privações. 

Poderá o amor vencer as adversidades? Há mágoas que duram para sempre? Podemos fingir ser algo que não somos?

Estas são só algumas das questões que este filme levanta.

 

 

 

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