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há mar em mim

há mar em mim

10 casacos que eu comprava JÁ!

18.10.18 | C.S.

Bom dia, gente gira! 

 

Como estão? O Algarve hoje está pintado de cinzento e as temperaturas baixaram bem. O que é que isto nos traz? 

Nostalgia?

Vontade de ficar em casa?

Uma grande neura?

 

Nada disso! 

 

Uma vontade enorme que ir comprar um casaco! Lindo e quentinho... 

Quem alinha?

 

Deixo-vos aqui algumas sugestões:

 

Da Salsa duas opções que são garantia de sucesso (129€ e 149€):

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 (Imagens aqui)

 

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 (Imagem aqui)

 

Da Mango duas opões cheias de estilo para um look casual (99,99€ e 59,99€):

 

(Imagens aqui)

 

Da Massimo Dutti duas opções com preços bem diferentes (99,95€ e 249€):

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(Imagens aqui)

 

Da Desigual duas opções para quem gosta mais de arriscar (129,95€ e 149,95€): 

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 (Imagens aqui)

 

Da Promod duas opções mais em conta (79,95€ e 69,95€):

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(Imagens aqui)

 

Gostam da seleção que fiz para vocês? Sentem-se inspirados? 

 

 

Boa quinta-feira! 

 

 

(Se quiserem encontrar os casacos on-line basta carregar no link das imagens.)

O Fernando

17.10.18 | C.S.

Fernando ia sentado no comboio, absorto nos seus pensamentos, mas sobretudo nas suas angústias. Regressava a casa numa hora que não era de ponta, facto que não invalidava que o comboio fosse bastante composto. 

Se alguém perdesse um pouco do seu tempo, naquele final de tarde gélido, e reparasse na postura de Fernando, rapidamente repararia que ele era a figura de um ser humano derrotado. Vencido pela vida, era assim que Fernando se havia sentido nos últimos anos. Às vezes, quando o pessimismo não o consumia por completo, Fernando tentava dar algum sentido à sua existência, mas deixava-se vencer demasiado rápido. 

É verdade que a vida não havia facilitado as coisas para Fernando. Tinha uma cara comum e só a cor dos seus olhos constituía um traço distintivo, eram de um verde azeitona profundo. Havia herdado os olhos da mãe que o abandonou quando ele tinha três anos de vida e o mundo todo por descobrir. Esse acontecimento fez com que Fernando usasse fralda até muito mais tarde do que era suposto. 

Fernando ficou aos cuidados do pai, que sempre se esforçou para que nada lhe faltasse, mas que era escasso em demonstrar afeto. Até entrar para a escola passava os dias com a avó paterna, uma senhora que cheirava sempre a tabaco e que dividia a sua casa com cinco gatos. Garantia que a comida não faltava ao neto, mas todo o cuidado que tinha para com ele não passava disso mesmo. 

Na escola Fernando era um aluno mediano e tinha dificuldade em fazer amigos. Fazia muitas conversas na sua cabeça, mas era quase sempre incapaz de as concretizar. Os professores pareciam não reparar muito nele, pois não arranjava conflitos e não tinha notas que o colocassem nos extremos. Era quase esquecível. Amou pela primeira vez no 10º ano. Bruna. A única rapariga que um dia lhe disse que ele tinha os olhos bonitos. 

Após concluir o secundário, Fernando entrou no mundo do trabalho, exatamente no mesmo ano em que o seu pai adoecera e falecera. Perdeu a única pessoa que parecia preocupar-se com ele minimamente. Fernando ficou entregue a si próprio. 

Trabalhava com afinco, era cumpridor e pontual, nunca faltava. Na sua cabeça haviam questões que o assombravam uma e outra vez, uma e outra vez, uma e outra vez... "Para que sirvo? O que ando cá a fazer? Se morrer ninguém sentirá a minha falta.". 

Foi imbuído nestes pensamentos que Fernando decidiu que no dia em que fizesse 30 anos celebraria colocando fim à sua existência. 

Era hoje, 14 de novembro, Fernando ia para casa para celebrar como havia prometido a si próprio. 

O comboio parou. Ainda faltavam quatro paragens para o destino final. Fernando sentiu uma mão pousada no seu braço, piscou os olhos antes de virar a cabeça ao ouvir:

- Fernando? - questionou uma voz doce e confusa.

Fernando tinha a certeza que não era com ele que falavam. Nunca era, por isso encarou-a com os seus olhos verdes cheios de perplexidade e não conseguiu sequer soltar um som.

- Fernando? És tu! És mesmo tu. - a voz da rapariga parecia entusiasmada e Fernando sentia-se a ter uma experiência fora do corpo. 

- Sou eu, a Bruna. Lembraste de mim? Fomos colegas no liceu, no 10º ano, mas eu depois mudei de escola...

- Bruna? - interrompeu-a Fernando, quase em surdina. 

Lembrava-se. Claro que se lembrava. Como podia havê-la esquecido? Estava mais bonita que nunca. Sempre tivera um sorriso doce. 

- Sim, sou eu. Que surpresa encontrar-te aqui. Como estás? - questionou ela casualmente. 

Que poderia ele responder? Não podia admitir que ia a caminho de casa para colocar em prática o seu plano de suicídio. Em vez disso disse-lhe:

- Julguei que nunca mais te iria encontrar. 

- Foi pena eu ter mudado de escola. O meu pai arranjou um novo trabalho, tivemos de mudar de casa. Eu gostava tanto de ti... - admitiu ela enquanto sorria e um rubor cobria-lhe as faces.

Fernando estava em choque. Sentiu uma descarga no seu corpo. Nunca ninguém lhe havia dito que gostava dele. E não esperava que a pessoa que o fizesse fosse a rapariga mais bonita e simpática que pisava o planeta Terra.

Aos poucos o seu plano ia-se desvanecendo. Fernando sorria, parecia ter voltado à vida ainda antes de morrer. 

(Imagem aqui)

Uma canção fofinha

16.10.18 | C.S.

O trabalho tem sido muito e cansativo, sobretudo, porque o meu nariz continua no seu retiro, abandonou-me e deixou-me a respirar mal. A voz continua enrouquecida e os lenços de papel têm sido os meus melhores amigos.

Imaginem como é dar aulas a 25 miúdos nestas condições... 

Cansativo! Mais que o normal... 

Nestas alturas é que compreendo como a minha profissão é exigente para as minhas cordas vocais. 

 

Por isso e porque não quero terminar o dia com baixo astral, decidi vir aqui partilhar convosco uma canção bem fofinha. 

És todas as histórias

E todos os clichés

Todos os romances de era uma vez

És o amor eterno

De Pedro e Inês

Coisa mais bonita que Deus fez

 

Nesta canção as vozes de Carolina Deslandes e António Zambujo casam na perfeição. 

 

Tenham um ótimo final de dia. 

A dúvida que persiste

15.10.18 | C.S.

Em novembro de 2017 pedi-vos prós e contras sobre um assunto delicado: filhos. Praticamente passou-se um ano e eu estou exatamente na mesma em relação a este tema. E não sou só eu, claro. Eu e o A.

Existem momentos em que eu nem penso no assunto, mas depois lá vem outra vez à memória e as dúvidas são sempre as mesmas. É um assunto sobre o qual gostava tanto de ter uma resposta clara, mas não tenho, longe disso.

Se sou incapaz de dizer que tenho 100% de certeza que não quero ter filhos, sou igualmente incapaz de afirmar que os quero ter e quando quero que isso aconteça. 

Tenho 32 anos. Quer queiramos, quer não a idade neste assunto conta, sobretudo nas mulheres. 

Se eu fosse perguntar à C.S. de 20 anos, sei exatamente qual seria a resposta dela: "claro que sim, claro que vou ter filhos." Então o que mudou?

Eu mudei. 

A forma como vejo o mundo mudou. 

O que sonhava aos 20 transformou-se. 

Apaixonei-me. Casei-me. Amo e sou amada. 

A verdade é que não sentimos a falta de mais ninguém. 

Toda a gente diz que os bebés são lindos, cheirosos, maravilhosos, que trazem alegria sem fim, (e eu concordo com tudo isto). Mas...

Há sempre um mas...

O mas da responsabilidade, do medo que se ganha, das noite mal dormidas, do dinheiro muito mais racionado, dos horários, da falta de tempo para as nossas próprias necessidades, das despesas acrescidas quando se viaja...

Um mas que pode não significar nada quando a criança disser "mamã" ou "papá", mas que para mim ainda pesa muito. Na verdade, ainda é um mas gigante. 

Tenho consciência que estas dúvidas podem nunca desaparecer e que o tempo pode ir passando e eu ficarei à espera de uma resposta que nunca chegará. Mas como se pode dar o passo em frente com estas interrogações e inquietações? 

(Imagem aqui)

 

 

Alguém por aí com as mesmas dúvidas? 

Alguém por aí que tenha 100% de certezas no que toca a este tema?

(Ah!...já agora... É imaginação minha ou a maternidade está na moda no instagram? Tudo o que é blogger está grávido ou tem um bebé. Sonhei?)

 

Tenham uma ótima semana. 

 

Faringite e séries

14.10.18 | C.S.

Como está a ser o vosso fim de semana? 

Espero que o Leslei não tenha feito estragos para os vossos lados. No Algarve tivemos uns minutos de chuva forte, mas não passou disso. Ainda bem. Mas por aqui não havia qualquer aviso. 

Eu estou praticamente de quarentena. Tenho estado a recuperar de uma faringite, à qual se junta a minha arqui-inimiga sinusite e têm sido uns dias de dor de garganta, dor de cabeça, fungadelas, nariz entupido, espirros, lenços, medicamentos, chá quente... Enfim, todas essas maravilhas que eu tão bem conheço. 

Mas, como em tudo na vida, há um lado positivo em estar neste estado. Sabem qual é? Adivinham? 

(Imagem aqui)

 

Esse mesmo! Ver tv. Vegetar em frente a um ecrã. Assim! Mesmo como na imagem... De boca aberta para que se possa respirar, já que o nariz tornou-se inútil. 

E graças a este fim-de-semana com sabor agridoce, (já que podia vegetar sem a dor de cabeça e o nariz a cumprir a sua função), lembrei-me de vir aqui dizer-vos quais as séries que ando a acompanhar. Quem sabe se não vos inspiro a ver alguma... 

Vou falar-vos de séries que ainda estão a decorrer ou que já terminaram, mas que eu só agora estou a ver. 

 

1. Game of Thrones

Já falei desta série. Já todo o mundo falou dela. É a melhor. Winter is coming e que venha 2019. Que venha a última temporada, porque será, seguramente, arrebatadora. 

 

2. This is us

Vai na sua terceira temporada e creio que já todos nos apaixonamos por esta família. Quem é que não deitou uma lagriminha com a morte de Jack? Falei-vos desta série aqui e aqui

 

3. Downton Abbey

Só agora ando a acampanhar, na Netflix,os enredos da vida dos Crawley. Já vou na 5ª temporada e estou a gostar muito de ver este retrato da aristocracia inglesa e dos seus empregados. 

 

4. The Big Bang Theory

Está a decorrer a sua 12ª e última temporada. Creio que é a série de comédia que mais sucesso alcançou. Sheldon e os seus amigos conseguiram manter-nos sempre presos ao ecrã, mas sem nunca perder a qualidade. Vão deixar saudades. 

 

5. Black Mirror

Esta série, que agora pertence à Netflix, é de ficção científica e, apesar de ter visto poucos episódios até ao momento, tem-se revelado extremamente interessante. Faz-nos pensar sobre a nossa sociedade, sobre a tecnologia, as redes sociais e o futuro. Para onde caminhamos? 

Esta série tem a particularidade de não ser sequencial, cada episódio conta-nos uma história isolada e cujo desfecho é conhecido. 

 

6. The Resident 

Eu gosto de séries de hospitais e médicos. Gostei de E. R. (Serviço de Urgência) e Grey´s Anatomy foi durante muito tempo uma das minhas séries de eleição, (mas hoje em dia já me cansei do Seattle Grace), por isso tinha de ver The Resident. Por isso e porque um dos protagonistas é Matt Czuchry, por quem eu confesso ter uma crush desde os tempos em que ele era Logan Huntzberger em Gilmore Girls

O que mais me agrada em The Resident é o facto da série abordar a questão económica na área da saúde. Cada vez mais os hospitais são geridos como empresas, para gerar lucro e esta série coloca a nu esse tema. 

 

Estas são as 6 séries que vejo de momento, não estão numeradas por ordem de preferência e recomendo-as a todas. 

Já ando a de olho na nova série espanhola da Netflix, Elite. Será a próxima e acho que promete...

 

E vocês? Recomendam-me alguma? 

 

Bom domingo. 

 

(Atualização)

Apercebo-me agora que deixei uma ótima série de fora da lista e tive de vir aqui corrigir o meu erro. Trata-se de:

 

7. Modern Family

Uma série de comédia que se tem mostrado inovadora, (não me esqueço do episódio que foi passado, todo ele, em frente ao monitor do computador de Claire), e que ainda não deixou de ter piada. Há anos que acompanho as aventuras dos Pritchett e dos Dunphy. Apercebo-me agora que a 10ª temporada já deve ter começado... Iupi!

Feliz com algo banal...

11.10.18 | C.S.

Chove lá fora. 

O céu está cinzento.

Hoje as temperaturas não devem ir além dos 21 graus. 

E eu sinto-me feliz.

Redondamente feliz.

Feliz por este tempo. 

E feliz, tal não é a redundância, por me aperceber que conservo em mim a capacidade (ou ingenuidade) de me surpreender com as estações. 

Sempre tive dificuldade em dizer qual é a minha preferida. 

Sim, adoro o verão. Adoro o mar no verão. O pé na areia. O biquíni. Os dias grandes. A descontração das férias...

Mas também adoro o outono e a sua nostalgia. Estas manhãs frescas. O regresso às bebidas quentes. As castanhas...

Já o inverno traz consigo o Natal. O brilho. Os sonhos. Os fins-de-semana de manta e filmes. A roupa quentinha...

E depois vem a primavera, que parece sempre um despertar. Traz o verde e as flores. Os dias que se parecem alongar...

Gosto de tudo isto. Apercebo-me.

E sinto-me feliz por ainda me deixar animar por algo tão banal como as estações. 

 

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(Imagem aqui)

Sonhos matinais

09.10.18 | C.S.

Sinto o frio da manhã. 

Sorrio. Tinha saudades dele. 

Lá fora já há barulhos sem fim...

...a vizinha que tira o carro da garagem para levar a miúda à escola.

...os passarinhos que cantam na inocência da sua existência.

...uma mota que acelera sabe-se lá para onde...

...o cão do prédio da frente que quase nunca ladra, mas que agora está a fazê-lo com fervor.

A vida a avançar. Todas as manhãs ao seu próprio ritmo.

A vida a pulsar. Todos os dias, sem exceção.

Espreguiço-me. 

Também está na hora de eu avançar. 

É hora de calçar os sapatos rasos e enfrentar a loucura que me espera assim que atravessar a porta. 

Faço-me à vida.

Com o que tenho. 

Com o que sonho ter.

Faço-me à vida.

Na esperança.

Sempre na esperança de alcançar o mundo, por inteiro. 

Conhecê-lo. Torná-lo meu. 

O mundo. Tão grande. Imenso. 

E, no entanto, tão ao alcance. 

Meu. 

Teu. 

Nosso.

O mundo todo. 

Nosso e para sempre. 

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(Imagem aqui)

Vamos lá relembrar...

08.10.18 | C.S.

...que todas as segundas-feiras acabam.

...que há muitos bons livros por ler.

...que um mergulho no mar é gratuito. 

...que o café não está em vias de extinção.

...que sempre haverão novas músicas que ficam no ouvido.

...que o verão voltará daqui a uns meses.

...que podemos sempre rever os melhores filmes e também as melhores séries.

...que é muito fácil obter dois dos melhores cheiros do mundo: roupa lavada e um bolo acabado de fazer.

...que o Natal está a chegar.

...que a combinação de chuva+sofá+filme será sempre perfeita.

...que sorrir é sempre o melhor remédio. 

...que...

 

(completem com uma frase à vossa escolha nos comentários e tenham uma ótima semana!)

 

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(Imagem aqui)

19. Coisinhas que me irritam

04.10.18 | C.S.

Ahhhhh... Que saudades que eu tinhas desta espécie de pseudo-rubrica! 

 

E qual o motivo da minha irritação de hoje? 

 

Qual? 

 

Tchanammmmmm...

Não posso mais! Que praga! 

 

Todos os dias, na escola, devo ouvir este lixo mais de vinte vezes. Porquê? Porque os miúdos, em tudo o que é intervalo, metem isto, em loop, no volume máximo dos seus telemóveis. E cantam! E cantam, senhores!!! 

 

Com tantos nomes de qualidade que a música portuguesa tem para nos oferecer porque razão tinha logo isto de cair em graça? 

 

Até na Rádio Comercial eu já ouvi isto! 

 (Imagem aqui)

 

Deixo aqui o apelo... Pela minha sanidade mental, por favor, acabem com isto! Ou paguem-me um psicólogo de qualidade. 

 

Odeio o Toy! Pronto, já disse... 

 

 

A ilha de Fuerteventura

03.10.18 | C.S.

Em julho estive oito dias nas Canárias, na ilha de Fuerteventura. Sim, é verdade, este ano voltei às Canárias. Porquê? Simples. Conseguem-se fazer umas boas férias sem pagar preços exorbitantes neste cantinho do mundo, as praias são lindas e variadas, (praias de areia branca, praias vulcânicas, praias com pedrinhas brancas que parecem pipocas, praias com esquilos...), não há aglomerado de turistas e temos tempo para desfrutar da ilha, sem stress, que é palavra que não se quer associada a uma férias. 

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A ilha de Fuerteventura, na minha opinião, encontra-se em estado mais selvagem que a ilha de Lanzarote, (que visitei em 2017). Lanzarote tem um plano de ordenação, uma série de regras que têm de ser cumpridas para conservar a ilha tal como está, facto que a torna mais bonita aos olhos. No entanto, em Fuerteventura é mais autêntica! Tem ainda muitas estradas que não têm asfalto, tem um bairro de caravanas clandestino, no norte da ilha, onde vi crianças a correr atrás de uma bola, descalças, genuinamente felizes. Tem praias que não estão nas rotas turísticas e que só indo à sorte é que nos deparamos com elas. E como valem a pena!

 

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Fuerteventura é a ilha das praias belíssimas, extensos areais e o Atlântico em todo o seu esplendor. Uma ilha de vulcões e dunas.

 

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É árida e quente, não fosse ela estar a pouco mais 100km de distância de África e receber, daquele continente, as suas areias de presente. Areias que vêm do Saara e que se alojam na zona de Corralejo. 

As suas gentes vivem de forma simples, indo buscar os seus rendimentos ao mar e ao turismo. A vida é mais lenta nas Canárias. Há tempo para tudo, até para respirar e absorver o que nos rodeia. 

 

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Eu e o A. adorámos estas férias. Infelizmente, parece-nos que já foram há imenso tempo. Eu ia já outra vez...

Mas para o ano já concordámos que nos vamos tentar afastar de território espanhol. Ainda que eu adore Espanha e me sinta sempre em casa, quero algo diferente.

 

Este ano voltámos às Canárias porque o A. adorou Lanzarote, eu também, mas ele ainda mais. Ficou encantado com a ilha e só falava em voltar, por isso fomos conhecer a ilha ao lado. Sei que havemos de regressar às Canárias, certamente, mas julgo que não será no futuro mais próximo.

 

Veremos...