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há mar em mim

há mar em mim

Na sexta-feira passada...

22.01.19 | C.S.

A sexta-feira que passou foi um dia difícil para mim, pois tive uma situação muito tensa no trabalho. Mas como os nossos dias têm sempre algo de positivo, ao chegar a casa tinha uma surpresa. Na verdade era uma prenda que a jb - Comércio Global decidiu oferecer-me. Nem sei porquê... Ao que parece andaram pelo há mar em mim, gostaram do que viram e quiseram presentear-me. Que máximo, não é? Ficaram surpreendidos? Pois, é normal, eu também fiquei. 

 

A prendinha foi o livro de viagens, de Gonçalo Cadilhe, Passagem para o Horizonte. Tenho outros dois livros deste autor português e quero muito ler este. Talvez o leve para as minhas próximas férias... É um livro sobre uma volta ao mundo de mochila às costas. Como não ficar entusiasmada com este tema? 

(Imagem aqui)

 

Não conhecia a jb - Comércio Global mas entretanto fui pesquisar, como devem calcular. Trata-se de uma empresa 100% nacional, de Vila do Conde, que já conta com 20 anos de história e na sua página apresenta-nos variadíssimos produtos, desde brinquedos, passando por artigos de papelaria e terminando nos livros, há muito por onde escolher. Se puderem espreitem a página deles e as coisas giras que há por lá. 

 

Beijinhos e boa terça-feira, gente gira! 

A minha Bucket List

21.01.19 | C.S.

Hoje é segunda-feira e em vez de passar o dia a lamentar-me decidi parar e pensar um pouco sobre a minha Bucket List, que é como quem diz: a lista de coisas que gostaria de fazer antes de morrer. Nunca fiz nenhuma e parece que hoje será o dia. 

 

Acho gira esta ideia de lista de desejos. Creio que é importante ter sonhos e não deixar que eles morram e organizá-los ajuda-nos a ter uma ideia do caminho que temos de percorrer. Na Bucket List cabe tudo, não há ideias demasiado loucas ou impossíveis, porque os sonhos não têm limites, como vocês sabem.

 

Sonhar não custa e aproveitar o momento também não. Deixo-vos uma das frases mais célebres de umas das minhas séries preferidas de sempre que creio que ilustra bem o espírito de uma Bucket List.

(Imagem aqui)

 

Quem quer viver 100 anos sem ter vivido realmente? Ninguém. Não é? Por isso temos que fazer com que o nosso tempo valha a pena. 

 

Vamos lá à minha Bucket List:

 

1. Conhecer, pelo menos, uma cidade de cada país da Europa.

2. Ir a Nova Iorque.

3. Passar um Natal num Chalé nas montanhas.

4. Ir ao México.

5. Visitar Machu Picchu.

6. Ir a Cuba.

7. Fazer um Safari na Tanzânia.

8. Escrever um livro.

9. Ver uma aurora boreal. 

10. Ir ao Brasil. 

11. Viajar pelo Sudeste Asiático.

12. Saltar de paraquedas.

13. Ver a palavra "Hollywood" em Los Angeles. 

14. Mudar de cidade.

15. Ver o céu estrelado no deserto.

16. Andar de helicóptero. 

17. Nadar nas águas de Zanzibar.

18. Conduzir umas centenas de kilómetros na Route 66. 

19. Ir a um restaurante que tenha estrelas Michelin.

20. Viajar pelas Cinque Terre.

21. Mergulhar na Lagoa Azul na Islândia.

22. Fazer uma viagem sozinha. 

23. Fotografar um pôr-do-sol na África do Sul. 

24. Comprar uma mala icónica e intemporal. 

25. Renovar os votos de casamento quando celebrarmos 25 anos. 

 

#3 Traçados dos dias

19.01.19 | C.S.

Hoje é sábado e eu deixei-me ficar na cama até tarde. Porquê? Porque posso, porque chuviscava lá fora e porque me dói o corpo do treino de ontem. Também me dói um pouco a alma, mas isso é outra história. Uma que vocês não querem ouvir ou uma que eu não vos quero contar, nem sei bem. 

O A. saiu para trabalhar bem cedo. Saiu sem um ruído. Sem eu dar conta. Não sei como é que ele é capaz de tal façanha, sair da cama sorrateiramente para não me acordar. Mas amo-o também por isso. E ele sabe. 

Espera-me uma tarde de trabalho. Testes. Tenho de fazer novos, para segunda, e tenho de corrigir os que já foram aplicados. Inevitavelmente a mente viaja-me para umas férias que ainda estão longínquas, mas não me posso deixar levar...

Tenho de ir, porque o trabalho não se faz sozinho e os professores não corrigem testes atirando-os ao ar, para cima de um tapete ou da cama ou seja qual for a piada que já tenham ouvido neste sentido. É falsa. Altamente falsa. E irritante também. 

A rádio Smooth, (não conhecem? Deviam. Carreguem no link.), e uma chávena de chá preto, (enquanto estou sem máquina de café), fazem-me companhia enquanto trabalho. 

(Imagem aqui)

 

Quanto a vocês, tenham o melhor sábado possível. 

É o karma! Só pode... | Alguém me ajuda?

18.01.19 | C.S.

É verdade! Eu confesso. A vocês e ao universo. Eu admito!

(Imagem aqui)

Estou um bocado farta do meu smartphone! Estou! Mas tinha de começar a dar problemas maiores agora? Agora mesmo? Após o Natal?!

Tenho lá eu dinheiro para outro?! Sou só uma professora contratada que o máximo que já gastou num telemóvel foi 199,99€, precisamente neste Asus Zenfone 3 Max, aka Meu Grande Inútil. 

 

(Imagem aqui)

 

O Meu Grande Inútil tem 2 anos e já há muito tempo que não funciona em condições, (Aliás! A sua câmara foi uma desilusão desde o início!), no que toca à minha aplicação preferida, Instagram, (não sei porquê, mas eu não tenho todas as funcionalidades que vocês, seus sortudos, têm, nunca tive. E trava, senhores! Ah como o desgraçado bloqueia! ), para além disso, agora deu em apitar durante as chamadas. Isso mesmo! Apita! Um apito contínuo, baixo e irritante, como que a testar a minha paciência. Como que a dizer-me: "Vá... Vá! Vamos lá ver quanto tempo aguentas sem mandar comigo à paredeeeeeeeeeeeeeeiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii...". E não sou só eu que ouço o apito, quem está do outro lado também ouve, mas nem sempre em contínuo, como eu. Que desespero!

 

Tivesse eu dinheiro a sobrar-me e já o tinha afogado na sanita. Juro! Mas como não tenho, espero que o karma pare de me castigar, por já o querer rifar há tanto tempo , e permita que o danadinho se aguente mais uns meses. 

 

Tudo isto estaria resolvido se eu tivesse ganhado, como me covenci que aconteceria, o sorteio que a página Pplware, do Sapo, levou a cabo por alturas do Natal, cujo prémio era, nada menos, que o Huawei P20 Pro. Cheguei a imaginar-me com o melhor smartphone de 2018 nas mãos... Cheguei a visualizar a minha vida exatamente na mesma, mas agora com acesso a tecnologia de ponta. Mas não. Entregaram-no a uma pessoa qualquer super desinteressante, certamente. Enfim... 

 

Por acaso não têm nenhuma ideia milagrosa que me resolva este problema ainda hoje, pois não? Bem me parecia...

 

É triste ser pobre, não é?

 

Tenham um bom fim-de-semana, eu vou passar o meu a lamentar-me, não tenham dúvidas.

 

 

Ajudem-me, estou viciada nesta!

17.01.19 | C.S.

Já ouviram esta nova música do António Zambujo? É linda.

Atentai, minha gente!

O curioso é que, quando a ouvi com ouvidos de ouvir, disse para o A.: "Esta letra... Esta letra foi escrita pelo Miguel Araújo!" e com uma rápida pesquisa no Google o meu palpite tornou-se certeza. Que grande dupla que eles são! Adoro!

 

E adoro especialmente estes versos:

Amadeu desanimou

Um dia quis ver o céu

Benzeu-se com o chapéu 

E voou.

 

Isto é poesia. Quem me dera escrever assim, é o que vos digo, meus amigos...

 

Sabes lá tu o que é ser eu!

16.01.19 | C.S.

E tu sabes lá!...

Sabes lá o que é andar sempre à pressa, 

ter a cabeça a prémio só por existir. 

Tu sabes lá!...

O que é chegar a casa já de noite,

não ter tempo para mais nada que não seja subsistir. 

E tu sabes lá!...

As horas que passo acordado,

a pensar, desesperado, numa forma de escapulir. 

Tu sabes lá!...

Não sabes o que farias se fosses eu. 

Não sabes minimamente o que me corroeu. 

Tu não sabes. 

Não sabes o que é entregar o coração diariamente.

Não sabes o que é viver doente.

Não sabes que te amo desesperadamente. 

Não sabes que o meu amor sempre te pertenceu.

Tu não sabes.

Simplesmente não sabes.

Sabes lá tu o que é ser eu!

(Imagem aqui)

15 de janeiro é o dia do meu Pai

15.01.19 | C.S.

Faz hoje anos o meu pai. Gosto tanto dele. 

É um homem simples. Sempre quis coisas simples da vida, mas nem sempre a vida lhe sorriu. 

Tem os valores certos e soube transmiti-los. A mim, à minha irmã, à minha sobrinha. Sempre pronto a estender-nos a mão. É um pai excelente, com algumas sombras, é certo, mas quem não as tem?

Acompanhou-me sempre nos primeiros anos, diz que mudou muitas fraldas e eu acredito nele, fazia jogos comigo e entretinha-me. Disso lembro-me bem. Levou-me à escola tantas vezes. Largou uma lágrima a primeira vez que me viu com o traje universitário e também queimou as fitas comigo. Abraçou-me cheio de orgulho quando saí de casa para dar aulas pela primeira vez. Caminhou ao meu lado no altar, no dia do meu casamento, segurando-me o braço e segredando-me para ir mais devagar, quando eu parecia querer correr para o amor que me esperava. Visita-me sempre que pode e eu a ele.

Hoje vivemos longe, mas temos laços que persistem ao tempo, quanto mais à distância. 

Parabéns, Pai. 

Come uma fatia de bolo por mim. 

(Imagem aqui)

Sex Education | A nova série da Netflix que têm de ver

14.01.19 | C.S.

No fim-de-semana fiz o trabalho por vocês e servi de cobaia. É verdade. Eu sou assim uma altruísta nata. (Hahaha...)

Entre os afazeres que não podiam ser adiados lá arranjei tempo para ver os 8 episódios da nova série da Netflix, Sex Education, e só me desiludi quando vi que tinha chagado ao final dos conteúdos disponíveis. 

 

Sex Education traz-nos a história de Otis (Asa Butterfield), um adolescente, filho de pais divorciados, cuja mãe (Gillian Anderson) é terapeuta de educação sexual, facto que conferiu a Otis uma série de conhecimentos teóricos, adquiridos ao longo dos anos pelo tipo de educação que a mãe lhe transmitiu, mas também pelas escutas que fez, uma vez que a mãe tem o consultório na sua prórpia casa. Contudo, Otis está longe, muito longe de conseguir colocar em prática os seus conhecimentos, pelo menos no que à sua vida sexual diz respeito, porque na escola a conversa é outra. Incentivado por uma colega do Liceu de Moordale, por quem se apaixona, Otis começa a fazer terapia aos seus colegas. E há imensos necessitados, como devem imaginar, e com as mais variadas problemáticas, que vão desde a falta de autoestima à chantagem com recurso a uma foto (da vagina de uma aluna), ou não se tratasse de um liceu repleto de adolescentes com as hormonas a fervilhar.

 

Sex Education é uma comédia dramática que vai quebrando algumas barreiras, abordando a questão do sexo de forma brilhante, porque nunca se torna vulgar. Nesta série vemos os personagens crescerem a cada episódio e não só a nível emocional. Não tenham dúvidas, somos brindados com excelentes interpretações.

 

Os meus personagens preferidos são Otis, a sua, algo excentrica, mãe e Eric (Ncuti Gatwa), que é gay e é o melhor amigo de Otis. Aliás, o tema da homossexualidade é muito bem trabalhado nesta série. Adoro uma cena entre Otis e Eric no Baile de Finalistas. 

 

Resta-me remeter-vos para o trailer e dizer-vos que se apressem a ver para podermos trocar ideias.