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há mar em mim

há mar em mim

Já foram votar?

26.05.19 | C.S.

Eu já o fiz. Não custou nada e não demorou, todo o processo, mais de 5min. Portanto, não há desculpas. 

 

Até às 19h é hora de ir a votos. Não ir votar não é sinal que estamos descontentes, é mais indicativo de que não queremos saber. 

 

Continuação de um ótimo domingo.

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É fim-de-semana, mas não parece

25.05.19 | C.S.

É fim-de-semana e eu estou agarrada ao computador e aos testes. 

Há semanas que os fins-de-semana não significam descanso e eu sinto o cansaço colar-se a mim até aos ossos. 

Estou mais que cansada. Estou farta. 

Maio tem sido intenso e cada novo dia tem trazido um novo desafio, com uma responsabilidade acrescida. 

E eu recolho-me. Não me mostro.

Tendo sempre a ser menos nestas alturas.

O tempo convida à praia, aos dias mais descontraídos, mas este ano ainda nem vontade tive de enfiar o biquíni ou pôr o pé na areia que é já aqui ao lado de casa...

Recordo.

No início do ano letivo disse, ao saber a minha colocação, que este ano me iria dar respostas às perguntas que não se calam. Mas o ano está a chegar ao fim e eu continuo com todas as perguntas e mais algumas.

Não terei sabido ler as respostas?

Não terei interpretado bem os sinais?

Terei ignorado?

Ou não quero ver?

É sábado e eu estou cansada.

É sábado e esperam-me quatro pilhas de testes para corrigir. 

Quatro pilhas, quatro turmas.

E para a semana há mais. 

(Imagem aqui)

E se te apetecer dançar no meio da rua?

02.05.19 | C.S.

E se te apetecer dançar no meio da rua? Dança!

Não é por acaso que dançar e/ou beijar à chuva é um dos clichés de Hollywood. Pois, representa algo que todos temos convencionado que não se deverá fazer, (andar à chuva sem proteção, não é?). Para mim, uma cena dessas sempre representou os pequenos prazeres da vida, que tanta satisfação nos dão. Um momento de felicidade genuína. Quando os dois amantes correm para os braços um do outro sem que importem as condições climatéricas ou os olhos que os observam. Todos adoramos estas cenas, certo?

(Imagem aqui)

 

Então, porque não o fazemos mais na nossa vida? Quantas coisas deixamos de fazer por vergonha ou medo do julgamento alheio?

Acho que quantas mais vezes formos desafiando esses receios mais livres nos sentiremos. 

Desde pequenos que somos formatados para nos comportarmos de determinada forma, mas quem diz que não podemos usar a nossa criatividade e, de vez em quando, soltar o nosso lado mais selvagem/infantil/livre?

(Imagem aqui)

Pessoalmente, penso que me agarro muito ao comportamento convencionado, mas gosto quando tenho a capacidade de fazer algo fora da caixa e saber aproveitar esse momento. Não estou a dizer que o faça frequentemente, mas gosto quando acontece. 

 

E vocês?

Com que frequência dançam onde vos apetecer?

Que atividades fazem fora do comum/convencional?

Já deixaram de fazer determinada coisa por vos estarem a observar?

 

É desta!...

01.05.19 | C.S.

Quem acompanha o há mar em mim há mais tempo saberá que eu ando há muito em busca de um peso com o qual me sinta mais confortável e, sobretudo, mais saudável, (falei-vos disto aqui e aqui).

Já tentei diversas abordagens, mas não fui bem sucedida. Mas ainda não desisti. 

Ontem fui à segunda consulta com uma nutricionista que me foi recomendada por diversas pessoas. Ela parece ser uma expert na sua área e é disso que eu preciso, porque o meu metabolismo é tão lento, que só uma pessoa que domine o assunto pode ajudar-me a mexer com ele. 

Por isso, estou neste momento na fase inicial de um processo de deverá ser longo, mas que me vai conduzir aonde eu quero chegar. Há anos que quero perder peso, (porque sempre tive peso a mais), e a verdade é que, o que tem acontecido, salvo uns raros momentos, é precisamente o inverso. Estou neste momento com o máximo de peso que alguma vez já estive. É horrível admiti-lo, mas é verdade.

(Imagem aqui)

 

E não estou bem assim. Porque eu sinto-me feliz com a minha vida, mas não estou totalmente em paz comigo mesma. E isso não está correto. Não é o que quero para mim. Nós temos de nos sentir bem na nossa pele. E eu não me sinto, porque tenho espelhos em casa, porque estou constantemente a sentir-me inchada e porque, em toda a minha vida, me senti frustrada na hora de comprar roupa. Há tanta coisa que eu queria vestir e que não posso (jardineiras, certos tipos de biquínis, uma saia mais curta...). E em Portugal não há assim tantas opções para quem veste roupa, dita, plus size. E muitas vezes o que há fica muito aquém da maioria das coleções. 

 

Por isso, aqui me têm. Comprometida comigo mesma. Quando se inicia uma dieta, há quem diga que se deve ter, pelo menos, uma peça de roupa que nos sirva de inspiração. Uma onde ainda não caibamos, mas que seja a materialização do objetivo a cumprir. Pois bem, eu nunca antes havia tido esta fonte de inspiração, mas para esta dieta, que eu quero muito que seja a derradeira, tenho duas fotos a inspirar-me.

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(Ambas as imagens foram retiradas dos sites das respetivas marcas.)

 

De duas marcas portuguesas. Umas jardineiras da Salsa. E um biquíni lindíssimo da Cantê

E fica aqui a promessa: quando eu entrar dentro das jardineiras da Salsa tiro uma foto e partilho-a convosco.