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há mar em mim

30
Set18

Não há melhor dia para falar da Netflix...

C.S.

Domingo é sinónimo de descanso, passeio, família e, claro, filmes e séries. 

E séries e filmes rimam com Netflix. Eu sei, não rimam verdadeiramente, mas deveriam rimar, porque a Netflix é esse serviço maravilhoso que nos traz um mundo de possibilidades. 

A Netflix já faz parte da vida de muitos de vocês há muito tempo, não é verdade? Mas a vossa C.S. só passou a ter esta maravilha no dia 16 de agosto de 2018. Abençoado 16 de agosto!

Agora posso ver as minhas séries e filmes preferidos na tv, mas também no portátil e no smartphone, esteja eu onde estiver. Não é fantástico?! É! O problema é concentrar-me em fazer outras coisas... Mas isso é outra história. 

Desde que sou Netflixódependente já vi uns quantos filmes, entre eles Forrest Gump, (que maravilha! Como é possível que nunca o tivesse visto??? Logo eu que sou fã de Tom Hanks há anos. Desde que me lembro, na verdade.), e Fury. Quanto a séries, despachei, novamente, as sete temporadas de Gilmore Girls, bem como os quatros episódios feitos em 2016 - A year in the Life - pela Netflix.  Agora ando a ver Black Mirror e Downton Abbey. E já ando de olho em mais umas quantas séries... 

Entretanto já começou a 3ª temporada de This is Us, não é verdade? Mas eu ainda não consegui ver. Talvez seja hoje. E depois volto a Downton Abbey, onde a 1ª Guerra Mundial acaba de terminar. Ufa...que isto cansa!

 

Deixo-vos estas sugestões para hoje. Sejam os filmes, sejam as séries, valem muito o vosso tempo. 

 

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(Imagem aqui)

 

 

Tenham um ótimo domingo! Sejam felix... 

29
Mai18

Revenge of the 90's - a minha experiência

C.S.

Na passada sexta-feira, apesar do cansaço acumulado de uma louca e longa semana de trabalho, fui a uma Revenge of the 90's. Foi em Évora e foi inesquecível. E hoje vou explicar-vos o porquê. 

E afinal o que é uma Revenge? É uma festa, sim, mas também é muito mais que isso.

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Eu já tinha ouvido falar destas festas, cuja localização só é revelada no próprio dia e apenas a quem tem bilhete para entrar. Posso dizer-vos que ia com as expectativas altas, afinal os anos 90 foram o palco da minha infância e de parte da minha adolescência e, como todos sabemos, essa é uma época da nossa vida que não esquecemos. 

Nos anos 90 não havia preocupação com a alimentação, apareceram novos canais televisivos em Portugal, deu-se um boom de boys e girls bands, foi a época em que o casaco de ganga foi rei, bem como as cores florescentes e o estilo grunge. O Dragon Ball, o Big Show Sic, o Titanic, o anúncio da Telecel, os 6-3 do Benfica ao Sporting, os Tamagotchis que estavam sempre a morrer, os Nirvana, os Pearl Jam, os Oasis, o Super Mario, o Tetris, as VHS, os Walkmans... Quem não se lembra? 

Pois bem, o Revenge of the 90's conduz-nos às profundezas da nossa memória, é uma experiência sensorial, pois leva-nos a sentir, a ver, a ouvir, a saborear e a cheirar novamente os anos 90 e traz-nos coisas que julgávamos para sempre perdidas no tempo, como é o caso das PetaZetas ou dos PegaMonstros. 

E até eu que nem sou de grandes festas e que estava de rastos à hora a que saí do meu local de trabalho, dancei até depois das 05:00h. 

Dancei, saltei, cantei a plenos pulmões, emocionei-me e voltei a sentir-me feliz quando coloquei PetaZetas na boca e elas começaram a saltar descontroladamente. Na sexta-feira à noite e na madrugada de sábado a C.S. voltou a ter 4, 6, 12...anos consoante as músicas que tocavam, as imagens que me mostravam e os brindes que me davam. E foi bom, foi muito bom!...

Eu costumo dizer que sou saudosista, ainda que não viva presa ao passado. Mas é comum ter noção de que há certos momentos que são únicos e que jamais podem ser revisitados. Felizmente, a equipa que leva o Revenge pelo país permitiu-me voltar a viver alguns desses momentos. Estou-lhes grata por isso. 

 

Deixo-vos uma foto com os brindes que nos deram ao longo noite:

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 Ah! Se pensarem em ir a uma festa destas, por favor, entrem no espírito e vistam-se a rigor, foi o que eu fiz e ajudou ainda mais a entrar no ambiente. Infelizmente, em Évora, nem toda a gente pensou da mesma forma e havia gente que parecia ter saído de um batizado. 

 

27
Abr18

Follow friday de abril

C.S.

O blog que vos vou recomendar hoje é da autoria da Catarina. Diz ela que o blog é pessoal e nele relata os seus dramas quotidianos. E é isso que o torna especial. As partilhas que a Catarina faz connosco, sempre num português tão correto. 

Vejam este post. Foi este que me levou a escolher o Idem, aspas para a follow friday de abril. Espero que gostem tanto quanto eu. 

 

Tenham uma ótima sexta-feira! 

 

 

17
Abr18

Fui a Westeros e já voltei

C.S.

Esta sou eu. 

Gosto de andar ao meu ritmo. 

Não gosto que me imponham nada. E quanto mais me pressionam para fazer algo, mais vontade eu tenho de evaporar. 

Não sei bem quando isto começou, mas sei que se tem agravado com a idade. 

Gosto de fazer o que quero, quando quero. 

Viver a vida, dentro do possível, ao meu ritmo.

Por isso, muitas vezes eu chego atrasada, não a reuniões ou encontros, não a compromissos que façam alguém esperar por mim, mas ao resto.

 

Às vezes consigo abstrair-me do que se passa à minha volta sem fazer um grande esforço para o conseguir. 

 

Em 2011 estreou uma série que ganhou milhões de seguidores. 

Game of Thrones era A Série. Continua a ser. 

Toda a gente falava do mesmo. 

E a mim passou-me ao lado.

Eventualmente terei ouvido falar dela em 2012 ou 2013. Percebi, então, que já ia no seu auge e fugi-lhe.

Pensei para mim mesma "hei de lá chegar". 

E cheguei. Finalmente. 

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 (Imagem aqui)

Abril de 2018, sete anos após a estreia, comecei a ver Game of Thrones.

Em menos de quinze dias despachei as sete temporadas. 

E foi esmagador. 

Eu adoro séries e Game of Thrones passou a ser a minha série preferida de todos os tempos.

Queria vê-la devagarinho para fazer com que este prazer durasse mais tempo, mas fui incapaz. Até deixei de vir aqui, não sei se repararam...

Fui a Westeros e foi uma viagem intensa.

Nenhuma outra série tinha conseguido mexer tanto com os meus sentimentos. 

Nunca pensei vir a gostar tanto de uma série onde existe tanta violência. Mas os personagens são complexos e intensos. Arrebatadores. 

Em Westeros todos são falíveis. Todos lutam pelos seus interesses, ainda que existam, tal como na vida real, aqueles cujos interesses só servem o próprio umbigo e aqueles que colocam o bem-estar dos outros em primeiro lugar. 

E as paisagens são de cortar a respiração. Assim como os efeitos especiais. 

GOT fez-me adorar Jon Snow, a família Stark e as pessoas livres, sobretudo, Ygritte e Tormund. Tyrion, apesar de Lannister. E a seu tempo, também, Jaime. Fez-me desejar a morte de tantos outros. Levou-me a falar de dragões e de cavaleiros da noite como se fossem algo banal. E deixou-me, mais do que nunca, a vontade de ir à Irlanda do Norte, à Islândia e à Croácia. 

Winter is here. Chegou, finalmente, ao há mar em mim. 

E só é pena que para abril de 2019 ainda falte tanto. 

Mas enquanto isso: 

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(Imagem aqui)

 

Vamos lá viver...

Tenham um ótimo dia. 

06
Abr18

I, Tonya

C.S.

Bom dia! 

 

Como estão? Tenho alguns filmes que já vi e dos quais vos quero falar. Hoje será um dos filmes que esteve na corrida aos Óscares: I, Tonya

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 (Imagem aqui)

 

O filme conta-nos a vida de Tonya Harding, uma desportista Norte Americana que teve uma vida bastante conturbada. 

O ponto alto deste filme são os desempenhos de Margot Robbie e Allison Janney, esta última saiu mesmo vencedora da grande noite do cinema. 

Pelo que a longa metragem nos conta, Tonya Harding teve uma vida bastante difícil e foi na patinagem artística que encontrou o seu escape, ainda que nem nas pistas de gelo tenha conseguido alcançado paz.

Foi abandonada pelo pai, vítima de maus tratos por parte da mãe e, mais tarde, do marido, que apenas conseguiu tornar a sua vida num inferno ainda maior. 

Tonya foi a primeira mulher a conseguir fazer um triple axel  (um movimento específico da patinagem artística) e por isso o seu nome no mundo desportivo nunca foi esquecido. Contudo, a sua carreira ficou marcada pela suspeita de ter prejudicado uma rival direta.

O filme, ainda que não seja totalmente revelador, leva-nos a acreditar que Tonya não terá querido que a sua rival sofresse consequências tão graves. Fiquei com a ideia de que o plano foi arquitetado pelo marido e o seu lunático amigo. O resultado foi que Tonya perdeu os seus prémios e foi irradiada, para sempre, do desporto que adorava. 

Margot Robbie não ganhou o Óscar de Melhor Atriz, mas ficou claro o seu talento, pois teve um desempenho irrepreensível. 

23
Mar18

#3 Locais onde não me importava de passar o fim-de-semana

C.S.

Hoje proponho-vos o Porto. Não precisa de apresentações, anda nas bocas do mundo. 

Adoro a cidade, tem mesmo qualquer coisa de especial. Jovem, viva e ao mesmo tempo tradicional e carismática. O porto tem um encanto muito próprio, por isso conquistou o seu devido lugar nos roteiros turísticos internacionais. 

 

Há um local no Porto que me faz sonhar. Sonhar com uma estadia perfeita. Uma experiência inesquecível.

Já ouviram falar no The Yeatman

Acho que é o hotel de cinco estrelas por excelência. Situa-se em Vila Nova de Gaia e tem uma vista privilegiada para a cidade invicta. Vistas de cortar a respiração. E a cereja no topo do bolo: um Spa que trabalha em exclusivo com a marca Caudalie. 

Precisam de mais argumentos? Vejam as fotos:

(Imagens aqui)

 

Podem começar a sonhar...

 

Bom fim-de-semana!

19
Mar18

The Shape of Water

C.S.

Guillermo Del Toro é o realizador de El Laberinto del Fauno, um filme de que gosto muito, e só isso já era razão suficiente para ver The Shape of Water. Mas o seu filme venceu o Óscar de Melhor Filme e Del Toro saiu da noite mais importante do cinema com o prémio atribuído ao melhor realizador.

Por isso, no sábado à noite eu e o A. vimos The Shape of Water. Tentei vê-lo de mente aberta, apesar de já ter lido críticas bem duras ao filme. 

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(Imagem aqui)

 

No cinema, tal como na música, eu tenho um gosto algo eclético, que é uma forma bonita de dizer que papo um pouco de tudo. E os filme que entram no universo do fantástico não são exceção. 

 

A Forma da Água conta-nos a história de amor entre uma mulher muda e uma criatura aquática capturada na América do Sul. O romance desenvolve-se durante o período da guerra fria, por isso também temos direito a assistir, em segundo plano, aos Russos a quererem estragar os planos dos E.U.A.

Achei o filme um pouco absurdo e a história de amor não é de todo convincente, pelo menos para mim. Confesso-vos, até, que na parte mais dramática do filme soltei uma sonora gargalhada, dada a loucura de tudo aquilo. 

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 (Imagem aqui)

 

Porém, a obra de Guillermo Del Toro deixou-me algumas questões:

1. Como é que a senhora intui que um monstro aquático gosta de ovos cozidos?

2. Como é que ele tem de estar em água com sais especiais e depois não há problema nenhum em encher a casa-de-banho toda com água da torneira?

3. Como é que conseguem manter-se impávidos e serenos quando o vizinho abre a porta da casa-de-banho e toda aquela água sai violentamente para o ponto de fuga?

4. Ela ficou sem cordas vocais. Um acidente? Um acidente que lhe deixou três cicatrizes iguais às marcas que o monstro deixava quando atacava?

5. Como é suposto que eu sinta compaixão por um peixe que devora a cabeça de um gato? 

6. Del Toro decidiu vingar todos os peixes comidos por gatos nos desenhos animados ao longo da história?

7. É suposto ser convincente a explicação que a heroína do filme dá à sua amiga acerca de como terá feito amor com o monstro?

8. Afinal ele tem mesmo uma pilinha? 

9. O monstro era Deus?

10. Afinal Deus é mesmo Sul-Americano? 

 

Tantas, tantas questões... 

The Shape of Water

Não, não gostei!

 

 

23
Fev18

#1 Locais onde não me importava de passar o fim-de-semana

C.S.

E assim começa uma nova rubrica no Há mar em mim

A partir do dia de hoje, vou esforçar-me para vos trazer todas as sextas-feiras um local novo e diferente. Escolhido segundo o meu gosto pessoal e com a garantia de que não me importaria nada de passar um fim-de-semana no sítio escolhido. 

 

Para mim, fazia sentido começar com uma sugestão situada num local que conheço. Na verdade, posso dizer-vos que conheço muito bem e que é um dos meus locais felizes: Vila Nova de Milfontes. Foi em Milfontes que o A. me pediu em casamento. Inesquecível!

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 (Estas duas fotos pertencem à Hello Twiggs - um dia falo-vos dela - e foram tiradas no dia em que eu e o A. comemoramos um ano de casamento. Voltámos a Milfontes para uma sessão fotográfica. Tem interesse que vos fale desta experiência?)

 

Para quem não conhece, Vila Nova de Milfontes faz parte do Alentejo Litoral, em plena Costa Vicentina, e é banhada pelo rio Mira. Pertence ao conselho de Odemira e é um local onde ainda se pode ter um fim-de-semana tranquilo e verdadeiramente relaxante. 

Que local é que eu escolheria para dormir?

Nada mais, nada menos que a Herdade do Amarelo Nature & Spa. A verdade é que já tive um fim-de-semana agendado para lá, há uns três anos, mas devido a um imprevisto vi-me obrigada a desmarcar. Entretanto, creio que o local ficou mais concorrido e sempre que voltei a tentar uma marcação tenho esbarrado na palavra: esgotado. Mas ainda não desisti.

Vejam estas fotos e apaixonem-se. 

(Imagens aqui)

 

Gostaram da sugestão? Esta rubrica parece-vos interessante? Contem-me tudo! E tenham um ótimo fim-de-semana. 

 

19
Fev18

Ócares 2018 - Vamos lá falar de roupa ou como arrasar na Red Carpet

C.S.

Quem segue o Há mar em mim há algum tempo saberá já que eu gosto do tema roupinhas.

Não sou obcecada por ele, não sou fashion, (acreditem!), mas gosto de roupa e às vezes gosto de falar sobre ela. Por isso, no ano de 2017 comentei aqui no blog algumas red carpets e gostei de fazê-lo. 

Este ano, quando faltam sensivelmente duas semanas para a grande noite dos Óscares, decidi trazer-vos aqui alguns modelos de vestidos que eu encontrei por essa internet fora e que acredito que poderiam brilhar na passadeira vermelha. 

 

Imaginemos que alguém me pedia um conselho sobre que vestido usar neste evento... 

 

Estas seriam as minhas escolhas (que posteriormente teriam de ser pensadas de acordo com a pessoa em questão, os seus gostos e tipo de corpo):

 

Marchesa

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Dior

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Rosa Clará

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 Zuhair Murad

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 Pronoivas

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Yanina 

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Georges Obeika

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(Todas as imagens foram retiradas dos sites das respetivas marcas)

 

Coisas lindíssimas não faltam, certo? E eu sou meio leiga no assunto... 

Portanto, se as celebridades forem brincar ao Carnaval para os Óscares eu estou de consciência tranquila. Eu tentei ajudar... 

 

 

Sabem o que era giro?

Alguém aparecer com um destes vestidos que aqui vos deixo e ser colocada nas listas das mais bem vestidas...  

 

 

 

 

 

16
Fev18

Coco, da Disney Pixar

C.S.

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(Imagem aqui)

 

Bem sei, bem sei... 

Poucos serão os que ainda não viram este filme. Poucos haverá que ainda não tenham lido uma crítica e/ou opinião sobre o mais recente sucesso da Disney Pixar. E mesmo assim aqui me tem prontinha para falar-vos de Coco

Já há umas boas semanas que vi o filme e fiquei logo com vontade de falar-vos dele, por diversos motivos, sendo que o principal é que este filme entrou logo para o meu TOP 5 de filmes de animação, sem dúvida.

É arrebatador. 

Coco é um filme que mexe com os nossos sentimentos. Faz-nos rir e emocionar na mesma medida. A mim levou-me mesmo às lágrimas. 

É um filme que aborda a temática da morte, (aquele tema dificílimo de explicar a uma criança), de um modo perfeito. Dá-nos a esperança de uma vida feliz após a vida terrena, mas também a dor de saber que tudo acabará um dia, mesmo que perdure durante anos e anos, porque a memória humana não dura para sempre. Toca o tema da morte, mas dá aos mais novos a esperança de tornar a vida de quem partiu melhor, através da recordação da sua existência e importando-se com a vida que essa pessoa teve. 

Coco é um filme alegre, cheio de cor e música, muita música! E devido a este ponto aconselho-vos a ver a versão original, se possível, pois quem dá voz aos personagens são atores latinos, facto que torna o filme ainda mais autêntico. Creio que Coco é uma celebração da cultura latina, que é tão rica e que tem tanto para nos oferecer. 

Día de los Muertos, que serve de pano de fundo à história, é uma prova disso mesmo, pois é uma celebração mexicana que se baseia na perda, mas que celebra a vida de quem faleceu. 

Coco é isso mesmo, uma celebração da vida. 

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(Imagem aqui)

A minha B. (sobrinha) quando saiu do cinema chorou imenso e dizia entre soluços, do alto dos seus, (ainda na altura), seis anos: "Estou a sentir tantas emoções!". E aqui está a prova de que a mensagem do filme é inteiramente compreendida pelos mais novos. 

 

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