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há mar em mim

17
Jan18

Jungle e The Glass Castle

C.S.

Jungle 

Este filme é baseado em factos verídicos e conta-nos a história de um jovem, de espírito aventureiro, que viaja até La Paz, na Bolívia, em busca de vivências autênticas e inesquecíveis. Em La Paz conhece outros dois jovens que o acompanharão numa incursão pela selva, guiados por um homem mais velho que é, na verdade, o impulsionador da perigosa aventura. 

Eu gostei bastante do filme e do desempenho de Daniel Radcliffe, que nos leva a viver momento angustiantes devido à situação difícil em que se mete. Uma verdadeira luta pela sobrevivência.

Será que todos conseguem sair da selva com vida?

 

The Glass Castle 

Este é um filme que mexe com as nossas emoções e foi por isso mesmo que gostei tanto dele. 

Conta-nos a história de uma família pouco convencional constituída por os pais e quatro filhos - três raparigas e um rapaz. A ação divide-se entre o tempo presente e o passado, permitindo-nos saber que os quatros irmãos tiveram uma vida de carências e privações. 

Poderá o amor vencer as adversidades? Há mágoas que duram para sempre? Podemos fingir ser algo que não somos?

Estas são só algumas das questões que este filme levanta.

 

 

 

30
Dez17

Ladrões com muito estilo

C.S.

 (Imagem aqui)

 

Antes das festividades próprias do final do ano, venho aqui deixar-vos uma sugestão. Ladrões com muito estilo é uma comédia que conta a história de três amigos que veem as suas pensões serem-lhes retiradas de um momento para o outro deixando-os num aperto. 

Entretanto, um dos três presencia um aparatoso assalto e é assim que lhes surge uma ideia que poderá mudar o rumo das suas vidas. Isto se forem bem sucedidos, claro está.

O filme divertiu-me imenso. Apresenta-nos como personagens principais três idosos pró-ativos e que se recusam a dar-se por vencidos. É uma comédia capaz de entreter bastante sem cair em clichés. 

Aconselho vivamente. 

19
Dez17

A montanha entre nós (talvez com um bocadinho de spoiler)

C.S.

No fim-de-semana vi A montanha entre nós. Gostei. Mas devo dizer-vos que não é um filme surpreendente. Mesmo o final é algo previsível. 

(Imagem aqui)

Mas a história consegue prender-nos e sofremos com a angústia dos personagens interpretados por Kate Winslet e Idris Elba. É uma luta pela sobrevivência e leva-nos a pensar o que faríamos se nos acontecesse algo do género. 

Eu sei bem o que faria. Morria de frio, sem dúvida. 

Tenho de vos confessar que a certa altura pensei que finalmente veria o meu querido Jack, de Titanic, vingado, (jamais esquecerei que a Kate poderia ter partilhado a porta... ), mas ainda não foi desta. 

O que mais gostei do filme foram as paisagens maravilhosas. A natureza é mesmo extraordinária. 

 

Fica a sugestão... 

 

Beijocas 

13
Dez17

Filmes de Natal, o meu Top 10

C.S.

Na semana passada revisitei as comédias românticas que me marcaram. 

Gostei de fazê-lo e de partilhá-lo convosco. 

Ficou em mim a vontade de dizer-vos quais os filmes de Natal que me fizeram e fazem feliz. Porque são intemporais e podemos voltar a eles sempre que quisermos. A magia está lá. Só temos de deixar-nos levar...

 

 

10.º

9.º

8.º 

 7.º

 6.º 

5.º 

4.º 

3.º

2.º

1.º 

 

Até ao sétimo lugar as escolhas foram fáceis de alinhar, mas a partir dessa posição tudo se complica.

 

 

Eu costumava dizer que a época natalícia só começava depois de ver Sozinho em Casa. Não vos seria capaz de dizer quantas foram as vezes que este filme foi visto e revisto em minha casa. Ainda hoje paramos para o ver. O 1 e o 2. (Para nós só existem estes.) Creio que o Sozinho em Casa 2 será o responsável por a minha fantasia de querer passar um Natal em Nova Iorque. O cinema tem esse poder. 

 

O Amor Acontece ocupa o primeiro lugar porque é um bom filme. Adoro a forma como está construido e como nos são contadas tantas histórias. Há muito amor ali! O meu coração mole não aguenta. 

 

Adoro o Natal! Já vos disse que adoro o Natal?! Adoro!

 

Tenham um ótimo dia! 

 

08
Dez17

O melhor de 2017 - Cinema

C.S.

Não tarda o há mar em mim faz um ano.

Falta sensivelmente um mês e isso faz com que andemos por aqui em jeito de balanço. Também me faz compreender que iniciei o blog numa altura jeitosa, pois o balanço deste cantinho coincide com o do ano que está prestes a terminar. Simples e arrumadinho, como eu gosto. 

 

Quem por aqui anda há mais tempo já terá compreendido que eu gosto de cinema. Ao longo do ano fui partilhando com vocês a minha opinião sobre os filmes que vi.  Vi muitos mais filmes do que os meses que o ano tem, isto sem contar com aqueles que apanhei acidentalmente a dar na tv e que, por alguma razão, prenderam a minha atenção. 

 (Imagem aqui)

Agora compreendo quando dizem que um blog funciona como um diário, pois andei a pesquisar nos meus posts e constatei que vi mais filmes do que aqueles que me lembrava, alguns já nem tinha noção que tinham sido vistos este ano. Se não fosse o blog e as partilhas que faço convosco, esta lacuna da minha memória não seria colmatada. 

 

Não é fácil escolher um único filme para destacar.

Os filmes que foram candidatos aos Óscares, por uma razão ou por outra, merecem ser vistos. MoonlightLa La LandFencesManchester by The SeaLion. Gostei de todos. Já revi o La La Land. E gostei mais ainda.

Mas se tenho de escolher um, talvez destaque a trilogia que já vem dos anos 90 e que só este ano me encontrei com ela. Gostei tanto que vi os três filmes no mesmo dia. Falo-vos destes filmes. Antes do Amanhecer/Pôr-do-sol/Meia-noite. Encantadores. 

Também foi este ano que a Disney decidiu presentear-nos com o remake de um dos meus filmes de animação preferidos: A Bela e o Monstro. Adorei! Voltei à minha infância, sem dúvida, e isso também é digno de destaque. 

 

Veremos se 2018 será melhor no que toca a cinema...

(Imagem aqui)

04
Dez17

Comédias românticas e outras coisas

C.S.

A minha família não era dada aos livros. (Nesta área eu saí totalmente ao lado.)

Mas na minha casa viam-se filmes. Pelo menos dois ou três por fim-de-semana.

Era o nosso momento em família. 

Eu gostava sempre de ir ao videoclube com o meu pai, às sextas-feiras, e um dos filmes que levávamos para casa era quase sempre escolhido por mim.

Cresci com o Tom Hanks, a Julia Roberts, o Robert De Niro, o Leonardo DiCaprio, a Meg Ryan...

Todos eles me ensinaram alguma coisa. Todos eles deixaram em mim a vontade de conhecer novos lugares.

Tenho a certeza que foram as tardadas cinematográficas dos anos 90 que fizeram de mim uma romântica incondicional. 

É por isso que hoje vos deixo aqui o meu top 10 de filmes românticos, até porque o Natal aproxima-se a passos largos e é tempo de juntar a família. Quem sabe se não se juntam para (re)ver um destes "clássicos"...

 

10.º 

youve-got-mail-poster.jpg

 9.º

250px-10_Things_I_Hate_About_You.jpg

 8.º

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 7.º 

pretty-woman.jpg

 6.º

21010005_2013060320584057.jpg

 5.º

582823.jpg

 4.º

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 3.º

Titanic_poster.jpg

2.º

200px-My_Best_Friends_Wedding.jpg

1.º

Dirty_Dancing.jpg

(Todas as imagens retiradas daqui)

 

Não duvidem, se eu não tivesse visto estes filmes e tantos, tantos outros, eu não seria a pessoa que sou hoje. Seria outra coisa qualquer. Mas seria diferente.

Quanto aos filmes que integram os três primeiros lugares, tenho alguma vergonha em admitir quantas vezes já os terei visto, mas não duvidem de que foram muitas. 

 

 

 

 

22
Out17

Uma sugestão para o dia de hoje - The Book of Henry

C.S.

Bom dia!

Bom domingo!

 

Mais alguém por aí que esteja com espirros frequentes, dor de garganta, olhos a lacrimejar, tosse de cão e dores no corpo? Não?Espero que não... Espero que estejam a aproveitar melhor o vosso fim-de-semana. 

Já eu estou de quarentena, digamos assim, auto imposta, na tentativa de que amanhã já possa retomar a minha rotina, que é como quem diz, ir trabalhar. 

Ontem sentia-me pior, tinha testes para fazer, mas a vontade de trabalhar era zero, por isso ficaram para hoje. Lucky girl, sem dúvida. 

Mas houve algo que fiz no dia de ontem que valeu a pena e é isso que venho partilhar convosco. 

 

Já ouviram falar no filme The book of Henry

(imagem aqui)

 

Conta-nos a história de um menino sobredotado,Henry, que vive com a mãe e o irmão, e da menina da casa ao lado, que é sua colega de turma. 

 

Henry, para além de ser sobredotado, demonstra ter uma maturidade invulgar para os seus 11 anos e muitas vezes compreendemos que é ele que assume a responsabilidade por todas as decisões que acontecem na sua casa.

 

A mãe, interpretada por Naomi Watts, é amorosa para com os filhos, mas um tanto ao quanto negligente, na minha opinião, pois delega demasiado num miúdo que ainda nem entrou na adolescência e este facto irritou-me um pouco. Logicamente que este lado da personagem de Naomi torna-a mais humana, pois não há pais perfeitos. No entanto, o abuso do álcool em frente aos filhos, o uso recorrente de palavrões, a incapacidade de tomar decisões e o gosto por jogos violentos fez-me duvidar das capacidades dela enquanto mãe.

 

Mas a história dá uma volta e dá-nos um murro no estômago. E é a partir daqui que a mãe terá de revelar-se à altura dessa função e apesar de haver uma transformação na personagem, não me convenceu totalmente. 

 

Últimas palavras para os jovens atores deste filme que têm interpretações incríveis, sobretudo os dois rapazes, que desempenham os papéis de irmãos. Talvez dos irmãos mais amorosos que vi no cinema, pelo menos nos últimos tempos. 

 

Deixo-vos o trailer:

 

 

25
Set17

What happened to Monday

C.S.

(Imagem aqui)

 

Este foi o filme que eu e o A. vimos no fim-de-semana e apesar de não me ter conquistado inteiramente, não deixa de ser um filme interessante e com um enredo que nos leva a pensar no futuro.

O filme decorre no ano de 2073, quando o mundo está demasiado habitado e as diferenças sociais são grandes, ainda que esta vertente do filme não seja muito explorada e apenas em algumas nuances o conseguimos compreender. São demasiados humanos para um só planeta, que sofre as consequências desse fenómeno. Assim, surge uma política conservadora de um único filho por casal e quem se atreve a desobedecer verá os seus filhos serem-lhe retirados e congelados.

Todavia, um avô desafia todo este sistema, ao criar as sete netas em segredo, às quais dá o nome dos sete dias da semana. As meninas só saem para o mundo exterior no dia correspondente ao seu nome, permanecendo em segredo durante o tempo restante.

Logicamente que a dada altura elas são descobertas e é isso que desencadeia toda a ação do filme.

Pessoalmente, considero que acontecem cenas muito previsíveis e que esse facto acaba por não ser positivo num filme que se quer futurista.

 

Não vos vou falar mais da história do filme, pois não quero estragar a surpresa que possa haver para quem o pretenda ver.

No entanto, quero perguntar-vos se já pensaram nestas questões de sobrelotação do planeta?

A verdade é que, contrariamente ao que acontece na Europa, o número da população não para de aumentar. Já se debruçaram sobre as consequências deste fenómeno?

Aguentará o planeta tantos humanos?

 

05
Set17

Gifted - O filme que vi no fim-de-semana

C.S.

 (Imagem aqui)

 

Este filme conta-nos a história de uma menina de sete anos, órfã de mãe e com um  pai completamente ausente, sobredotada e que se encontra aos cuidados do tio. Ele irá disputar a custódia da sobrinha, em tribunal, contra a sua própria mãe, avó da criança.

É um filme de afetos e de ralações familiares complicadas, ao qual é impossível ficar indiferente. O tio da menina vê-se numa tremenda luta, entre fazer o que acha que é melhor para a criança, dadas as suas capacidades, ceder à pressão da sua própria mãe ou seguir o seu coração.

Não sendo o melhor filme do mundo, pois a história não é completamente original, creio que merece ver visto e que o desempenho da pequena Mckenna Grace deve ser apreciado.

 

Se ficarem com interesse em vê-lo, aconselho-vos a ter por perto uns lencinhos, já que eu fui completamente apanhada desprevenida. (Podem dar-me um desconto? É que eu tenho uma sobrinha de idade próxima à pequena estrela do filme...).

 

Tenham uma excelente terça-feira! Dizem que hoje há novidades para os professores deste país, vamos lá ver se é verdade... Torçam por mim!

02
Set17

Sobre a importância de nunca desistir

C.S.

Há uns meses falei-vos deste filme, que adorei, e hoje, ao deparar-me com esta notícia, fiquei comovida. Lembrei-me imediatamente do filme, claro, e não só.

Creio que é a capacidade de resiliência na sua máxima forma.

Alguém tão jovem receber um diagnóstico tão duro deve ser terrível. Assustador. E muitas vezes solitário.

Há uma pessoa de quem gosto muito que teve de passar por isso, igualmente jovem, e que respondeu da melhor forma possível. Com força e determinação. É alguém completamente apaixonado pela vida, que sabe que baixar os braços não é opção.

 

Parece-me uma ótima mensagem para um sábado. Às vezes queixamo-nos de barriga cheia, quando devíamos estar a aproveitar cada minuto.

(Imagem aqui)

Bom sábado! Bom fim-de-semana!

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