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há mar em mim

07
Dez17

No último fim-de-semana de novembro dei um saltinho à Madeira

C.S.

Foi a primeira vez que pisei solo Madeirense e não poderia ter ido melhor acompanhada. Fui com o A., a minha irmã e a fofíssima da B..

A viagem começou aqui. A surpresa não poderia ter corrido melhor. A B. não fazia ideia de que a ia buscar à escola, muito menos que iria viajar no dia seguinte. 

Quando cheguei à escolinha dela disseram que os familiares dos meninos do 1.º ano poderiam ir buscá-los à respetiva sala de aula. Lá fomos. A minha irmã à frente. Eu fiquei mais para trás propositadamente. A B. saiu e gritou "mamã", enquanto distribuía beijinhos, nisto olha para mim e os olhinhos dela iluminaram-se, quase que chorou de emoção. Ela tem 6 anos! Depois de beijos e abraços apertados gritou para uma amiguinha: "Esta é a minha tia, é muito minha amiga e eu gosto muito dela". 

Abandonámos a escola e fomos lanchar. Hora de revelar o propósito da surpresa. E a reação, como seria de esperar numa miúda que acha tudo magnífico (até uma banal ida ao parque), não poderia ter sido melhor. Mas, como aluna responsável que é disse: "temos de avisar a minha professora". Rimos. Expliquei-lhe que estava tudo tratado. 

 

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Quinta-feira de madrugada lá fomos os quatro para o aeroporto de Lisboa. Nos dias que antecederam a viagem havia previsão de ventos fortes, mas felizmente não se confirmou e o voo foi super tranquilo. Voámos pela EasyJet, que em setembro tinha os bilhetes super baratos para a Madeira. 

 

No primeiro dia andámos completamente à deriva pela ilha, sem plano traçado, parando onde achávamos que valia e pena. 

 

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No segundo dia começámos a explorar o Funchal, subimos até ao Monte de teleférico, que nos oferece uma maravilhosa vista desta cidade tão singular, e descemos nos tradicionais cestos. Uma experiência imperdível, sem dúvida. Depois fomos descendo a pé. Descendo, descendo, descendo... Uma descida que não parecia ser grande, mas que se revelou longa. Neste aspeto pode-se dizer que o Funchal engana. 

 

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Almoçámos junto ao Mercado dos Lavradores, um local que também merece uma visita. Que belíssimas frutas que a Madeira tem para nos oferecer. Eu fiquei especialmente deliciada com a variedade de maracujás. 

 

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Depois, para satisfazer um desejo da B. fomos ao museu do CR7. Ela ficou super contente. E sobre este ponto está tudo dito. 

 

(Continua)

 

 

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