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há mar em mim

há mar em mim

O que mais me comove no mundo

20.03.18 | C.S.

O que mais me comove no mundo é o amor.

Em todas as suas formas. 

Por mais ingénuo e banal que possa ser este pensamento, é genuíno. 

O amor não se gasta. 

É absolutamente intemporal.

Pensem nos romances que sobre ele já se escreveram.

Nos filmes que o retrataram. 

Nas canções que o imortalizaram. 

O amor é o combustível do ser humano.

O que nos move.

Cada dia. Todos os dias.

Vivemos para amar, porque não sobrevivemos sem amor. 

Somos dependentes de amor desde o primeiro momento em que começamos a existir. 

E à medida em que nos vamos desenvolvendo, também a nossa capacidade de amar vai sendo aumentada. 

Moldada.

Até que começa a ser expressada.

Sem amor só restaria atrocidade no mundo. 

Se não amasse, a raça humana já teria sido extinta há muito. 

E o mais maravilhoso e assombroso, tudo de uma só rajada, é que nós conseguimos ensinar a amar. 

O ser humano, que é capaz das mais pavorosas ações, possuí a grandiosa capacidade de instruir para o amor. 

Nós conseguimos curar-nos.

Assim o desejemos.

Amando. 

Tão simples amar!

Tão complexo como amar...

Amando!

Curando.

Amando em nós. 

Amando por nós.

Amando para nós.

 

O que mais me comove no mundo é, sem dúvida, o amor...

 

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(Imagem aqui)

 

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