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há mar em mim

há mar em mim

Pela boca morre o peixe e eu também

17.02.18 | C.S.

Eu explico...

 

Sabem aquele...

Claro que sabem, já toda a gente ouviu falar...

 

Há uns dia apanhei na TV, a meio do zapping, o filme As Cinquenta Sombras de Grey. A minha irmã já me tinha falado dos livros e dos filmes. Meio mundo já tinha falado de ambas as coisas também. 

E eu? Eu desdenhei. Fui na onda da enxurrada de críticas e não quis saber. Nem os trailers vi. 

Mas naquela noite, na semana passada, decidi ver só o início, antes de ir para a cama. Acontece que o início durou o filme todo. 

Não foi o melhor filme que já vi, mas teve a capacidade de prender a minha curiosidade.

No primeiro filme Christian Grey é um sacaninha e aplaudimos a atitude de Ana, a capacidade de virar-lhe costas. 

 

Quem me conhece sabe que eu sou curiosa comó ó raio. Tendo visto o primeiro, claro que queria saber o que estava para vir. E vi. Vi ontem. 

O que é que vos posso dizer? É um filme sobre o amor. O amor mais comercial. Está lá tudo... Um homem giro, (de morrer, não há como negar isto!), rico e a precisar de ser salvo. Capaz de abdicar de quem pensa que é porque se apaixonou.

Como não gostar desta receita de sucesso quando se é uma romântica incurável?

Por isso, confesso-vos aqui, hoje devo ir ao cinema ver o terceiro e último filme. É piroso? É foleiro? Até pode ser. Mas entretém e prende a nossa atenção. Uma pessoa não pode ver só os grandes filmes, os grandes clássicos, às vezes também precisamos de um filme de simples compreensão e que nos faça acreditar que o amor pode tudo, até curar as feridas do passado.

Só tenho pena que a minha irmã viva longe, se não iríamos as duas, porque ela também não ainda viu este terceiro.

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E não, o filme não tem só cenas de sexo. 

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