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há mar em mim

06
Fev20

Os melhores hotéis para celebrar o amor (em qualquer mês)

C.S.

Aproveito a proximidade do Dia dos Namorados para fazer este post, mas a verdade é que o romance pode (e deve!) ser cultivado em qualquer mês. E para mim não há nada mais romântico que uma escapadinha a dois. 

Vou-vos listar os hotéis para onde eu iria de bom grado namorar muito. 

De sul para norte, venham sonhar comigo e, quem sabe, tirar apontamentos. 

 

  • Martinhal Sagres Beach Family Resort Hotel 

Se o vosso desejo é uma escapadinha junto ao mar este hotel é perfeito. Situado no barlavento algarvio, a poucos quilómetros de Sagres, pode ser a pausa que procuram. Que tal um passeio de mão dada à beira-mar?

 

  • Convento do Espinheiro, Historic Hotel & Spa

É nos arredores de Évora que poderão encontrar este luxuoso hotel. Deixem-se levar pela paz que o Alentejo proporciona e permitam-se desacelerar.

Não deixem de apreciar a belíssima comida alentejana ou de passear de mão dada com a pessoa que amam pelo centro histórico de Évora. 

 

  • Quinta Da Comporta - Wellness Boutique Resort

Este lindíssimo hotel consegue estar muito perto do mar, mas proporcionar a calmaria que só o campo é capaz de nos transmitir, para além disso tem duas piscinas (interior e exterior) deslumbrantes. Aqui sugere-se o passeio ao pôr do sol, pois todos sabemos que o Alentejo propicia-nos alguns dos melhores pores do sol do país. 

 

  • Luz Charming Houses 

Ainda que, quando se pense em romance não nos venha imediatamente a cidade de Fátima à memória, creio que este hotel merece a vossa atenção. Com uma decoração única e quartos que nos convidam à doce preguiça, será fácil deixar os problemas à porta. Aqui a sugestão é escolher o quarto que mais se adeque ao vosso gosto, pois uns têm lareira e outros banheira, elementos que podem facilmente potenciar o romance. 

 

  • Casa de São Lourenço

Eu, uma fã do mar, não podia adorar mais a paisagem de serra/montanha e este hotel, localizado em Manteigas, goza de uma situação geográfica fascinante. Aqui respira-se ar puro. Aqui a minha sugestão não podia ser outra, apreciem a paisagem e, porque não, levem o vosso livro preferido e desfrutem dele no cenário ideal. 

 

Eu ia só colocar um hotel no Douro, mas não me consegui decidir. Para além disso, eu sou, desde agosto de 2019, uma apaixonada pela Douro, que é, quanto a mim, uma das zonas mais românticas do país. 

 

  • The Wine House Hotel - Quinta da Pacheca

A Quinta da Pacheca é amplamente conhecida pelos seus vinhos, mas também tem um hotel deslumbrante, onde poderão dormir numa pipa de vinho, se assim o desejarem. Aqui têm de fazer um passeio de fim de tarde por entre as vinhas e se isto não é puro romance, então eu não sei o que será. 

 

  • Six Senses Douro Valley

Este hotel está situado numa colina com vista para o rio Douro e só isto bastaria para nos convencer, o Six Senses promete ser uma experiência ímpar. Decorado com um exímio bom gosto e recorrendo a elementos naturais, este hotel é o refúgio ideal para reacender a paixão ou para um pedido de casamento. 

A propriedade tem cerca de 8 hectares e vários recantos para relaxar e deixarmo-nos entregar aos belíssimos prazeres que a vida na Terra nos proporciona, incluindo um dos spas mais bonitos do país. 

 

Ficaram com vontade de raptar a vossa cara metade e fugir para um destes destinos? Qual? Contem-me tudo!

 

 

(Todas as imagens deste post foram retiradas de Booking.com)

15
Nov19

Reflexão outonal

C.S.

Troveja lá fora e faz frio. E eu apercebo-me que tinha saudades de um outono a sério. Só tenho pena do pouco tempo que tenho tido para o apreciar.

Sim, que o outono requer tempo e uma caneca de café quentinho. Requer mantas e livros, mas também passeios a pé, sem destino certo e o frio a colar-se-nos à cara. 

 

Quando vivia em Évora adorava passear pelas ruas nesta altura do ano, sozinha, percorria ruas e ruelas e visitava as lojas do comércio local a pensar já nas prendas de Natal. Gostava de ver a noite cair, sentir a temperatura a descer e o cheiro das castanhas assadas a invadir-me mesmo que eu não quisesse. Eram tranquilas estas tarde e onde eu passava mais tempo era na livraria Nazaré, perdida entre os livros e, antes de regressar a casa, ainda visitava o Templo Romano, só para passar por ele e certificar-me de que tudo estava certo. 

 

Tem graça como, por vezes e sem esperarmos, as coisas se tornam evidentes. Apercebo-me agora que não é só o tempo que me falta. Falta-me também uma cidade que tenha o encanto certo para um agradável passeio de outono. Portimão tem alguns atributos, mas não é uma cidade pitoresca. Longe disso. É incrível, na verdade. Vivo nesta cidade há cinco anos, já fiz alguns amigos aqui, tenho locais que visito com frequência e, ainda assim, apercebo-me que gosto pouco deste local. Faltam-lhe árvores e sobram-lhe prédios e mais prédios. Existe nesta urbe uma total desordenação e a beleza do mar não chega para esconder todos os seus defeitos. E no outono ainda menos...

(Imagem aqui)

08
Nov18

A feira

C.S.

Ardem-me os olhos. Estão cansados. 

É quase hora de ir para a cama. 

Mas há ruído. 

Ouço o barulho da feira daqui. 

Parece-me estranho uma feira em novembro. 

Cresci num local onde só há feira quando vem o bom tempo. Final de junho.

Vivo aqui há 3 anos e ainda não me habituei a esta. 

Nunca a vi, só a oiço. 

O barulho parece não combinar com o anoitecer às 18h ou o frio. 

Na feira da minha infância havia luz do dia até às 21h. Havia a leveza das mangas curtas e o fresco da noite que sucede ao calor das tardes de junho no alentejo. Havia os gelados e a certeza de que na manhã seguinte não era dia de escola, porque a feira chegava na altura certa, como uma celebração perfeita do fim das aulas e do início das férias grandes. 

A feira que se chama de S. João, mas que dura para lá do S. Pedro, aquele que confere o feriado do município, era local de encontros garantidos, poucos inesperados, uma vez que toda a cidade converge para o mesmo ponto. 

Havia alegria, música, gargalhadas, carroceis, farturas, luzes, cheiro a cerveja, a frango e a polvo assado na brasa.

Ia-se à feira em família. Encontravam-se os amigos. Ponha-se a conversa em dia.

Éramos felizes ali. Na feira. Em junho. Era simples ser feliz.

Esta não me faz feliz. 

Esta não é minha.

Esta é só um barulho chato que me atrasa o sono.

E nada mais. 

(Imagem aqui)

28
Jun17

Um fim de semana para carregar baterias (III)

C.S.

O terceiro e último dia da nossa pequena viagem foi intenso, isto porque tomámos o pequeno almoço em Alcobaça, almoçámos em Óbidos, jantámos em Évora e viemos dormir já ao Algarve. Mas vamos por partes.

O dia não podia ter começado melhor, pois tínhamos massagens agendadas pela manhã, imediatamente a seguir ao pequeno almoço. E após este momento relaxante e o check out no hotel rumámos a Óbidos, já sobre a hora de almoço. A vila estava cheia de turistas e os restaurantes bastante compostos, mas lá encontrámos um por onde petiscar. Tive pena de não ter mais tempo para explorar Óbidos, mas ficou a vontade de voltar e a ideia de que é uma vila de uma beleza muito singular.

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Após a rápida visita a Óbidos dirigimo-nos ao Bacalhôa Buddha Eden, acerca do qual eu tinha uma grande expectativa, pois já muita gente me tinha falado deste espaço. E o que vos posso dizer é que merece a visita, mas não me parece que justifique uma excursão (como tantas que haviam por lá) propositada só a este local. Depois, fiquei com a sensação de que o parque não estaria em todo o seu esplendor, (não faço ideia se isto é verdade ou não), já que existiam locais onde me pareceu que deveria haver água a correr, no entanto, não se verificou e isso deixou-me um gostinho amargo na boca, até porque a entrada no parque é de 4€ por pessoa.

Mas é um jardim muito bonito, com esculturas absolutamente fantásticas.

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Feita a visita ao parque, rumámos a Évora, pois queríamos jantar com a família e, ainda que tenha sido visita de médico, regressámos a casa com o coração cheio.

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11
Abr17

Ainda sobre o fim de semana

C.S.

Como vos contei ontem, passei o fim de semana em Évora, a minha cidade, onde é sempre bom regressar. O fim de semana trouxe-nos temperaturas agradáveis e muito convidativas ao passeio e calhou estar a decorrer uma pequena feira medieval, na Praça 1.º de Maio, que é conhecida por ser a localização da Igreja de São Francisco, onde se encontra a Capela dos Ossos.

Eu adoro o Alentejo nesta altura do ano, com as suas temperaturas amenas, céu azul e flores em cada canto.

Deixo-vos algumas fotos, talvez vos inspirem a visitar terras de Além Tejo.

 

Se vos interessar saber locais bons para dormir em Évora ou arredores façam-me saber, pois posso fazer um post dedicado ao tema.

20
Fev17

Fui ali visitar a minha cidade...

C.S.

Este fim de semana que passou levou-me até à minha cidade. A que me viu nascer, crescer, cair, levantar, namorar, licenciar, partir e casar. A cidade onde me sinto em casa, por mais tempo que passe. Conheço-lhe as ruas e os recantos, sinto-a em mim, mesmo não estando.

Eu, que adoro sair, gosto sempre da sensação de voltar a casa. Por isso, ir a Évora é como ir a casa. Caminhar pelo seu centro histórico é um reavivar memórias.

Évora permitiu-me crescer com o conforto de uma cidade, mas vivenciando o que de melhor a vida rural tem para oferecer. Gosto muito do sítio onde vivo atualmente, não sei se algum dia sairei daqui, mas Évora será para sempre a minha cidade. O Alentejo corre-me, inevitavelmente, nas veias. Conheço-lhe a silhueta, o calor e o frio, as cores e os sabores.

 

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Há uma canção que a Tuna Académica da Universidade de Évora costuma interpretar muito bem e da qual sempre gostei muito, que fala, precisamente, sobre a saudade desta bela cidade:

 

«Eu não sei o que tenho em Évora
Que de Évora me estou lembrando
Quando chego ao rio Tejo
As ondas me vão levando

Abalei do Alentejo
Olhei para trás chorando
Alentejo da minh'alma
Tão longe me vais ficando (...)»

 

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