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há mar em mim

02
Mar17

Viagem a Londres

C.S.

Há umas semanas atrás tinha-vos contado que no ano de 2016 fiz três viagens, a primeira ao Porto, a segunda a São Miguel e a terceira a Londres. As três tão diferentes e as três tão especiais. Três locais que não conhecia ou conhecia muito mal, como era o caso da cidade do Porto, e que agora posso riscar (no bom sentido!) da minha lista.

 

Hoje venho falar-vos da aventura que falta: Londres!

Londres é uma daquelas cidades que faz parte das listas de toda a gente, quase de paragem obrigatória, por isso queria muito conhecê-la. Eu e o A. aproveitámos um daqueles feriados do início de dezembro, aproveitámos os bilhetes baratíssimos da Raynair e aproveitámos a proximidade do Natal para visitar uma das cidades mais animadas da Europa.

 

Reservámos tudo pela Internet, incluindo o bilhete para fazer o indispensável passeio no London Eye e o bilhete de comboio que fez o trajeto entre o aeroporto de Stansted e o centro de Londres. E correu tudo às mil maravilhas.

 

É verdade que não ficámos muito tempo, só dormimos duas noites e eu fiquei com o gosto a pouco na boca. Mas para mim, pouco é sempre melhor que nada no que toca a viagens e confesso-vos que esta escapadinha no final do ano foi ótima para nós. Namorámos muito numa cidade lindíssima e, como sempre que viajamos, rimos muito e trouxemos novas histórias para contar.

 

Posso dizer-vos que houve duas coisinhas que me desiludiram. A primeira foi o hotel de três estrelas em que ficámos, já que nos levou a descobrir que um três estrelas em Londres não é mesmo nada de especial (o tamanho do quarto era muito pequeno e pequeno almoço muito fraco), valeu-lhe a localização, pois estava muito perto do metro e de zona de restauração. Na verdade não nos incomodou assim muito, porque foi mesmo só para dormir durante duas noites.

A segunda desilusão prende-se com as minhas altas expectativas. Passo a explicar... Eu, C.S., confesso-me uma amante incansável do Natal. Adoro esta época do ano, adoro as luzes, as músicas, os enfeites, as comidas, adoro tudo! Portanto, não sei porquê, coloquei na minha cabeça que Londres iria vomitar Natal em todas as suas ruas, achava eu que ia estar tudo tão enfeitado quanto os filmes nos mostram. Mas não é bem assim. Ou melhor, não é tanto quanto eu idealizei. Mas deixem-me que vos esclareça que é uma altura do ano maravilhosa para visitar a cidade, há enfeites, há mercados de Natal, há muita luz, facto que ajuda uma cidade que normalmente se pinta (o céu) de cinza.

 

Agora vamos ao que adorei. Adorei o frenesim da cidade, a mistura de culturas e os contrastes das gentes que encontrei no metro. Adorei subir ao London Eye, é de facto uma meia hora muito bem passada e deixa-nos a sensação de que estamos no topo do mundo. Adorei o Borough Market, que descobrimos por acaso e onde comemos iguarias típicas a preços bastante acessíveis. Adorei, como não podia deixar de ser, o Big Ben e a Tower Bridge e adorei passear de mão dada pelo St James's Park, numa rara solarenga manhã de dezembro.

No último dia, decidimos ir almoçar a Notting Hill e ainda bem que o fizemos, apaixonei-me por aquelas maravilhosas portas. Acho que se todas as cidades tivessem portas tão bonitas quanto as casas de Notting Hill o mundo era mais colorido e, consequentemente, um sítio mais bonito.

 

Deixo-vos aqui uma galeria com algumas das fotos que fui tirando.

 

 

Espero que gostem! Beijocas e boa quinta feira.

20
Fev17

Fui ali visitar a minha cidade...

C.S.

Este fim de semana que passou levou-me até à minha cidade. A que me viu nascer, crescer, cair, levantar, namorar, licenciar, partir e casar. A cidade onde me sinto em casa, por mais tempo que passe. Conheço-lhe as ruas e os recantos, sinto-a em mim, mesmo não estando.

Eu, que adoro sair, gosto sempre da sensação de voltar a casa. Por isso, ir a Évora é como ir a casa. Caminhar pelo seu centro histórico é um reavivar memórias.

Évora permitiu-me crescer com o conforto de uma cidade, mas vivenciando o que de melhor a vida rural tem para oferecer. Gosto muito do sítio onde vivo atualmente, não sei se algum dia sairei daqui, mas Évora será para sempre a minha cidade. O Alentejo corre-me, inevitavelmente, nas veias. Conheço-lhe a silhueta, o calor e o frio, as cores e os sabores.

 

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Há uma canção que a Tuna Académica da Universidade de Évora costuma interpretar muito bem e da qual sempre gostei muito, que fala, precisamente, sobre a saudade desta bela cidade:

 

«Eu não sei o que tenho em Évora
Que de Évora me estou lembrando
Quando chego ao rio Tejo
As ondas me vão levando

Abalei do Alentejo
Olhei para trás chorando
Alentejo da minh'alma
Tão longe me vais ficando (...)»

 

02
Fev17

Viagem ao Porto

C.S.

Eu adoro viajar, acho que ainda não vos tinha confessado esse facto, mas é verdade. Considero que comecei a viajar tarde, por motivos que não vale a pena agora esmiuçar, mas, por essa razão, eu talvez sinta que tenho de recuperar o tempo perdido. Viajar dá-me sempre a sensação de liberdade e quando aterro num destino novo penso sempre: Eu podia viver aqui, se quisesse. É verdade que não é só querer, mas viajar dá-me a reconfortável sensação de que eu posso fazer o que quiser com a minha vida.

Em 2016 fiz três viagens, comecei por visitar o Porto, que conhecia muito mal, apenas de passagem. Visitei a ilha de São Miguel, nos Açores e, já próximo do final do ano, fiz uma escapadinha em Londres. A seu tempo falarei de cada um destes destinos.

Hoje vou falar do Porto. Há muito que desejava visitar o Porto, já lá tinha estado, mas praticamente só de passagem. Queria caminhar a pé por aquelas ruas, passear junto ao Douro e absorver a vivacidade da cidade. Fui ao Porto em janeiro e tive uma sorte tremenda com o tempo, dias de sol e a temperatura a rondar os 20 graus, parecia primavera. A cidade não me desiludiu em nada. É simplesmente linda, tem recantos com vistas soberbas e o que eu mais adorei no Porto foi descer a pé da Sé até ao rio. Que maravilha! Que ruas deliciosas! Tive a sensação que todo o encanto do Porto estava escondido e concentrado naquelas ruas estreitas, perfeitas para namorar, parar, fotografar e apreciar.

Fui ao Majestic, visitei uma cave de vinho do Porto, almocei na zona ribeirinha, fui até à foz, maravilhei-me com a ponte D. Luiz, comi uma inigualável francesinha, fui a um concerto no Coliseu, subi à torre dos Clérigos e comprei livros na livraria Lello. Tudo isto em dois dias e meio e ainda deu tempo de tomar café com um amigo dos tempos de escola e visitar o jardim do Palácio de Cristal. Foi um fim de semana que me cansou, mas que me deixou de coração cheio, porque não há nada como a sensação de conhecer o desconhecido e experienciar o melhor que isso nos pode oferecer. Deixo-vos algumas fotos que tirei, não foram poucas, porque outra das minhas minhas paixões é a fotografia.

 

Para 2017 ainda não planeei qualquer viagem, mas seguramente que alguma há-de acontecer, já ando (quer dizer, eu ando sempre...ahahah...) a estudar possíveis destinos, mas ainda está tudo em aberto.

Um dia destes hei-de falar-vos da inigualável ilha de S. Miguel.

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