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há mar em mim

04
Out18

19. Coisinhas que me irritam

C.S.

Ahhhhh... Que saudades que eu tinhas desta espécie de pseudo-rubrica! 

 

E qual o motivo da minha irritação de hoje? 

 

Qual? 

 

Tchanammmmmm...

Não posso mais! Que praga! 

 

Todos os dias, na escola, devo ouvir este lixo mais de vinte vezes. Porquê? Porque os miúdos, em tudo o que é intervalo, metem isto, em loop, no volume máximo dos seus telemóveis. E cantam! E cantam, senhores!!! 

 

Com tantos nomes de qualidade que a música portuguesa tem para nos oferecer porque razão tinha logo isto de cair em graça? 

 

Até na Rádio Comercial eu já ouvi isto! 

 (Imagem aqui)

 

Deixo aqui o apelo... Pela minha sanidade mental, por favor, acabem com isto! Ou paguem-me um psicólogo de qualidade. 

 

Odeio o Toy! Pronto, já disse... 

 

 

30
Set18

Não há melhor dia para falar da Netflix...

C.S.

Domingo é sinónimo de descanso, passeio, família e, claro, filmes e séries. 

E séries e filmes rimam com Netflix. Eu sei, não rimam verdadeiramente, mas deveriam rimar, porque a Netflix é esse serviço maravilhoso que nos traz um mundo de possibilidades. 

A Netflix já faz parte da vida de muitos de vocês há muito tempo, não é verdade? Mas a vossa C.S. só passou a ter esta maravilha no dia 16 de agosto de 2018. Abençoado 16 de agosto!

Agora posso ver as minhas séries e filmes preferidos na tv, mas também no portátil e no smartphone, esteja eu onde estiver. Não é fantástico?! É! O problema é concentrar-me em fazer outras coisas... Mas isso é outra história. 

Desde que sou Netflixódependente já vi uns quantos filmes, entre eles Forrest Gump, (que maravilha! Como é possível que nunca o tivesse visto??? Logo eu que sou fã de Tom Hanks há anos. Desde que me lembro, na verdade.), e Fury. Quanto a séries, despachei, novamente, as sete temporadas de Gilmore Girls, bem como os quatros episódios feitos em 2016 - A year in the Life - pela Netflix.  Agora ando a ver Black Mirror e Downton Abbey. E já ando de olho em mais umas quantas séries... 

Entretanto já começou a 3ª temporada de This is Us, não é verdade? Mas eu ainda não consegui ver. Talvez seja hoje. E depois volto a Downton Abbey, onde a 1ª Guerra Mundial acaba de terminar. Ufa...que isto cansa!

 

Deixo-vos estas sugestões para hoje. Sejam os filmes, sejam as séries, valem muito o vosso tempo. 

 

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(Imagem aqui)

 

 

Tenham um ótimo domingo! Sejam felix... 

21
Set18

The sun still shines

C.S.

Tenho pensado em vir aqui, mas por estes dias sinto que estou a sair de um processo de hibernação.

Iniciar, todos os anos, um novo percurso numa nova escola não é fácil. O período de adaptação é enorme. Muda o local, as regras, as pessoas... Tudo muda. Exceto nós. Exceto eu. Continuo a ser a mesma, com as mesmas crenças, os mesmos gostos, as mesmas ambições, os mesmos sonhos...

Dou aulas há praticamente 10 anos e nunca me custou tanto adaptar. E nem estou longe de casa... Mas não consigo parar de pensar que vim parar a um sítio onde não encaixo. Um local que tem um modo de trabalhar diferente de tudo aquilo que acredito. 

E no entanto, é engraçada a vida... No dia em que me apresentei no novo local de trabalho disse a mim mesma: "É este ano que vais compreender se queres ser professora a vida toda". 

Se calhar é mesmo...

Até a Rory Gilmore andava perdida aos 32. 

...

E o sol continua e continuará a brilhar. 

 

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 (Imagem aqui)

16
Mai18

Expliquem-me cá...

C.S.

Já é a segunda ou terceira vez que uma marca, (importa referir que não é sempre a mesma), me contacta, através do instagram, para estabelecer uma parceria e, normalmente, a proposta é algo parecido com isto: 

 

- dão-me 20% ou 30% de desconto num produto à minha escolha (eu tenho de comprar o produto inicial);

- dão-me um código para eu partilhar no meu instagram e/ou blog que dá acesso a um desconto de 10% ou 15% a quem use o meu código;

- (supostamente) se alguém usar o código que partilhei, terei posteriormente algumas vantagens.

 

Digam-me cá, vocês, que são experientes neste mundo dos blogs...

É assim que isto se processa?

Tenho andado a deitar oportunidades ao lixo? 

Isto parece-vos viável?

 

Contem-me tudo! Partilhem a vossa sabedoria comigo...

 

Obrigada!

 

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(Imagem aqui)

 

Não se assustem... Nos próximos 10 anos ninguém me deve contactar novamente.  E se algum dia decidisse embarcar em algo do género teria de ser de um produto que eu também gostasse, esse seria o critério n.º 1. 

15
Mai18

A mim acontecem-me coisas insólitas

C.S.

Andava eu na sempre entusiasmante tarefa de fazer compras no supermercado, mais precisamente no corredor onde estão as massas e azeites, num daqueles dias em que andava em piloto automático (o corpo estava lá, mas a cabeça andava sabe-se lá por onde...), quando alguém me abana o braço e diz: 

- Desculpe. Olhe, desculpe. 

E eu virei-me. Pestanejei. E percebi finalmente que aquela pessoa que eu estava a ouvir ao fundo, bem ao fundo, a chamar alguém insistentemente, estava, afinal, a tentar chamar a minha atenção. 

- Sim? - digo eu como se tivesse acabado de chegar de Marte. 

- Desculpe. Queria fazer-lhe uma pergunta. - afirma a minha interlocutora, pessoa que eu nunca tinha visto na vida e que, pela indumentária que envergava, estava a publicitar algum produto no supermercado. 

- Diga. - tentei encorajá-la eu atabalhoadamente. 

- É que tenho uma sobrinha. Na Ucrânia, tenho uma sobrinha parecida consigo. - começa ela. 

E eu penso: "está isto bonito, o que quererá a criatura? Um abraço?!", mas o que disse foi um monossílabo:

- Sim?

- Ela é parecida consigo. - repetiu enquanto começava a olhar para as minhas pernas, com ar de quem me estava a tirar as medidas. 

E eu sem perceber nada. Olho em volta e tudo parece normal, só o que estava a acontecer diante dos meus olhos era estranho. E a senhora prosseguiu:

- A minha sobrinha tem o corpo parecido com o seu. - apontou para mim - E eu queria ajudá-la. 

Nesta altura acho que a minha boca abriu-se e fechou-se umas quantas vezes, mas não saiu qualquer som. Portanto, a criatura continuou:

- Ela também é assim gordinha e não consegue arranjar calças. Pode-me dizer onde compra as suas calças?

Podia-me ter dado para rir. Ou podia ter dito à senhora para ir plantar batatas, mas eu achei aquilo tudo tão insólito que balbuciei:

- Salsa. Compro-as na Salsa. 

- NA SALSA?! MAS ISSO É MUITO CARO!!! - quase gritou a senhora. 

E eu envergonhada. E eu a querer fugir. E eu com uma paciência de santa:

- Pois, são caras, mas são boas. Mas às vezes a Promod também tem uma outra de jeito. 

E comecei a afastar-me, questionando-me se aquilo tinha mesmo acontecido. 

Não me lembrei de lhe dizer: "vá ao meu blog, tenho lá um artigo dedicado às calças que uso". 

 

(Imagem aqui)

23
Abr18

Hoje é dia do livro e...

C.S.

...e eu apercebi-me agora.

Agora mesmo. Quando cheguei a casa e a internet me informou. 

Ri-me. Porque antes de vir para casa fui comprar um livro e um postal e fui colocá-los no correio.

Destinatário: a minha sobrinha. Ela gosta de receber encomendas e postais. 

Comprei-lhe um livro que me cativou assim que lhe peguei, um livro que celebra todos os livros infantis.

É um livro que é uma homenagem a todos os outros, com ilustrações fabulosas. Espero que ela o adore. 

Se tivesse sido propositado não teria acertado mais que isto. 

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(Imagem aqui)

 

 

28
Jan18

Notícias que entristecem: O Tejo

C.S.

Estou a ver as notícias e acabo de ver imagens penosas do Tejo.

O rio está poluído e o problema já não é de agora. Mas parece que é agora que está a atingir níveis de poluição elevadíssimos. 

É o habitat de tantas espécies que é destruído, a população que sai afetada também e tradições que são destruídas. Os pescadores do Tejo já não pescam lampreia. Dizem que a água não está em condições e que ninguém pega no peixe. 

É triste chegar a este ponto. É lamentável que os sucessivos governos nunca se tenham ocupado de tal problema. Logo o Tejo, que não é um rio qualquer. Logo o Tejo, que banha a cidade europeia da moda...

(Imagem aqui)

05
Dez17

500

C.S.

Este é o post 500 do Há mar em mim. 500.

Isto significa que em menos de um ano eu me dirigi 500 vezes a vocês.

Através de imagens ou palavras, eu tive 500 assuntos diferentes para aqui deixar.

Mais palavras. Sem dúvida.

E penso agora que há onze meses atrás eu calava muita coisa, não que eu não tenha com quem falar ou até desabafar, porque felizmente tenho sempre quem me ouça, mas digo-o no sentido em que esta escrita que aqui faço agora, com regularidade, se tornou já um hábito e, também, um género de terapia. Se eu for mais longe e recuar ao início vejo, claramente, que o Há mar em mim nasceu de algo menos bom, para se transformar em algo de que gosto muito. Algo meu.

Este cantinho que aqui tenho construído com a vossa ajuda tem-me proporcionado muitos sorrisos e só por isso ele valeria a pena. Mas, como se não bastasse, ele tem-me dado a oportunidade de descobrir pessoas fantásticas, com as quais, de outra forma não teria contacto e isso seria realmente uma pena. 

Obrigada por estarem aqui comigo.

Obrigada pelas partilhas que fazemos.

Obrigada por fazerem parte deste meu mar

 

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