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há mar em mim

17
Jan18

Um pôr-do-sol motivado por vocês

C.S.

Ontem partilhei convosco uma fotografia do pôr-do-sol de anteontem. 

O pôr-do-sol estava fantástico, a foto é que não. Foi tirada com o telemóvel, porque tinha ido caminhar e, claro, não levei a minha Canonzinha. Arrependi-me.

Depois, todos vocês, na vossa imensa simpatia e bondade, disseram-me nos comentários que a foto estava gira. E eu peguei no meu arrependimento e fui passar o final de tarde na praia. Um dos meus lugares felizes. 

Coloquei a Canon em modo Manual e fomos felizes juntas. 

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 Estão longe da perfeição, mas cada vez gosto mais de fotografar e estas fotos deixaram-me feliz. 

02
Jan18

O há mar em mim vai fazer um ano...

C.S.

...e eu vou comemorar convosco! 

 

 (Imagem aqui)

No dia 9 de janeiro o há mar em mim cumprirá um ano de existência.

Este blogue tem sido muito mais que um passatempo e a culpa disso é também vossa. Porque me acompanham a cada dia e têm a bondade de vir aqui ler o que a mim me apetece escrever/publicar, sim, porque já aconteceu ser só uma foto, por exemplo. 

 

Por isso, tinha vontade de vos agradecer e não sabia bem como...

 

Até que se fez luz! 

 

Tive uma ideia que creio ser divertida, tanto para mim, como para vocês. E julgo que é simples. 

 

Vamos lá...

 

Quem é mais assíduo deste espacinho sabe que eu gosto de fotografias, certo? Vai daí que vou fazer uma espécie de concurso... 

Não se assustem é coisa simples. 

Até ao dia 8 podem (e devem!) enviar-me uma foto que acham que serve para comemorar este 1.º aniversário do há mar em mim para o mail:

hamaremmim@gmail.com 

Eu irei ver as fotos e escolher a que mais gosto e se adequa ao desafio. E no dia 9, às 10h, o vencedor será anúnciado aqui no blog e irá receber em casa estes dois miminhos.

 

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 Escolhidos com muito carinho: uma bolsa para os óculos de sol e uma luz usb, para vos ajudar a ter ideias brilhantes.

 

Também publicarei todas as fotos, com indicação do respetivo autor, no blog. 

 

 

Que tal?

Vamos lá celebrar juntos!

 

P.S.: Sintam-se à vontade para divulgar o desafio, sim?  Obrigada!

30
Nov17

Idealmente...

C.S.

Sim, idealmente e segundo o que tinha pensado, hoje estariam a ler uma espécie de Às quintas viajamos... feito por mim própria e baseado na recente viagem que fiz à Madeira. Era o que estava planeado.

 

Acontece que na semana passada, após a toma de um potente antibiótico, livrei-me das 3 semanas de tosse. Pelo menos era o que eu pensava. Tudo parecia estar encaminhando. Segunda-feira estava tudo bem, na terça-feira cheguei a casa extremamente cansada e com uma terrível dor de garganta e ontem, após um dia em que fui professora, mas sobretudo psicóloga, cheguei a casa de rastos. Doía-me todo o corpo e nem um dedo me apeteceu mexer.

 

Resultado: hoje não haverá Madeira para ninguém, mas deixo -vos algumas fotos para criar alguma curiosidade para quando o post aparecer. Isto se eu sobreviver. (So much drama, I know!)

 

 

27
Nov17

Paisagens de 2017

C.S.

Desde que vi o desafio - Paisagens de 2017 - lançado pela equipa do SapoBlogs que fiquei com vontade de participar.

Tive alguma dificuldade em escolher a fotografia, mas decidi-me pela simplicidade de uma foto captada bem perto da minha casa. 

Creio que é uma imagem que demonstra bem o quão belo pode ser um momento tão simples e rotineiro como pôr-do-sol, que acontece todos os dias, só temos de saber parar e admirá-lo. 

 

Aqui fica:

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14
Nov17

Na sexta-feira à noite...

C.S.

Miguel Araújo brindou, quem esteve presente no seu concerto no Coliseu dos Recreios, com músicas do novo cd, com belíssimos convidados, com um cenário magnífico e com uma atuação irrepreensível. 

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Creio que este cantor se reinventa a cada espetáculo. O próprio já confessou que, no início, tinha receio do palco e de encarar o público e que agora já consegue desfrutar do tempo que passa em grande plano. E isto nota-se. 

Quem o acompanha desde o início da sua carreira a solo nota-o mais solto a cada performance e com a voz cada vez mais segura. O músico portuense tem,ainda, a mais-valia de ter consigo uma banda fenomenal, divertida e que sabe envolver o público. E o próprio Miguel vai conversando com quem o vê, entre canções, e contando a origem das suas músicas. 

É mesmo um concerto que vale a pena ou não fosse ele um dos melhores cantores portugueses e dos mais completos também, pois todas as suas músicas têm letras da sua autoria. E que letras! Cada uma delas conta-nos uma história e é isto que eu mais admiro nele, a sua capacidade para a escrita. 

Espero que concertos destes se repitam por muitos anos e que o Miguel continue a encher o nosso país com boa música. 

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13
Nov17

Uma compra daquelas que me entusiasma muito!

C.S.

Quem é mais assíduo aqui no Há mar em mim já se deve ter deparado com um post ou outro onde eu declaro o meu amor à fotografia. Não é que eu perceba do assunto, porque não percebo, mas sempre adorei a magia de guardar um momento para sempre. Para mim a fotografia é isso mesmo, é a possibilidade de eternizar um segundo das nossas vidas e das vidas que nos vão rodeando. É, sem dúvida uma forma de arte e de nos expressarmos. 

 

Lembro-me dos meus pais terem uma Kodak, a primeira máquina fotográfica com que contactei. Usava-a sempre que podia, mas não podia muitas vezes, porque revelar as fotos era algo dispendioso nos anos 90, se bem se lembram.

 

Depois foram surgindo as máquina digitais e a primeira que eu tive deixou-me imensamente feliz. Creio que a recebi de prenda de anos. Tirava fotos com pior qualidade que a Kodak, mas que importava?! Tinha o futuro nas mãos!

 

Só que o futuro durou pouco, que é como quem diz, a máquina não teve uma longa vida. E quando comecei a ganhar o meu primeiro dinheiro, a trabalhar nas férias de verão, quis dedicar parte dele a uma nova máquina fotográfica, uma Nikon. Esta durou-me muitos anos e só a fui deixando de lado à medida que as câmaras dos smartphones foram melhorando. 

 

Mas de há uns tempos para cá senti uma vontade imensa de ter novamente uma máquina fotográfica nas mãos. A ideia foi amadurecendo em mim e tornou-se uma certeza. Até pedi ao João Freitas Farinha para me ajudar na escolha e ele, sempre tão simpático, lá me deu a sua opinião. Obrigada, João. 

 

Depois de ponderar prós e contras dos três modelos para os quais estava inclinada, lá me decidi pela Canon PowerShot sx540hs. Esta beleza:

(Imagem aqui)

 

(Imagem aqui)

 

Tenho-a desde quinta-feira e para já estou a adorar e estou muito feliz com a minha escolha.

 

Convido-vos a passar pelo meu instagram, pois é lá que coloco muitas das fotos que vou tirando. 

 

Tenham uma ótima semana! 

16
Out17

O Dr. Guilherme

C.S.

Naquele início tarde, de um outono demasiado quente, Guilherme não imaginava o que lhe iria acontecer. Vinha de um agradável almoço com a sua filha mais velha, que iria casar-se no final do ano. Estava entusiasmado pela sua menina, que na verdade já era uma mulher deslumbrante e bem sucedida. Iria casar-se um ano depois de ter terminado o seu internato em pediatria. Um sonho tornado realidade. Desde muito cedo que a sua Lara quis seguir-lhe as pisadas no mundo da medicina, facto que sempre o encheu de orgulho.

 

Guilherme entrou no metro em passo apressado, verificando a sua agenda no smartphone, pois ainda o esperavam no consultório para cinco consultas e uma delas era com a sua paciente, grávida de gémeos, cuja tensão arterial o preocupavam.

 

Subitamente uma dor no peito. Lancinante. Soube de imediato do que se tratava e enquanto tentava racionalizar o que lhe estava a acontecer, o seu corpo começou a ceder, não conseguiu avançar muito mais, a dor cada vez maior e mais real. O seu corpo de 1,86m caiu ao chão. Os olhos fixos no teto daquela paragem de metro que fazia parte do seu dia-a-dia.

 

Pensou no casamento da filha e na dor que lhe causaria se não a pudesse acompanhar ao altar. Pensou no amor da sua vida, a mulher com quem partilhava a sua vida há quase quarenta anos. Queria tanto puder vê-la uma última vez, sentir o seu cheiro e acariciar os seus cabelos. Pensou no seu Tiago a viver sozinho pela primeira vez e logo num país estrangeiro. Queria visitá-lo de surpresa no início de dezembro, mas talvez não o voltasse a ver.

 

De repente sente umas mãos a comprimir-lhe o peito, uma e outra vez, uma e outra vez, ritmadas, enquanto ouve uma voz desesperada que lhe pede para se aguentar. Guilherme gostava de poder acalmar aqueles olhos verdes que se debruçam sobre ele e que lhe parecem estranhamente familiares. Tão bonitos. Tão puros. Tão tristes.

 

Antes de desmaiar compreende... Lamentavelmente, compreende que é a sua filha, a sua pequena Lara que no chão do metro, lavada lágrimas, faz os impossíveis para o agarrar à vida. Desculpa, Lara.

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(A magnífica foto que inspirou este conto é da autoria do João Freitas Farinha. É uma obra de arte, não é? Estes tons de preto e branco fascinam-me. Obrigada, João.)

 

07
Out17

Instagram: a minha rede social favorita

C.S.

Boa tarde! 

 

Como estão? Ontem deu-me uma preguiça tremenda e não passei por cá.

Mas posso-vos dizer que tive um final de tarde simplesmente espetacular, ou seja:

- maravilhoso pôr-do-sol;

- a melhor companhia;

- petisco bom;

- oportunidade de fazer duas ou três fotos giras. 

 

Centremo-nos nas fotos. Eu não sei se já vos contei, mas eu adoro fotografias, é algo que sempre adorei, desde miúda que me fascina poder captar um instante, um segundo para sempre. E uma foto diz-nos tanto.

Por isso, é fácil de compreender que o instagram é, sem dúvida, a minha rede social favorita. Descobriu-o tarde, é certo, mas já não vivo sem ele. Encanta-me, sobretudo, a oportunidade que me dá de poder apreciar o trabalho de alguns fotógrafos que por lá andam. E andam muitos. Muitos e bons. Alguns são mesmo soberbos. 

 

(Imagem aqui)

E eu também tenho uma conta. Muito modesta, mas que vou enchendo com as melhores fotos que consigo tirar, recorrendo ao meu telemóvel, que por acaso tem uma câmara que não é nada de especial, mas que desenrasca (é um asus Zenfone3 max).

 

Mas tem crescido em mim a vontade de comprar uma máquina fotográfica...  (Ando com duas de baixo de olho...) E ainda que não seja a máquina que vai fazer de mim melhor ou pior apaixonada pela arte da fotografia, acredito que pelo menos me dê mais possibilidades ou razões para procurar novos ângulos, perspectivas e cores... 

 

Vejam a foto que tirei ontem ao pôr-do-sol: aqui. (E podem sempre seguir-me no Instagram, fica o convite...)

 

 

 

01
Jul17

2. Coisas parvas (que eu penso)

C.S.

O mundo, tal como o conhecemos, acabou oficialmente ontem. Pelo menos não foi doloroso, mas foi custoso de ver...

Eu explico. Ontem tive de me dirigir a uma superfície comercial, precisava de uns iogurtes, azeite e mais uma ou duas coisa... Andava eu por ali, a ver se despachava as compras e... Eis que se deu! Ali, mesmo à minha frente! O mundo acabou!...enquanto uma mãe orgulhosa tirava uma foto aos seus amores (marido e filho) que pousavam junto a isto:

(Imagem aqui)

 

E eu perguntei-me se aquela família (que era de nacionalidade estrangeira) terá entrado no supermercado a pensar que iriam visitar alguma espécie de jardim botânico à moda portuguesa.

 

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