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há mar em mim

27
Out20

Valeria, a série da Netflix que têm de ver

C.S.

(Imagem aqui)

 

Valeria é uma série da Netflix inspirada tetralogia de Elísabet Benavent. E eu acabo de vê-la, após ter terminado de ler os livros. 

Relativamente aos livros, deixem-me dizer-vos que passei bons momentos com eles, não são os melhores livros que li em 2020, mas fizeram-me rir, apaixonar e levaram-me a Madrid. E foram suficientemente bons para ter lido os quatro de seguida. 

E a série? Não me desiludiu nada. Na verdade adorei. Tanto que venho aqui recomendá-la. São apenas 8 episódios que devoramos em tempo recorde. Creio que os personagens acabam por ter uma história mais interessante na série, têm mais background. Valeria é super atual e oferece-nos diálogos maravilhosos. Adoro a relação de amizade daquelas quatro amigas. Adoro que a Valeria queira ser escritora e não desista do seu sonho. E claro, adoro o romance que começa a surgir com Víctor (um homem ao qual nenhuma mulher conseguiria resistir, aviso já ). O final também é ótimo, real e deixa-nos a ansiar por mais. 

Mas se todos estes argumentos não vos servirem, deixo aqui O argumento bónus, aquele que sei que será infalível (). 

(Imagem aqui)

07
Fev20

#2 Sugestão para o fim de semana: Sex Education

C.S.

Se por acaso ainda não viram a segunda temporada de Sex Education, da Netflix, este é um bom fim de semana para fazê-lo. 

Esta série foi uma das surpresas de 2019, (falei-vos da temporada 1 aqui), e o início de 2020 trouxe-nos a segunda temporada.

(Imagem aqui)

Nesta segunda temporada Otis,  (Asa Butterfield), parece estar feliz com a sua relação com  Ola, (Patricia Allison), e confiante de que as coisas só poderão correr-lhe melhor agora que tem namorada. Mas todos sabemos que o amor é complicado e na adolescência ainda pior. É quando Maeve, (Emma Mackey), regressa a Moordale que tudo se complica. 

Já Eric, (Ncuti Gatwa), melhor amigo de Otis, está dividido entre dois amores e afirma-se, uma vez mais, como um dos personagens mais interessantes e queridos desta série. 

O que também é muito interessante ver nesta segunda temporada é a forma como a mãe de Otis, Jean, (Gillian Anderson), se integra na escola, como terapeuta, ao mesmo tempo que vai lidando com o facto de poder estar efetivamente apaixonada, coisa que não lhe acontecia há anos. Parece-me que a introdução desta personagem na escola é uma forma de sermos alertados para a necessidade que há de falar com os jovens sobre a sexualidade. 

 

Resta-me dizer-vos que, ainda que não me tenha surpreendido tanto quanto a primeira temporada, gostei bastante da segunda temporada de Sex Education e os oito episódios que a constituem sabem a pouco. Adorei o episódio onde ressalta a solidariedade feminina, que tanta falta faz numa sociedade como a nossa. 

Nota final para os locais onde a série é filmada, pois somos brindados com paisagens deslumbrantes, de um verde lindíssimo. Quem não quereria viver na casa de Otis e estar rodeado de verde? Eu queria! Vejo-me a tomar o pequeno almoço e a ler um livro naquela varanda maravilhosa. 

 

 

10
Jan20

#1 Sugestão para o fim de semana: Atypical

C.S.

Atypical foi a primeira série que comecei a ver em 2020 e gostei tanto que já vi as 3 temporadas. 

(Imagem aqui)

É uma série que todos deveriam ver, na minha opinião, porque aborda a diferença, mostrando-nos que o ser humano é capaz de se superar, com apoio e perseverança. 

Adoro séries que são, efetivamente, sobre pessoas, com problemas reais, com dúvidas, com erros e com vontade de mudar e fazer melhor. Atypical é sobre tudo isso e também sobre um adolescente que está no espectro autista. Mas o que me agrada nesta série é que o foco não está apenas no transtorno de que Sam padece, pois vemos os restantes elementos da sua família a lidar com os mais variados problemas pessoais, que são desde a infidelidade à descoberta da homossexualidade. 

Espero que a Netflix faça uma quarta temporada, uma vez que acredito que ainda há muito por contar sobre a vida destes personagens que me fizeram rir e emocionar na mesma medida. 

 

Fica o trailer.

 

 

 

05
Fev19

Desde que o ano começou, o que é que eu já vi que valha a pena recomendar?

C.S.

Vocês bem sabem que eu não tenho tido muito tempo livre. É verdade, tenho-me queixado bastante e sinto alguma vergonha por isso, ainda que esteja mesmo a viver dias muito cinzentos no que toca a trabalho.

 

Contudo, aqui e ali ainda vou arranjando uns espacinhos para fazer alguma coisa que me dá prazer, como por exemplo ver filmes e séries. 

 

Já vos falei de Sex Education. A série que estreou na Netflix a 11/01 e que eu devorei em dois dias. Desde aí a coisa já viralizou e é a série in do momento. Se não viram, vejam. Vale mesmo a pena e a Netflix já nos garantiu uma 2ª temporada. 

 

Entretanto, vi A star is born. O filme que coloca Bradley Cooper e Lady Gaga nos papéis principais. Se gostei? Sim, gostei mesmo muito. Creio que o filme está feito para a Gaga brilhar, mas eu acho que o Bradleyzinho não lhe fica nada atrás. É uma história previsível? É. Mas também são 2h14 de bom cinema. E a banda sonora é completamente pegadiça. Eu gosto especialmente de Always Remember Us This Way.

 

Comecei a ver, há umas duas semanas, a série YOU, da Netflix. Diria que é uma série que nos prende ao mesmo tempo que nos causa algum mau estar, por isso creio que cumpre muito bem na categoria de série drama/suspense. 

Esta série conta-nos a história de Joe e da obsessão que ele desenvolve por Beck, uma rapariga por quem se apaixona. Mas à medida que vamos conhecendo Beck compreendemos que ela está longe de ser a rapariga angelical que no início somos levados a crer que é.

Até onde estará disposto Joe a ir para "salvar" Beck e alimentar este seu amor pouco saudável? 

(Imagem aqui)

 

Por último quero falar-vos de uma comédia dramática, também da Netflix, da qual estou a gostar bastante, trata-se de Grace & Frankie, a série que trouxe novamente para o ecrã Jane Fonda e Lily Tomlin. 

Esta série aborda, essencialmente, questões relacionadas com (a designada) 3ª idade, mas sobretudo quebra uma série de tabus, nomeadamente quanto a questões de sexualidade. 

Grace e Frankie são deixadas pelos respetivos maridos, que se apaixonam um pelo outro. Com esta nova realidade as duas mulheres ficam completamente vulneráveis e terão de se adaptar às suas novas condições. E como decidem fazê-lo? Começando uma nova amizade e indo viver juntas, pois só elas sabem as dores pelas quais estão passando. 

(Imagem aqui)

24
Jan19

Ricardo Araújo Pereira em dose dupla | Obrigada!

C.S.

Há anos que acompanho o percurso de Ricardo Araújo Pereira e sou verdadeiramente fã do seu trabalho. Acho que não há como não sê-lo. 

 

É o melhor humorista português e uma das pessoas mais inteligentes da nossa praça pública. Admiro a forma como fala de literatura e o conhecimento que demonstra ter da língua portuguesa. "Ai quem me dera..." Canta a Mariza e penso eu.

 

Ricardo A. Pereira brinca com a política, revela consciência social e escreve bem. Agora temos a sorte de tê-lo em dose dupla, na Rádio Comercial, de segunda a sexta, e na TVI, ao domingo. E ainda bem, digo eu, julgando que este é um sentimento partilhado pela maioria dos portugueses. 

 

No meio de tanto lixo que nos chega a casa pela televisão, (abençoada Netflix que me trouxe tanta liberdade de escolha!), o Gente que não sabe estar é uma lufada de ar fresco. Humor inteligente do princípio ao fim. Mas dali já não se espera outra coisa, verdade? 

 

Vejam isto:

 

 

E mais isto:

 

 

Ia fazer um post sobre o tão falado programa de Marie Kondo e como este foi uma desilusão, (só vi o primeiro episódio), uma vez que a senhora não arruma nada, apenas manda fazer. Para além disso, a Marie aconselha a que se dobre a roupa de forma a que esta, antes de ser usada, tenha de ser outra vez passada a ferro. Uma verdadeira loucura! Mas agora o post já não faz sentido, uma vez que esta Mixórdia supera qualquer palavra que eu pudesse escrever. 

 

Resta-me dizer, em nome dos portugueses, obrigada, Ricardo!

14
Jan19

Sex Education | A nova série da Netflix que têm de ver

C.S.

No fim-de-semana fiz o trabalho por vocês e servi de cobaia. É verdade. Eu sou assim uma altruísta nata. (Hahaha...)

Entre os afazeres que não podiam ser adiados lá arranjei tempo para ver os 8 episódios da nova série da Netflix, Sex Education, e só me desiludi quando vi que tinha chagado ao final dos conteúdos disponíveis. 

 

Sex Education traz-nos a história de Otis (Asa Butterfield), um adolescente, filho de pais divorciados, cuja mãe (Gillian Anderson) é terapeuta de educação sexual, facto que conferiu a Otis uma série de conhecimentos teóricos, adquiridos ao longo dos anos pelo tipo de educação que a mãe lhe transmitiu, mas também pelas escutas que fez, uma vez que a mãe tem o consultório na sua prórpia casa. Contudo, Otis está longe, muito longe de conseguir colocar em prática os seus conhecimentos, pelo menos no que à sua vida sexual diz respeito, porque na escola a conversa é outra. Incentivado por uma colega do Liceu de Moordale, por quem se apaixona, Otis começa a fazer terapia aos seus colegas. E há imensos necessitados, como devem imaginar, e com as mais variadas problemáticas, que vão desde a falta de autoestima à chantagem com recurso a uma foto (da vagina de uma aluna), ou não se tratasse de um liceu repleto de adolescentes com as hormonas a fervilhar.

 

Sex Education é uma comédia dramática que vai quebrando algumas barreiras, abordando a questão do sexo de forma brilhante, porque nunca se torna vulgar. Nesta série vemos os personagens crescerem a cada episódio e não só a nível emocional. Não tenham dúvidas, somos brindados com excelentes interpretações.

 

Os meus personagens preferidos são Otis, a sua, algo excentrica, mãe e Eric (Ncuti Gatwa), que é gay e é o melhor amigo de Otis. Aliás, o tema da homossexualidade é muito bem trabalhado nesta série. Adoro uma cena entre Otis e Eric no Baile de Finalistas. 

 

Resta-me remeter-vos para o trailer e dizer-vos que se apressem a ver para podermos trocar ideias. 

 

14
Out18

Faringite e séries

C.S.

Como está a ser o vosso fim de semana? 

Espero que o Leslei não tenha feito estragos para os vossos lados. No Algarve tivemos uns minutos de chuva forte, mas não passou disso. Ainda bem. Mas por aqui não havia qualquer aviso. 

Eu estou praticamente de quarentena. Tenho estado a recuperar de uma faringite, à qual se junta a minha arqui-inimiga sinusite e têm sido uns dias de dor de garganta, dor de cabeça, fungadelas, nariz entupido, espirros, lenços, medicamentos, chá quente... Enfim, todas essas maravilhas que eu tão bem conheço. 

Mas, como em tudo na vida, há um lado positivo em estar neste estado. Sabem qual é? Adivinham? 

(Imagem aqui)

 

Esse mesmo! Ver tv. Vegetar em frente a um ecrã. Assim! Mesmo como na imagem... De boca aberta para que se possa respirar, já que o nariz tornou-se inútil. 

E graças a este fim-de-semana com sabor agridoce, (já que podia vegetar sem a dor de cabeça e o nariz a cumprir a sua função), lembrei-me de vir aqui dizer-vos quais as séries que ando a acompanhar. Quem sabe se não vos inspiro a ver alguma... 

Vou falar-vos de séries que ainda estão a decorrer ou que já terminaram, mas que eu só agora estou a ver. 

 

1. Game of Thrones

Já falei desta série. Já todo o mundo falou dela. É a melhor. Winter is coming e que venha 2019. Que venha a última temporada, porque será, seguramente, arrebatadora. 

 

2. This is us

Vai na sua terceira temporada e creio que já todos nos apaixonamos por esta família. Quem é que não deitou uma lagriminha com a morte de Jack? Falei-vos desta série aqui e aqui

 

3. Downton Abbey

Só agora ando a acampanhar, na Netflix,os enredos da vida dos Crawley. Já vou na 5ª temporada e estou a gostar muito de ver este retrato da aristocracia inglesa e dos seus empregados. 

 

4. The Big Bang Theory

Está a decorrer a sua 12ª e última temporada. Creio que é a série de comédia que mais sucesso alcançou. Sheldon e os seus amigos conseguiram manter-nos sempre presos ao ecrã, mas sem nunca perder a qualidade. Vão deixar saudades. 

 

5. Black Mirror

Esta série, que agora pertence à Netflix, é de ficção científica e, apesar de ter visto poucos episódios até ao momento, tem-se revelado extremamente interessante. Faz-nos pensar sobre a nossa sociedade, sobre a tecnologia, as redes sociais e o futuro. Para onde caminhamos? 

Esta série tem a particularidade de não ser sequencial, cada episódio conta-nos uma história isolada e cujo desfecho é conhecido. 

 

6. The Resident 

Eu gosto de séries de hospitais e médicos. Gostei de E. R. (Serviço de Urgência) e Grey´s Anatomy foi durante muito tempo uma das minhas séries de eleição, (mas hoje em dia já me cansei do Seattle Grace), por isso tinha de ver The Resident. Por isso e porque um dos protagonistas é Matt Czuchry, por quem eu confesso ter uma crush desde os tempos em que ele era Logan Huntzberger em Gilmore Girls

O que mais me agrada em The Resident é o facto da série abordar a questão económica na área da saúde. Cada vez mais os hospitais são geridos como empresas, para gerar lucro e esta série coloca a nu esse tema. 

 

Estas são as 6 séries que vejo de momento, não estão numeradas por ordem de preferência e recomendo-as a todas. 

Já ando a de olho na nova série espanhola da Netflix, Elite. Será a próxima e acho que promete...

 

E vocês? Recomendam-me alguma? 

 

Bom domingo. 

 

(Atualização)

Apercebo-me agora que deixei uma ótima série de fora da lista e tive de vir aqui corrigir o meu erro. Trata-se de:

 

7. Modern Family

Uma série de comédia que se tem mostrado inovadora, (não me esqueço do episódio que foi passado, todo ele, em frente ao monitor do computador de Claire), e que ainda não deixou de ter piada. Há anos que acompanho as aventuras dos Pritchett e dos Dunphy. Apercebo-me agora que a 10ª temporada já deve ter começado... Iupi!

30
Set18

Não há melhor dia para falar da Netflix...

C.S.

Domingo é sinónimo de descanso, passeio, família e, claro, filmes e séries. 

E séries e filmes rimam com Netflix. Eu sei, não rimam verdadeiramente, mas deveriam rimar, porque a Netflix é esse serviço maravilhoso que nos traz um mundo de possibilidades. 

A Netflix já faz parte da vida de muitos de vocês há muito tempo, não é verdade? Mas a vossa C.S. só passou a ter esta maravilha no dia 16 de agosto de 2018. Abençoado 16 de agosto!

Agora posso ver as minhas séries e filmes preferidos na tv, mas também no portátil e no smartphone, esteja eu onde estiver. Não é fantástico?! É! O problema é concentrar-me em fazer outras coisas... Mas isso é outra história. 

Desde que sou Netflixódependente já vi uns quantos filmes, entre eles Forrest Gump, (que maravilha! Como é possível que nunca o tivesse visto??? Logo eu que sou fã de Tom Hanks há anos. Desde que me lembro, na verdade.), e Fury. Quanto a séries, despachei, novamente, as sete temporadas de Gilmore Girls, bem como os quatros episódios feitos em 2016 - A year in the Life - pela Netflix.  Agora ando a ver Black Mirror e Downton Abbey. E já ando de olho em mais umas quantas séries... 

Entretanto já começou a 3ª temporada de This is Us, não é verdade? Mas eu ainda não consegui ver. Talvez seja hoje. E depois volto a Downton Abbey, onde a 1ª Guerra Mundial acaba de terminar. Ufa...que isto cansa!

 

Deixo-vos estas sugestões para hoje. Sejam os filmes, sejam as séries, valem muito o vosso tempo. 

 

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(Imagem aqui)

 

 

Tenham um ótimo domingo! Sejam felix... 

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