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há mar em mim

24
Jan19

Ricardo Araújo Pereira em dose dupla | Obrigada!

C.S.

Há anos que acompanho o percurso de Ricardo Araújo Pereira e sou verdadeiramente fã do seu trabalho. Acho que não há como não sê-lo. 

 

É o melhor humorista português e uma das pessoas mais inteligentes da nossa praça pública. Admiro a forma como fala de literatura e o conhecimento que demonstra ter da língua portuguesa. "Ai quem me dera..." Canta a Mariza e penso eu.

 

Ricardo A. Pereira brinca com a política, revela consciência social e escreve bem. Agora temos a sorte de tê-lo em dose dupla, na Rádio Comercial, de segunda a sexta, e na TVI, ao domingo. E ainda bem, digo eu, julgando que este é um sentimento partilhado pela maioria dos portugueses. 

 

No meio de tanto lixo que nos chega a casa pela televisão, (abençoada Netflix que me trouxe tanta liberdade de escolha!), o Gente que não sabe estar é uma lufada de ar fresco. Humor inteligente do princípio ao fim. Mas dali já não se espera outra coisa, verdade? 

 

Vejam isto:

 

 

E mais isto:

 

 

Ia fazer um post sobre o tão falado programa de Marie Kondo e como este foi uma desilusão, (só vi o primeiro episódio), uma vez que a senhora não arruma nada, apenas manda fazer. Para além disso, a Marie aconselha a que se dobre a roupa de forma a que esta, antes de ser usada, tenha de ser outra vez passada a ferro. Uma verdadeira loucura! Mas agora o post já não faz sentido, uma vez que esta Mixórdia supera qualquer palavra que eu pudesse escrever. 

 

Resta-me dizer, em nome dos portugueses, obrigada, Ricardo!

14
Nov18

Coisas em que acreditávamos na infância

C.S.

Bom dia!...

Como estão? 

Hoje, nas Manhãs da Rádio Comercial, estavam a pedir para recordar coisas em que acreditávamos em crianças, aquelas coisas que só a inocência dos primeiros anos nos leva a acreditar, e eu fiquei com vontade de vir aqui partilhar este tema convosco. 

Cleo_infancia-1000x600.jpg

(Imagem aqui)

Cá vai...

Quando eu era criança acreditava que se o ecrã da TV se partisse do outro lado estariam as pessoas a representar aquilo que era transmitido. (Ahahahah...) 

 

Também acreditava no Pai Natal, acreditei até que o professor de E.M.R.C. (vulgo moral), na escola primária, decidiu acabar com a minha fantasia e de uma forma algo cruel. Mas sabem que mais? Não resultou como ele queria. De certa forma, continuo a acreditar no Pai Natal, na magia desta quadra que, para mim, é a mais especial das festas, pois é a que aproxima as pessoas e aquece os corações. 

 

Acreditei também na Cuca, uma espécie de Bicho Papão que a minha mãe inventou. Não fiquei traumatizada com a Cuca, até porque não me lembro de me aterrorizarem com esta figura, mas sei que às vezes se fazia referência a ela. Na minha cabeça era uma velha malvada que levava as crianças que se comportavam mal. 

 

A minha irmã, que é mais nova que eu, acreditava que, quando a TV era a preto e branco, as pessoas, no mundo real, também se viam a preto e branco. Quando ela me disse isto foi uma delícia. O que eu ri... 

 

E vocês? Tiveram crenças engraçadas? 

Partilhem comigo a vossa inocência. 

Boa quarta-feira!

06
Abr18

Parem tudo!...

C.S.

Depois daquilo que vos descrevi aqui... Eu tenho de conseguir bilhetes para isto! Não quero muitos, bastam dois, na verdade. 

Screenshot_20180406-125724_1.jpg

(Imagem retirada do Instagram da Comercial)

 

Desejem-me sorte, acendam velinhas, façam o que quiserem, mas torçam por mim, porque não tenho muita experiência em adquirir ingressos para este tipo de super eventos!... 

Imaginem isto ao vivo...

10
Mai17

Preferia não ter ouvido...

C.S.

(Imagem aqui)

Quando eu estou no carro, por norma, vou a ouvir rádio. Habitualmente a Rádio Comercial. Acontece que ontem ouvi duas coisas que preferia não ter ouvido.

1.ª Um anúncio horrível (felizmente não me recordo o que publicitava), que supostamente tenta recriar vários sotaques de distintas zonas do país. Um conselho... Se querem recriar a pronuncia alentejana num anúncio, falem com um alentejano. Se querem recriar a pronuncia do norte, falem com alguém do norte (e averiguem se é mesmo da zona que pretendem). Se querem recriar a pronuncia algarvia, falem com um algarvio. E por aí fora... Não é difícil e com isso evitam serem os responsáveis pelo anúncio mais irritante de sempre.

 

2.ª Parece que uma senhora (e por senhora, entenda-se adulta), de nacionalidade portuguesa, achou que deveria ser giro ter a magnífica experiência de jogar a um jogo da moda. Raspadinhas? Placard? Nãooooooo... Baleia Azul!!!

Ao que parece a senhora só queria experimentar uns quantos desafios e não tinha como objetivo suicidar-se.  Acontece que quando quis desistir do jogo foi ameaçada e decidiu ir fazer queixa à polícia.

Agora pergunto eu... Que adulto, no seu perfeito juízo, decide que quer jogar a este jogo doentio que, ao que parece, anda a apanhar jovens fragilizados?! Quem?!

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