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há mar em mim

22
Jan19

Na sexta-feira passada...

C.S.

A sexta-feira que passou foi um dia difícil para mim, pois tive uma situação muito tensa no trabalho. Mas como os nossos dias têm sempre algo de positivo, ao chegar a casa tinha uma surpresa. Na verdade era uma prenda que a jb - Comércio Global decidiu oferecer-me. Nem sei porquê... Ao que parece andaram pelo há mar em mim, gostaram do que viram e quiseram presentear-me. Que máximo, não é? Ficaram surpreendidos? Pois, é normal, eu também fiquei. 

 

A prendinha foi o livro de viagens, de Gonçalo Cadilhe, Passagem para o Horizonte. Tenho outros dois livros deste autor português e quero muito ler este. Talvez o leve para as minhas próximas férias... É um livro sobre uma volta ao mundo de mochila às costas. Como não ficar entusiasmada com este tema? 

(Imagem aqui)

 

Não conhecia a jb - Comércio Global mas entretanto fui pesquisar, como devem calcular. Trata-se de uma empresa 100% nacional, de Vila do Conde, que já conta com 20 anos de história e na sua página apresenta-nos variadíssimos produtos, desde brinquedos, passando por artigos de papelaria e terminando nos livros, há muito por onde escolher. Se puderem espreitem a página deles e as coisas giras que há por lá. 

 

Beijinhos e boa terça-feira, gente gira! 

18
Dez17

Uma prenda de Natal antecipada

C.S.

1998

5.º e 6.º anos passados numa escola. Agora o 3.º ciclo. Nova fase. Decido mudar de escola, com a bênção dos pais, já que a nova seria mais próxima de casa. Mas na adolescência, sobretudo nos anos 90, os verões eram longos e davam que pensar. Arrependi-me.

 

- Mãe, afinal já não quero ir para a escola nova.

- Mas porquê, C.S.?

- Porque todos os meus amigos ficaram na escola antiga. Podemos ir mudar a matrícula outra vez?

- Se é o que queres... Seja.

 

E foi. Mas em setembro uma triste surpresa. Escola antiga e já bem conhecida, mas turma nova. 

Fiquei triste. Andei triste uma semana. Passava os intervalos sozinha e as horas de almoço também. 

Foi numa hora de almoço que a minha professora de matemática do 5.º e 6.º anos reparou na minha tristeza. Perguntou-me o que se passava e eu expliquei-lhe. Tive a sorte de ela ser a vice-presidente do conselho executivo da escola, (creio que na altura chamava assim), e de simpatizar comigo. Nessa mesma tarde voltei para a turma que conhecia e onde estavam os meus amigos.

Mas as aulas já tinham arrancado. Os colegas de mesa já tinham sido escolhidos. Nada nem ninguém tinha esperado por mim. Mas não fazia mal, era ali que queria estar.

No dia seguinte, na aula de Português, aquela que duraria cinco horas se fosse eu a mandar, chega a aluna n.º 1, a miúda que ainda ninguém conhecia porque tinha andado a faltar, e senta-se ao meu lado, pois era o único lugar disponível na sala. 

 

O que se passou a seguir não me lembro. Mas sei que desde esse dia não parámos de falar. De nos entregar. De nos conhecer mais e melhor. Ela ensinou-me a gostar de Hip-Hop e eu ensinei-lhe que um pouco de lamechice não faz mal a ninguém.

 

Crescemos juntas.

 

Ficámos juntas até ao 12.º ano. Depois cada uma foi atrás do seu sonho. Ela mudou-se para Lisboa e eu para o Algarve. Mas nunca nos perdemos.

 

Em 2018 faz vinte anos que nos conhecemos e na semana passada ela convidou-me para ser madrinha do bebé dela. E eu não podia ter ficado mais feliz. 

Que bela prenda de Natal!

 

 (Imagem aqui)

07
Dez17

No último fim-de-semana de novembro dei um saltinho à Madeira

C.S.

Foi a primeira vez que pisei solo Madeirense e não poderia ter ido melhor acompanhada. Fui com o A., a minha irmã e a fofíssima da B..

A viagem começou aqui. A surpresa não poderia ter corrido melhor. A B. não fazia ideia de que a ia buscar à escola, muito menos que iria viajar no dia seguinte. 

Quando cheguei à escolinha dela disseram que os familiares dos meninos do 1.º ano poderiam ir buscá-los à respetiva sala de aula. Lá fomos. A minha irmã à frente. Eu fiquei mais para trás propositadamente. A B. saiu e gritou "mamã", enquanto distribuía beijinhos, nisto olha para mim e os olhinhos dela iluminaram-se, quase que chorou de emoção. Ela tem 6 anos! Depois de beijos e abraços apertados gritou para uma amiguinha: "Esta é a minha tia, é muito minha amiga e eu gosto muito dela". 

Abandonámos a escola e fomos lanchar. Hora de revelar o propósito da surpresa. E a reação, como seria de esperar numa miúda que acha tudo magnífico (até uma banal ida ao parque), não poderia ter sido melhor. Mas, como aluna responsável que é disse: "temos de avisar a minha professora". Rimos. Expliquei-lhe que estava tudo tratado. 

 

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Quinta-feira de madrugada lá fomos os quatro para o aeroporto de Lisboa. Nos dias que antecederam a viagem havia previsão de ventos fortes, mas felizmente não se confirmou e o voo foi super tranquilo. Voámos pela EasyJet, que em setembro tinha os bilhetes super baratos para a Madeira. 

 

No primeiro dia andámos completamente à deriva pela ilha, sem plano traçado, parando onde achávamos que valia e pena. 

 

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No segundo dia começámos a explorar o Funchal, subimos até ao Monte de teleférico, que nos oferece uma maravilhosa vista desta cidade tão singular, e descemos nos tradicionais cestos. Uma experiência imperdível, sem dúvida. Depois fomos descendo a pé. Descendo, descendo, descendo... Uma descida que não parecia ser grande, mas que se revelou longa. Neste aspeto pode-se dizer que o Funchal engana. 

 

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Almoçámos junto ao Mercado dos Lavradores, um local que também merece uma visita. Que belíssimas frutas que a Madeira tem para nos oferecer. Eu fiquei especialmente deliciada com a variedade de maracujás. 

 

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Depois, para satisfazer um desejo da B. fomos ao museu do CR7. Ela ficou super contente. E sobre este ponto está tudo dito. 

 

(Continua)

 

 

05
Nov17

Só podes estar a brincar?!

C.S.

P_20171105_150627.jpg

 

Este é o estado em que se encontra o puzzle. Creio que será normal, pois só o iniciei ontem à tarde. E uma pessoa tem de fazer o jantar e pôr roupa a lavar e corrigir testes...

E esta manhã eu e o A. fomos dar um passeio à beira-mar, o mar estava lindo e havia uma brisa fresca. Uma maravilha.

Isto para dizer que ainda não tive tanto tempo assim a tentar encaixar as pecinhas. Só virar as 1000 peças para cima é trabalho para demorar largos minutos...

Até aqui tudo certo, tudo normal.

 

Acontece que está manhã o meu A. foi comprar pão ao supermercado aqui perto de casa e voltou todo contente. Com isto...

 

P_20171105_154735.jpg

 

Para mim!!!

O que é que eu faço? Digam-me!

Se eu já estava a ficar viciada no raio do puzzle, agora tenho motivação extra! 

SOCORRO!

 

O meu A. é mesmo um amor.

Vou adorar fazer este com o mapa-mundo.

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