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há mar em mim

22
Jan20

Fui renovar o meu passaporte e...

C.S.

De todas as burocracias que temos de tratar ao longo das nossas vidas esta é a que menos me custa fazer, para ser sincera, quase que a faço com alegria. Porquê? A resposta é óbvia, não é? 

O passaporte representa liberdade, a oportunidade para descobrir todo um mundo novo. Traz-nos também uma certa independência. Muitas vezes olho para o passaporte e penso: És livre de ir onde quiseres, não é este um sentimento libertador? 

Ir. Conhecer novas culturas e novas pessoas. Ir e seres tu própria fora da tua zona de conforto. Ir e lidar com o imprevisto. Ir e descobrir mais, mais sobre ti e mais sobre tudo o que te rodeia. Viajar é isto. 

Viajar é das coisas que mais felicidade me traz, só de pensar no assunto já fico com um sorriso indisfarçável no rosto, e 2020 será o ano em que vou viajar para um dos destinos que consta na minha bucket list. E não, ainda não vos vou dizer qual é. Mas vai ser incrível! 

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(Imagem aqui)

03
Set19

Em setembro recomeço!

C.S.

Setembro. Acabaram-se as férias. E digo-o sem qualquer mágoa. Que hoje é dia de recomeçar! E para recomeçar quer-se alegria e entusiasmo, que uma pessoa não deve enfrentar a vida de outra forma. 

Em breve farei um post sobre a viagem que fiz do sul ao Douro e Centro de Portugal. No meu Instagram fui colocando fotos e fazendo alguns stories, podem - e devem! - ir lá espreitar. Mas será aqui que deixarei as minhas emoções e dicas. 

E para vos colocar na expectativa do que aí vem, deixo-vos esta pequena reflexão, que escrevi ontem, acompanhada de foto. 

 

O ser humano nunca será perfeito. E daí? O imperfeito é mais atrativo, no sentido em que não é previsível e a luta pela perfeição mantém-nos atentos.

Não podemos baixar a guarda porque todos os dias recebemos notícias das atrocidades que nós, humanos, somos capazes de fazer. Por isso continuamos a lutar contra os nossos instintos, a lutar por melhores valores, a lutar pelo que acreditamos... A lutar pela perfeição. Que é inatingível. Mas que nos mantém focados. 

O segredo estará em saber que nunca seremos perfeitos, mas que a beleza da vida reside no caminho que traçamos em busca do melhor de nós. 

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As Galerias Imperfeitas foram o que mais me impressionou no Mosteiro da Batalha. Inacabadas, é certo. Mas completamente perfeitas na sua imperfeição. 

 

E agora que já me vieram visitar, vão lá ter um ótimo dia, gente gira!

Eu vou agora para a minha escola nova. O meu novo local de trabalho durante os próximos onze meses. E sinto receio e entusiasmo na mesma medida. Não é tão bela a vida?! Vamos lá!...

 

 

 

 

23
Abr19

Fui...

C.S.

Bom dia!

Como estão?

À hora que estão a ler isto, (se lerem quando eu publicar), encontro-me a caminho de Marrequexe. É a primeira vez que vou para um destino cuja cultura é tão diferente da nossa, (e aqui tão perto, não é?), que é o mesmo que dizer que é a primeira vez que saio da Europa. 

Levo na bagagem muita expetativa e uma vontade enorme de absorver aquela cultura tão rica. Depois conto-vos tudo...

Entretanto, podem acompanhar um pouco a minha viagem aqui

(Imagem aqui)

 

Sejam felizes, que eu vou procurar fazer o mesmo. 

21
Jan19

A minha Bucket List

C.S.

Hoje é segunda-feira e em vez de passar o dia a lamentar-me decidi parar e pensar um pouco sobre a minha Bucket List, que é como quem diz: a lista de coisas que gostaria de fazer antes de morrer. Nunca fiz nenhuma e parece que hoje será o dia. 

 

Acho gira esta ideia de lista de desejos. Creio que é importante ter sonhos e não deixar que eles morram e organizá-los ajuda-nos a ter uma ideia do caminho que temos de percorrer. Na Bucket List cabe tudo, não há ideias demasiado loucas ou impossíveis, porque os sonhos não têm limites, como vocês sabem.

 

Sonhar não custa e aproveitar o momento também não. Deixo-vos uma das frases mais célebres de umas das minhas séries preferidas de sempre que creio que ilustra bem o espírito de uma Bucket List.

(Imagem aqui)

 

Quem quer viver 100 anos sem ter vivido realmente? Ninguém. Não é? Por isso temos que fazer com que o nosso tempo valha a pena. 

 

Vamos lá à minha Bucket List:

 

1. Conhecer, pelo menos, uma cidade de cada país da Europa.

2. Ir a Nova Iorque.

3. Passar um Natal num Chalé nas montanhas.

4. Ir ao México.

5. Visitar Machu Picchu.

6. Ir a Cuba.

7. Fazer um Safari na Tanzânia.

8. Escrever um livro.

9. Ver uma aurora boreal. 

10. Ir ao Brasil. 

11. Viajar pelo Sudeste Asiático.

12. Saltar de paraquedas.

13. Ver a palavra "Hollywood" em Los Angeles. 

14. Mudar de cidade.

15. Ver o céu estrelado no deserto.

16. Andar de helicóptero. 

17. Nadar nas águas de Zanzibar.

18. Conduzir umas centenas de kilómetros na Route 66. 

19. Ir a um restaurante que tenha estrelas Michelin.

20. Viajar pelas Cinque Terre.

21. Mergulhar na Lagoa Azul na Islândia.

22. Fazer uma viagem sozinha. 

23. Fotografar um pôr-do-sol na África do Sul. 

24. Comprar uma mala icónica e intemporal. 

25. Renovar os votos de casamento quando celebrarmos 25 anos. 

 

12
Dez18

No fim-de-semana passado eu estive em Estrasburgo

C.S.

É verdade. No fim-de-semana passado fui à cidade que é conhecida como a Capital do Natal. Estrasburgo. Exatamente a mesma cidade que ontem foi notícia pelos piores motivos. 

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Queria vir aqui falar-vos da magia natalícia que se vive nesta cidade francesa. Queria vir falar-vos da minha alegria quando vi a mais bonita árvore de Natal - que vi até hoje - ao vivo. Na praça Kléber. Na praça que ontem foi manchada de sangue e que no sábado estava repleta de famílias felizes a apreciar a vida e os momentos bons que ela nos proporciona. 

E por isso hoje não vos posso falar de alegria. 

Ontem, quando ouvi a terrível notícia, um arrepio percorreu-me o corpo. Estive em Estrasburgo há tão pouco tempo... Ainda estou a digerir a viagem. E agora isto. Não queria acreditar. 

Estrasburgo. Vi as suas cores, as suas ruas cheias de gente de todas as idades, a sua animação... E nada disto combina com sangue, tiros, medo, horror...

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O Natal não combina com nada disto. O Natal é amor, carinho, quentinho, fantasia, amizade, paz... E Estrasburgo é tudo isso. 

 

Vou tentar lembrar-me de ti assim, tal como te encontrei e te guardei para mim. 

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03
Out18

A ilha de Fuerteventura

C.S.

Em julho estive oito dias nas Canárias, na ilha de Fuerteventura. Sim, é verdade, este ano voltei às Canárias. Porquê? Simples. Conseguem-se fazer umas boas férias sem pagar preços exorbitantes neste cantinho do mundo, as praias são lindas e variadas, (praias de areia branca, praias vulcânicas, praias com pedrinhas brancas que parecem pipocas, praias com esquilos...), não há aglomerado de turistas e temos tempo para desfrutar da ilha, sem stress, que é palavra que não se quer associada a uma férias. 

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A ilha de Fuerteventura, na minha opinião, encontra-se em estado mais selvagem que a ilha de Lanzarote, (que visitei em 2017). Lanzarote tem um plano de ordenação, uma série de regras que têm de ser cumpridas para conservar a ilha tal como está, facto que a torna mais bonita aos olhos. No entanto, em Fuerteventura é mais autêntica! Tem ainda muitas estradas que não têm asfalto, tem um bairro de caravanas clandestino, no norte da ilha, onde vi crianças a correr atrás de uma bola, descalças, genuinamente felizes. Tem praias que não estão nas rotas turísticas e que só indo à sorte é que nos deparamos com elas. E como valem a pena!

 

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Fuerteventura é a ilha das praias belíssimas, extensos areais e o Atlântico em todo o seu esplendor. Uma ilha de vulcões e dunas.

 

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É árida e quente, não fosse ela estar a pouco mais 100km de distância de África e receber, daquele continente, as suas areias de presente. Areias que vêm do Saara e que se alojam na zona de Corralejo. 

As suas gentes vivem de forma simples, indo buscar os seus rendimentos ao mar e ao turismo. A vida é mais lenta nas Canárias. Há tempo para tudo, até para respirar e absorver o que nos rodeia. 

 

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Eu e o A. adorámos estas férias. Infelizmente, parece-nos que já foram há imenso tempo. Eu ia já outra vez...

Mas para o ano já concordámos que nos vamos tentar afastar de território espanhol. Ainda que eu adore Espanha e me sinta sempre em casa, quero algo diferente.

 

Este ano voltámos às Canárias porque o A. adorou Lanzarote, eu também, mas ele ainda mais. Ficou encantado com a ilha e só falava em voltar, por isso fomos conhecer a ilha ao lado. Sei que havemos de regressar às Canárias, certamente, mas julgo que não será no futuro mais próximo.

 

Veremos...

 

 

14
Ago18

Conversas de uma tarde de verão

C.S.

Há dias calhou perguntar a alguém o que preferia:

- A casa dos teus sonhos ou fazeres uma volta ao mundo?

A pessoa em questão ouvia-me com atenção, sorriu e respondeu sem hesitar: 

- A casa, claro.

 

Eu já sabia que a resposta seria essa. Conheço a pessoa a quem dirigi a pergunta demasiado bem. Educou-me. Transmitiu-me valores. Sei o que a faria feliz. E sei que na minha família a maioria, se não todos, daria a mesma resposta. 

 

- Eu escolheria viajar, sem dúvida. Sem qualquer tipo de hesitação. Já viste como o mundo é grande e ao mesmo tempo tão pequeno que nos é acessível? Quem me dera poder conhecer o maior número de pessoas e culturas... 

(Imagem aqui)

 

E entretanto calei-me. Fiquei por aqui. O que eu estava a dizer, o que eu pudesse argumentar não iria fazer sentido para o meu interlocutor.

Respirei fundo... Fechei os olhos e pensei: não há nada que me ensine tanto quanto viajar. Ir a outros lugares proporciona-nos a oportunidade de nos tornarmos mais humildes e tolerantes, permite-nos relativizar e ajuda-nos a ter cada vez mais empatia e compaixão. 

O que nos ensina uma casa grande? O que nos faz enquanto pessoas um carro da marca X, Y ou Z? Muito pouco ou nada. 

Por outro lado, compreendo muito bem a escolha da casa. Vinda daquela pessoa, conhecendo o contexto em que cresceu e a forma como foi educada, sabendo as privações por que passou, sei que a resposta não poderia ser outra. A casa seria para si um sinónimo de estabilidade, uma forma de deixar de contar tostões, a realização de que havia alcançado algo, visível e palpável.

Compreendo-o. Compreendo-te, pai. Quem me dera poder dar-te a tua estabilidade e segurança. Sei que achas que a resposta que eu te dei é uma perfeita loucura. Mas de alguma forma, quando eu comecei a entender a dimensão daquilo que nos rodeia e a compreender que não temos de nascer, viver e morrer no mesmo sítio, um mundo novo abriu-se para mim e jamais quero que ele se feche. 

Apercebo-me agora que as últimas três ou quatro gerações da nossa família têm vivido confinadas entre quatro paredes. E sabes o que eu sinto? Uma enorme vontade de parti-las todas. A primeira já foi e já consegui rachar a segunda. 

Não há nada como a sensação de sentirmo-nos livres. 

Eu posso ir onde eu quiser. 

(Imagem aqui)

 

 

 

04
Jul18

Cádiz, uma cidade cheia de vida

C.S.

Tenho de confessar. Vocês surpreenderam-me. Mais uma vez. 

Com um post de final de tarde, nunca pensei que passasse por cá tanta gente. 

Ontem deram-me carinho e hoje tenho de vos retribuir. 

Por isso, venho falar-vos de Cádiz, cidade que visitei no primeiro fim-de-semana de junho. 

 

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Eu e o A. quisemos fazer uma escapadinha para sair da rotina. Ir a um lugar onde nunca tivéssemos estado. E Espanha é aqui já ao lado. E eu adoro Espanha e ele também. Em vez de rumarmos a norte, rumamos a este. Que de Portimão a Espanha é sempre a direito.

 

Não íamos com grandes expectativas. Parámos em Sevilha para almoçar e matar saudades, depois prosseguimos caminho. 

O tempo estava ventoso e fresco e impediu-nos de fazer praia, por isso tivemos mais tempo para percorrer a cidade a pé. Viver o reboliço e a alegria que só as cidades espanholas têm. E Cádiz não é exceção. Era fim-de-semana e a cidade sai à rua. Há alegria, descontração e ambiente familiar e nós sentímo-nos bem. Em casa.

Cádiz tem ótimos restaurantes. Comemos tapas maravilhosas num restaurante chamado La Candela (que eu recomendo vivamente!) e do qual saímos de sorriso de orelha a orelha. 

Fomos à famosa praia de La Caleta e rendemo-nos à beleza da Catedral Gaditana

Foi um fim-de-semana bem aproveitado e que passou demasiado rápido. Mas quando é bom é sempre assim, como vocês tão bem sabem... 

 

E agora deixo-vos com umas fotos.

 

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 (Todas as fotos foram tiradas por mim e podem vê-las também no instagram)

05
Abr18

Sobre a minha viagem à Escócia

C.S.

A Escócia era um dos países que eu queria muito conhecer. Sempre tive a ideia de uma Escócia verde, repleta de castelos, um sítio encantado, portanto. 

A viagem que eu fiz foi em trabalho. Uma visita de estudo de cinco dias. 

24h + 24h + 24h + 24h + 24h = 120 horas ininterruptas no papel de professora. Sei que se tivesse ido à Escócia em lazer teria visto tudo de outra forma, teria certamente tirado muitas mais fotografias, não me teria preocupado com o atravessar a estrada, com a contagem do número de pessoas à minha volta, com o barulho excessivo próprio da adolescência... 

Mas foi uma viagem boa. Enquanto visita de estudo superou as expectativas. 

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Nós visitámos a capital escocesa, Edimburgo, e fizemos uma excursão de um dia às Terras Altas para ver o Lago Ness. 

 

Edimburgo

Adorei a cidade. Edimburgo tem um carácter muito próprio, porque respeita o antigo, mas é, claramente, uma cidade jovem. Tem lojas e cafés que nos convidam a entrar e a ficar. E conseguimos percorrer a cidade a pé, sem grandes dificuldades.  

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Em Edimburgo visitámos:

 

- Mary King's Close 

É uma oportunidade para viajar no tempo e descobrir como era a vida na Escócia entre os séculos XVI e XIX. Não era uma vida fácil e por lá morreram muitas pessoas vítimas da terrível Peste Negra, mas não só. Este Close (beco) ficou soterrado, uma vez que se fizeram construções em cima dele. É incrível como se manteve intacto. 

Nós tivemos muita sorte com a guia que nos acompanhou, pois era incrivelmente expressiva e dotada de sentido de humor. 

 

- Câmara Obscura

Para os miúdos foi um dos pontos altos da visita. Eu também gostei bastante. É um local que nos oferece um mundo de ilusões: labirinto de espelhos, um túnel que nos pões a cabeça à roda, jogos e experiências... Um local muito divertido. 

 

- Castelo de Edimburgo

O castelo oferece-nos uma vista privilegiada da cidade e está imaculadamente conservado. À uma da tarde dá-se um dos pontos altos: um disparo de canhão. Não imaginam a quantidade de telemóveis que estavam apontados para este acontecimento. 

Para além de podermos ver as joias da coroa, fardas e tantas outras coisas, tem no seu interior um edifício dedicado aos que morreram nas 1.ª e 2.ª Guerras Mundiais e não ficamos indiferentes aos livros que se enchem de nomes e mais nomes... Um local que nos faz arrepiar um pouco e temer o ser humano. 

 

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- Museu Nacional da Escócia 

É um museu grande e impressionante, tem mais de 10000 objetos, entre eles: joias, obras de arte, armas, animais... E o que mais me impressionou: o relógio Millenium. Um relógio que foi construído para assinalar a passagem do séc. XX para o XXI. Tudo nele se move. É constituído por diabos e diabretes, seres assustadores que representam a decadência do mundo. 

 

- Tour Harry Potter

Há por aqui algum fã de Harry Potter? Se a resposta for afirmativa, certamente que sabem que a cidade de Edimgurgo está intimamente ligada ao mundo mágico de Hogwarts. J.K. Rowling viveu em Edimgurgo e diz-se que a cidade lhe serviu de inspiração para criar o seu mundo de fantasia: um cemitério, uma escola, um café... Podem visitar tudo isto. 

 

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As terras altas e o Lago Ness

Não, não vi o monstro. Mas vi paisagens maravilhosas no caminho até ao lago. Parámos em locais que já serviram de cenário a alguns êxitos de bilheteira, como o 007 - Skyfall. Que por acaso até foi um dos filmes do 007 que mais gostei, muito por culpa de Daniel Craig e do seu regresso à Escócia. 

São paisagens únicas, as montanhas estavam cobertas de neve e pudemos avistar algumas vaquinhas e alces. Incrível.

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Mas acredito que este passeio feito no verão e com tempo para absorver a paisagem também será arrebatador. 

23
Mar18

#3 Locais onde não me importava de passar o fim-de-semana

C.S.

Hoje proponho-vos o Porto. Não precisa de apresentações, anda nas bocas do mundo. 

Adoro a cidade, tem mesmo qualquer coisa de especial. Jovem, viva e ao mesmo tempo tradicional e carismática. O porto tem um encanto muito próprio, por isso conquistou o seu devido lugar nos roteiros turísticos internacionais. 

 

Há um local no Porto que me faz sonhar. Sonhar com uma estadia perfeita. Uma experiência inesquecível.

Já ouviram falar no The Yeatman

Acho que é o hotel de cinco estrelas por excelência. Situa-se em Vila Nova de Gaia e tem uma vista privilegiada para a cidade invicta. Vistas de cortar a respiração. E a cereja no topo do bolo: um Spa que trabalha em exclusivo com a marca Caudalie. 

Precisam de mais argumentos? Vejam as fotos:

(Imagens aqui)

 

Podem começar a sonhar...

 

Bom fim-de-semana!

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